Cultura
Goiano com mais de 50 anos de carreira Mauri de Castro dirige espetáculo baseado na obra Dom Quixote de La Mancha
O ator goiano Mauri de Castro, com mais de 50 anos de carreira, foi escolhido para dirigir o espetáculo, “O Homem e a Mancha”, que acontece em Palmas. O monólogo, uma releitura do clássico mundial: Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, será interpretado pelo ator e produtor tocantinense Kaká Nogueira, que neste ano celebra seus 22 anos de carreira.
Para Nogueira, a escolha do goiano como diretor da peça é resultado de uma formação de atores da qual participou e pode ser avaliado por Castro há 22 anos. “Foram 17 jovens talentos teatrais que participaram deste curso e tiveram a oportunidade de passar por uma criteriosa banca de examinação do Sated GO, onde apenas 08 foram aprovados. Sinto-me honrado de estar entre estes”, comemora Kaká. Inclusive, para a montagem comemorativa, o ator Kaká Nogueira participou de ensaios presenciais em Goiânia (GO) com Mauri de Castro.

O espetáculo acontece na próxima quarta-feira, 29, às 19h15, na Pracinha da Cultura, no Setor Morada do Sol, em Palmas. A entrada é franca. Os ingressos são limitados e o público pode reservar entrada através do email cenaberta@cenaberta.com.br. Mais informações também podem ser conferidas através das redes sociais da Cenaberta Produções Culturais.
Direção
Mauri de Castro afirmou estar honrado por voltar a trabalhar com atores de Palmas, após quase 20 anos. “É uma grande alegria, principalmente com atores da qualidade do Kaká Nogueira e Bell Gama (agora como assistente de direção), que acompanhei desde o início de suas carreiras. Tenho muito orgulho desse casal, que trabalhou comigo em 2000/2002, por ter persistido nesse ofício tão difícil – quase sempre ingrato – e que exige muito amor, generosidade, disciplina e entrega”, declarou Mauri de Castro, que assina nesta direção uma celebração também de seus 50 anos de carreira.
Produtora executiva e assistente de direção do espetáculo, a atriz Bell Gama considera a montagem como singular e de muito orgulho. “Um trabalho que se inspira na simplicidade do cotidiano, onde objetos característicos da regionalidade tocantinense são ressignificados e levam, de forma cômica, ator e público a mergulharem em um mundo de fantasias, onde se acredita que: “nenhuma causa está perdida antes da luta começar”, comenta Bell Gama.
Projeto
A realização do espetáculo é uma produção da Cenaberta Produções Culturais contemplado com recursos do Fundo Municipal de Apoio à Cultura via Programa Municipal de Incentivo à Cultura – Promic 2023 e também por recursos da Lei Complementar nº 195/2022 – apresentado pelo Ministério da Cultura e a Secretaria da Cultura do Estado do Tocantins”.
Haverá Acessibilidade com interpretação em Libras e foco de democratização do acesso, sendo a apresentação para moradores de bairro da região Sul da Capital. A previsão é de que o espetáculo seja apresentado na reinauguração do Theatro Fernanda Montenegro.
Sinopse – O homem e a mancha – COMÉDIA
Miguel é um homem recém aposentado que se fecha no seu apartamento, onde ele acredita ter tudo que precisa para viver os seus merecidos dias de descanso. Ele, que vive um amor platônico, é subitamente tomado por sonhos e fantasias. E na busca de si mesmo, transforma-se no Dom Quixote e no Homem da Mancha, personagens que buscam algo que os defina – aventuras, amor e um propósito. O espetáculo é uma adequação atualizada de “O Homem e a Mancha” de Caio Fernando Abreu, em sua brilhante releitura contemporânea de “Dom Quixote de La Mancha” de Miguel de Cervantes.
Kaká Nogueira (Ator)
Ator – DRT 1209/GO, diretor, roteirista e produtor cultural com 26 anos de experiência. No TEATRO participou dos espetáculos: De Caso com a Solidão (Cenaberta/2022 – diretor); Pequeno Príncipe no Cerrado (Cenaberta/2021 – diretor); Drácula – a ética cósmica (Cenaberta/2020 – diretor); O Antiquário Frankl (Cenaberta/2019 – ator e produtor); Torrenegra (Remontagem – Cenaberta/2014 – ator); L!ngua PreZa (Cenaberta/2015 – ator e diretor); Dias Difíceis (Cenaberta/2012 – ator); Sol nos Olhos (Lamira/2010 – ator, dramaturgo e diretor); Torrenegra (Cenaberta/Diversa/2009 – ator); Os Três Porquinhos (Ronaldo Araújo/2008 – ator); O Resgate de Roseline Brow (Cima Teatro/2007 – ator); O Salto (Cima Teatro/2006 – ator); Sacra Folia (Chama Viva/2005 – ator); O Diagnóstico (Cima Teatro/2005 – ator); Tupi or not Tupi (Mauri de Castro/2002 – ator); Belfagor – o arc diabo que se casou (Grupo Gente/2002 – ator e codiretor); Paixão de Cristo (Grupo Gente/1996-2003 – ator). No CINEMA participou dos longas-metragens: O Comedy Club (SuperOito Filmes/2022 – ator); Operações Especiais (TC Filmes/2015 – ator); PEGT – Palmas eu Gosto de Tú (SuperOito Filmes/2014 – ator); Xingu (O2 Filmes/2012 – assistente de produção de figuração); Dos curtas-metragens: TeAitua (Cena Filmes/Cenaberta/2022 – ator e codiretor); A Massa que faz o pão (HB Filmes/2019 – ator); Microcontos de terror (SuperOito Filmes/2017 – ator); Apoio Cultural (Jubalina Filmes/2016 – ator e corroterista); O Som de Lá (Trade Rock Filmes/2014 – ator e produtor de elenco); Tempos Difíceis (Trade Rock Filmes/2010 – ator e produtor de elenco); e Cheque ou Mate? (Cima Fimes/2008 – ator e produtor de elenco). NO AUDIOVISUAL para TV, particiou da série para TV, em 26 capítulos: O Boneco de Barro e o Rei (MZN Filmes/Spatium Audiovisual – TV Cultura/Brasil/2020 – ator).
Ficha Técnica
Realização: Cenaberta Produções Culturais Ltda
Autor: Caio Fernando de Abreu
Direção: Mauri de Castro
Ator: Kaká Nogueira
Assistente de Direção e Produção: Bell Gama
Sonoplastia: Leo Perotto
Técnico de som: Bruno Barbosa
Cenografia: Kaká Nogueira, Bell Gama, Ronan Gonçalves, Erdilez Paiva
Iluminação: Kaká Nogueira e Thiago Omena
Figurino: Bell Gama
Identidade Gráfica: Henrique Rafael
Ascom: Cinthia Abreu
Preparação corporal: Meire Maria
Fotografia: Emerson Silva e Fernanda Barbosa
Assistente de Produção: Izabella Carvalho e Reverson Cardoso
Intérprete de LIBRAS: Thallyta Teixeira
Celebridades
Acupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.
As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi
Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.
Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.
O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.
É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).
Sensação de qi
De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]
Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.
As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]
Práticas relacionadas
Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.
A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).
Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.
Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).
Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.
Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas. Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.
Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos. Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.
Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.
Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.
A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.
A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.
Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).
Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]
FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/
Celebridades
DJs que estão no Hype. Conheça os artistas que estão conquistando cada vez mais espaço na cena eletrônica e chamando a atenção por seu talento, dedicação e identidade musical. Nesta edição, reunimos DJs que vêm se destacando por suas performances, sets marcantes e pela paixão que demonstram em cada apresentação.
Acompanhe suas histórias, inspirações e projetos, e fique por dentro dos nomes que prometem marcar presença nos principais eventos da música eletrônica. O futuro da cena passa por aqui.
A paixão de Joe Music pela música começou ainda na infância, passando pelo coral e por instrumentos musicais. Em 2016 decidiu transformar o sonho em realidade e iniciou sua trajetória como DJ, consolidando seu estilo entre o Tribal House, House e Techno, sempre buscando emocionar e criar uma conexão verdadeira com o público.
Seu maior diferencial é tocar com sentimento, adaptando cada apresentação à energia da pista. Um dos momentos mais marcantes da carreira foi o reconhecimento da DJ Van Müller, que destacou sua performance como uma das melhores que já havia assistido.
Para o futuro, Joe pretende iniciar seus estudos em Produção Musical e seguir fortalecendo seus projetos em Florianópolis, como o Rolé do Milk, além da tradicional HALLOGAY e um novo selo de festas às sextas-feiras, valorizando os DJs locais e aproximando artistas e público.
Instagram: @joemusicdj
Contato: +55 48 93380-1186

