Negócios

2º ENACEX: Especialistas de todo o Brasil se reúnem em Salvador para discutir temas relacionados a leis e conflitos em condomínios

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(Foto: Raí Nascimento)

Direito Condominial: Encontro de advogados, especialistas, síndicos e gestores acontece nessa sexta e sábado (24 e 25 de maio), no hotel Mercure

2º ENACEX: Especialistas de todo o Brasil se reúnem em Salvador para discutir temas relacionados a leis e conflitos em condomínios

Direito Condominial: Encontro de advogados, especialistas, síndicos e gestores acontece nessa sexta e sábado (24 e 25 de maio), no hotel Mercure

O 2º Encontro Nacional dos Experts em Condomínios – ENACEX 2024 é um evento presencial que vai reunir em Salvador advogados e profissionais do Direito Condominial de todo o Brasil, como síndicos, gestores e renomados especialistas do mercado. Ele vai ocorrer nos dias 24 e 25 de maio, das 8h às 19h, no hotel Mercure, Rua Fonte do Boi, 215, no Rio Vermelho.

Entre os assuntos que serão abordados no ENACEX estão: segurança no condomínio; a atuação do síndico, do advogado e do mediador na gestão condominial; atividades comerciais exercidas por moradores em condomínios residenciais; como manter o caixa do condomínio saudável; importância da Convenção Condominial; LGPD em condomínios; os desafios e oportunidades da biometria facial nos condomínios; a comissão no condomínio como assessoria á gestão do síndico; questões jurídicas, no âmbito trabalhista-previdenciária, relacionadas aos funcionários de condomínios residenciais; como destituir um síndico; atuação jurídica em condomínios através de Gestão Normativa e Organizacional; o diálogo como a ponte para a solução da inadimplência condominial, com exemplos reais relativos a cases de sucesso; contratação de empresas terceirizadas, pets em condomínios; como proceder no caso de violência doméstica em condomínios; fumantes em condomínios; assédio no ambiente de trabalho condominial; como proceder em brigas entre vizinhos; cuidados e regras para o uso de espaços comuns dos condomínios por menores de idade; vagas de garagem e sua acessibilidade nos condomínios.
“Conflitos nas assembleias que prejudicam sua regularidade e eficiência. O que fazer para mudar esse cenário?” é o tema que a dra. Jamile Vieira, especialista em Direito Condominial, irá abordar em sua palestra , durante o 5º painel, no sábado, ás 13h40. Mais de 20 profissionais renomados realizarão palestras nos dois dias do evento.

O evento, que é idealizado e coordenado por dra. Andrea Resque, síndica, advogada das áreas condominial e imobiliária, tem o objetivo de discutir questões de relevância nacional, com impacto na sociedade e na mídia brasileira e ainda e, através da troca de experiência buscar soluções inovadoras por meio serviços de qualidade para o setor. Não abrimos muitas cotas de patrocínio justamente porque buscamos qualidade na informação à disposição do público alvo, o que não acontece quando há excesso de propaganda e marketing, você tem a chance de se tornar um parceiro que chegou para ficar e se juntar à Comunidade de Experts em Condomínios.

“O hotel será o palco de grandes oportunidades de negócios, conhecimentos e networking para o seguimento condominial e imobiliário. O evento é essencial para o nicho debatido. Atualmente, a Comunidade de Experts em Condomínios – CEX Nacional se reúne uma vez ao ano no ENACEX, em Salvador, com, menos, mais seis encontros de suas regionais: Norte, Centro Oeste, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Sul do Brasil”, explica a advogada Jamile Vieira.

Agendamento de entrevistas com a assessoria oficial do 2º ENACEX 2024 – Sugestão de entrevistadas: dra. Jamile Vieira e dra. Andrea Resque.

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Cultura

Descarte irregular de resíduos automotivos ainda desafia o setor, enquanto Savana destaca ações sustentáveis no Paraná e Santa Catarina.

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No Dia Mundial do Meio Ambiente, concessionária Mercedes-Benz do Grupo Águia Branca destaca redução no consumo de água, destinação correta de resíduos e certificação ambiental em suas unidades.

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, a Savana, concessionária Mercedes-Benz do Grupo Águia Branca, apresenta ações sustentáveis adotadas em suas operações e reforça a importância da destinação correta de resíduos automotivos. Pneus, materiais industriais, borrachas, óleos e sucatas metálicas exigem descarte adequado para evitar riscos de contaminação do solo e da água, além de impactos para as comunidades.

A Savana, por meio das suas 14 filiais, desenvolve anualmente iniciativas voltadas à redução no consumo de água, destinação correta de resíduos, eficiência energética e projetos sociais. As práticas adotadas contribuíram, inclusive, para a conquista da certificação ISO 14001, norma internacional de gestão ambiental conquistada pela empresa desde 2023.

 

 

Entre os principais resultados da concessionária está a redução de 16% na captação de água de poço na loja de São José dos Pinhais (PR) após a implantação de um sistema de reuso na oficina. A iniciativa utiliza uma estação própria de tratamento de efluentes para tratar a água utilizada nos processos operacionais e reutilizá-la na lavagem de veículos, reduzindo o consumo de recursos naturais.

“Quando falamos em sustentabilidade, precisamos falar sobre ações práticas e resultados concretos. O reuso da água mostra que é possível unir eficiência operacional, preservação ambiental e responsabilidade com as comunidades onde estamos inseridos. Nosso cuidado também envolve os uniformes das oficinas, desde 2006, eles são enviados para uma lavanderia industrial com tratamento específico para resíduos da atividade mecânica”, destaca Anderson Acassio Martins, coordenador Administrativo da Savana.

