Cultura

Diversão no fim de semana: música e oficinas de arte embalam a programação dos museus do interior de SP

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Atividades promovidas pelas instituições paulistas, em diferentes regiões do estado, é convite para passeio em família

Neste fim de semana (11 e 12/11), os museus do interior paulista oferecem programação cultural para todas as idades, com apresentações musicais, oficinas e rodas de conversa. Confira a seguir algumas atrações de destaque.

No Museu Casa Portinari, em Brodowski (SP), os artistas da região têm espaço garantido para mostrarem os seus trabalhos. No sábado (11/11) e no domingo (12/11), o púbico confere a Feira de Artesanato, das 10h às 16h, com diversas peças produzidas pelos artesãos locais. O ingresso é gratuito.

O Domingo com Arte Musical também contempla os artistas de Brodowski e arredores. Desta vez, o palco será ocupado pelo músico Mario Ferreira que, ao som do saxofone, interpretará canções da MPB. A apresentação começa às 10h do domingo. A entrada é gratuita.

O Museu Casa de Portinari fica na Praça Candido Portinari, 298 – Centro, Brodowski. Mais informações sobre a programação em www.museucasadeportinari.org.br

A programação do Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro, em Campos do Jordão (SP) está bastante diversificada. Ainda na sexta-feira (10/11), tem o Encontro com Artes: ‘Observação Noturna de Mariposas’, com a bióloga Andreza de Lima, que apresentará as diferenças entre borboletas e mariposas, ressaltando a importância de preservação dessas espécies. Começa, às 19h, com entrada gratuita.

 

No sábado (11/11), às 11h e às 15h, e no domingo, (12/11), às 15h, o público confere a atividade Família no Museu: Poeta como Felícia. O Núcleo Educativo das instituições conduz uma oficina de poemas dadaístas, a partir dos textos escritos por Felícia Leirner. O custo é de R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia entrada).

 

Para fechar o fim de semana, o projeto Dueto & Teclas apresenta o Domingo Musical: The Sirius Duo: Vozes e Piano, às 11h. A apresentação une o talento de um trio composto pela mezzo soprano Naluh, o barítono Thiago Albano e o pianista Bruno Henrique. É no domingo (12/11) com entrada gratuita.

 

O Museu e Auditório ficam na Av. Dr. Luis Arrobas Martins, 1880, Alto Boa Vista, Campos do Jordão – SP. Mais informações sobre a programação em www.museufelicialeirner.org.br.

No Museu H. P. Índia Vanuíre, em Tupã (SP), na sexta-feira, 10/11, às 9h, acontece o projeto Museu e Cidadania. Os visitantes têm a oportunidade de participar de uma roda de conversa conduzida pelo professor Diego, também conhecido como ‘Zóio’, do grupo Águia. Durante o encontro, o professor compartilha suas habilidades em capoeira, bem como aborda a origem dessa prática, sua filosofia e seu significado.

Nos dias 11 e 12/11, sábado e domingo, das 10 às 16h, o público de todas as idades e perfis pode participar da atividade lúdica e reflexiva Família no Museu. Integrando as famílias ao ambiente do museu, a ação destaca o jogo “Roleta do Saber”, uma iniciativa que visa promover o conhecimento e a valorização da cultura indígena.

O Museu Índia Vanuíre fica na Rua Coroados, 521, Centro, Tupã – SP. Mais informações sobre a programação em www.museuindiavanuire.org.br.

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Celebridades

Ejoy Brasil, por Rodrigo Zanardi, leva o extraordinário Selo Black a Jurerê Internacional em edição histórica que promete atrair turistas de todo o Brasil na véspera de feriado.

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Um novo capítulo se inicia para a Ejoy Brasil. Sob o comando de Rodrigo Zanardi, o projeto traz o extraordinário Selo Black para Jurerê Internacional, em Florianópolis, prometendo uma edição histórica na véspera de feriado.

A data estratégica aumenta a expectativa de reunir turistas de todo o Brasil, além de personalidades e um público bonito, diverso e cheio de estilo, criando uma atmosfera cool, sofisticada e descontraída, que promete movimentar a cena do entretenimento na capital catarinense.

A experiência ganha ainda mais destaque com um line-up especial, que reúne um dos melhores DJs do Brasil, prometendo música de qualidade, energia contagiante e uma pista vibrante do início ao fim.

Com a união da Ejoy Brasil e do Selo Black, a proposta é proporcionar uma experiência diferenciada, marcada por música, encontros e muita personalidade, colocando Jurerê Internacional no centro das atenções em uma ocasião especial.

Florianópolis se prepara para receber visitantes de diferentes regiões do país em uma edição que promete entrar para a história da Ejoy Brasil.

 

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Celebridades

Acupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.

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As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

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Colunista

Conheça a Psicanalista Clínica Sistêmica Tatiane Azevedo que com sua própria experiência de vida e clínica, desenvolveu técnicas para tratar seus pacientes e agora está prestes a escrever seu primeiro livro.

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Psicanalista Tatiane Azevedo aborda as dores de quem sofre em silêncio e prepara lançamento de novo livro.

 

A psicanalista clínica sistêmica Tatiane Azevedo vem desenvolvendo um trabalho voltado à escuta de pessoas que carregam dores que nem sempre conseguem ser expressas em palavras. Seu trabalho parte de uma questão central: o que existe por trás daquilo que uma pessoa sente, mas muitas vezes não consegue dizer?

Atualmente vivendo em Encarnación, no Paraguai, Tatiane realiza seus atendimentos de forma online, acolhendo pessoas que enfrentam diferentes formas de sofrimento emocional, especialmente aquelas que passaram por experiências traumáticas ou que, ao longo da vida, aprenderam a esconder partes de si por medo do julgamento, da rejeição ou daquilo que os outros poderiam pensar.

Em sua prática clínica, trabalha com a escuta clínica e a leitura corporal do inconsciente, buscando compreender a relação entre a história vivida, os sentimentos, comportamentos e manifestações que podem acompanhar o sofrimento. A proposta é trazer para o consciente aquilo que muitas vezes permanece escondido, possibilitando que a pessoa comece a compreender sua própria história para além daquilo que aprendeu a acreditar sobre si mesma.

Essa temática também está presente em sua própria trajetória. A experiência de sentir-se diferente, de não compreender determinadas formas de funcionamento do mundo e de aprender a esconder características pessoais por receio de não ser aceita tornou-se parte importante da construção de seu olhar clínico. Para Tatiane, muitas pessoas passam anos tentando se adaptar, modificar comportamentos e silenciar partes de quem são para conseguir se encaixar.

É dessa experiência, unindo escuta, estudo, experiência pessoal e prática clínica, que nasce seu novo projeto literário, o livro “Linguagens da Dor”, que está em desenvolvimento e deverá chegar em breve ao público. A obra aborda as diferentes formas pelas quais a dor pode se manifestar quando não consegue ser colocada em palavras, passando por temas como trauma, rejeição, medo do julgamento, identidade e o processo de esconder quem se é para conseguir pertencer.

O livro parte de uma reflexão que também representa o trabalho desenvolvido por Tatiane: “O que essa dor está tentando me dizer sobre quem eu sou, sobre o que vivi e sobre aquilo que fizeram comigo?” E, a partir dessa compreensão, surge uma nova pergunta: “O que vou fazer com tudo isso? Para onde quero levar a minha história a partir daqui?”

Além do livro, outubro também marcará o lançamento da primeira edição do Café Terapêutico, projeto criado por Tatiane para levar essa discussão para além do consultório. O encontro terá como tema “As dores de quem sofre em silêncio”, criando um espaço de conversa, reflexão e escuta sobre experiências que muitas vezes permanecem escondidas no cotidiano.

A proposta de Tatiane é ampliar o olhar sobre o sofrimento humano, lembrando que nem toda dor consegue ser verbalizada. Algumas aparecem no comportamento, nos relacionamentos, no silêncio e na forma como aprendemos a nos relacionar com nós mesmos.

“Antes de perguntar o que há de errado comigo, talvez seja necessário perguntar o que essa dor está tentando está fazendo comigo.”

 

Você encontra Tatiane Azevedo no Instragram: @tatianeazevedo.psi e seu contato via whatsapp +55 4199682-0319 – Atendimento on-line.

 

FONTE :  Tatiane Azevedo  – Psicanálista Clínica Sistêmica

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