 

 

Já as lojas de São José dos Pinhais (PR), Curitiba Atuba (PR) e Joinville (SC) alcançaram uma média de 95% de destinação ambientalmente correta dos resíduos, resultado que garantiu à empresa a certificação Aterro Zero, concedida pela Sanetran Gestão de Resíduos, nos municípios paranaenses, e pela Bioconsultoria, em Joinville (SC). Materiais como pneus, papel, sucata metálica e borrachas passam por processos de reciclagem, coprocessamento ou reaproveitamento, reduzindo drasticamente o envio desses resíduos para aterros sanitários. Em Curitiba e São José dos Pinhais foram coletadas cerca de 1,222 toneladas e, em Joinville, 3,427 toneladas, em 2025.

“A gestão correta dos resíduos impacta diretamente o meio ambiente, a qualidade de vida das pessoas e o futuro do próprio setor automotivo. Quanto mais empresas avançarem em reaproveitamento de resíduos, eficiência operacional e redução de impactos ambientais, maiores serão os benefícios para as cidades, para a população e para as próprias empresas”, afirma Anderson, acrescentando que neste ano a Savana completou 20 anos de atuação no Paraná e em Santa Catarina, com participação no desenvolvimento econômico regional.

 

 

A Savana também investe em eficiência energética, por meio de placas solares instaladas nas unidades do estado, além de ações sociais e programas de conscientização ambiental com foco em colaboradores e comunidades. A empresa desenvolve ainda iniciativas como o programa “A Voz Delas”, criado para fortalecer a participação feminina no setor de transporte e mobilidade, além de campanhas solidárias.

 

 

Sobre a Savana
A Savana integra o Grupo Águia Branca e é especializada na comercialização de caminhões e veículos comerciais da Mercedes-Benz. Com forte presença nos setores de transporte e logística, oferece um portfólio completo de veículos, peças e serviços de oficina. Além disso, disponibiliza soluções em pneus e recapagem, garantindo performance e eficiência para os clientes do segmento de transporte de cargas.

 

FONTE: A Savana integra o Grupo Águia Branca

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Celebridades

Acupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.

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As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

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Cultura

Projeto paranaense leva acesso à internet para comunidades excluídas do mapa digital.

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Política inovadora troca ICMS por instalação de torres de transmissão e conecta mais de 300 mil pessoas em um ano.

 

Vencedor do Prêmio Espírito Público, na categoria Gestão e Transformação Digital, o Programa de Conectividade Rural do Paraná enfrentou uma das principais lacunas do desenvolvimento no estado: a exclusão digital em áreas remotas. Com 98% do território paranaense situado em zona rural, um levantamento realizado em 2023 identificou cerca de 920 localidades sem qualquer acesso à telefonia ou internet, atingindo vilas, assentamentos, comunidades quilombolas e pequenos povoados fora do radar das grandes operadoras, que não viam retorno financeiro para investir.

Sem acesso, agricultores enfrentavam dificuldades para receber crédito; jovens precisavam caminhar quilômetros para conseguir sinal e estudar; famílias ficavam sem falar com os filhos que migraram para as cidades. O projeto nasceu nesse cenário em 2023, e rapidamente se consolidou como política do estado. Em um ano, a cobertura rural saltou de 51,45% para 61,17%, beneficiando diretamente mais de 300 mil pessoas.

 

Hoje, envolve 17 órgãos do governo e adotou metodologias modernas de gestão, como Business Intelligence (BI), Análise Hierárquica de Processos (AHP) e design thinking, para priorizar áreas de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e com predominância de agricultura familiar, rios, matas e alta vulnerabilidade social.

Para o engenheiro agrônomo Julio Cesar de Oliveira, coordenador de Políticas Públicas de Inovação do Paraná, o acesso à internet deixou de ser um diferencial para se tornar um direito básico. “Hoje, a internet é como água e oxigênio: é vida, é um direito. Levamos conectividade com o objetivo de garantir cidadania.”

A grande inovação do projeto foi criar mecanismos inéditos de fomento e de financiamento. Em vez de depender de orçamento público, o Paraná criou um regime especial de compensação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que atraiu investimentos privados. Assim, créditos de impostos foram convertidos em infraestrutura feita por investimentos privados.

A estratégia deu certo: a TIM já se comprometeu a instalar 116 torres de transmissão; a Claro, 382; e a Vivo outras 411 torres. No total, serão quase 900 novas estruturas até 2027, sem gasto direto do Tesouro estadual. Dessas, cerca de 500 torres já estão em funcionamento.

Júlio apelida essa estratégia de “corrida do bem”. “Brinco com as operadoras: ‘Vocês vão deixar a concorrente ser a primeira do estado?’ Essa competição saudável acelera a instalação das torres. Quem ganha é o cidadão do campo”, afirma.

Modelo que inspira outros estados

Além dos ganhos sociais, o impacto econômico também é relevante. De acordo com o coordenador do projeto, estudos do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) estimam que apenas os acordos com duas operadoras de telefonia – a TIM e a Claro – gerarão R$ 2 bilhões em retorno para o estado do Paraná, além de cerca de 40 mil empregos formais e informais e arrecadação de R$ 213 milhões em ICMS.

O projeto ainda está em andamento. Até 2026, a expectativa é que todas as localidades rurais do Paraná estejam conectadas. A estratégia já desperta interesse de outros estados, como Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Tocantins e Piauí, que buscam entender a experiência paranaense.

Agrônomo e também teólogo, Júlio fala do projeto com a paixão de quem enxerga nele quase uma missão pessoal. “Cada torre que se ergue é como se fosse uma vitória. Eu vibro, porque sei que ali a gente está levando vida, dignidade, igualdade. Internet no campo não é luxo. É oxigênio.”

 

FONTE: Julio César e Lincoln

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