DJ Wolf – Técnica, identidade e evolução na cena eletrônica
A paixão de DJ Wolf pela música eletrônica nasceu durante a pandemia, quando encontrou no Tribal House seu verdadeiro propósito. Com sets envolventes e uma forte conexão com o público, vem conquistando espaço na cena por sua identidade musical e performances marcantes.
Entre seus próximos projetos está o lançamento do set “Out of the Shadows”, reforçando sua proposta inovadora e sua constante evolução como artista.
Instagram: @_wolf_dj
Contato: +55 (51) 8310-4633

DJ Dorigon – Experiência, versatilidade e paixão pela música eletrônica
Movido pela paixão pela música eletrônica, DJ Dorigon descobriu que seu propósito era transformar músicas e criar novas experiências na pista. Com um estilo eclético e forte presença no tribal house, acredita que um bom DJ precisa se adaptar ao público, ao tema da festa e ao momento de cada apresentação.
Ao longo da carreira, já dividiu line-up com grandes nomes como Tomy Love, Annie Louisie, Breno Barreto, Allan Natal, Naty Valverde e Cacá Verneck. Além de se apresentar, também atua como mentor, ajudando novos DJs a iniciarem sua trajetória na cena eletrônica.
Instagram: @djdorigon
Contato: (48) 99670-5712

WELL THE DJ é apaixonado por música eletrônica desde a adolescência, iniciou sua trajetória como DJ em 2020 e atua profissionalmente há mais de 3 anos. Como DJ Open Format, destaca-se pelos estilos Pop, Funk, EDM, House e Flashbacks.
Seu diferencial está na dedicação aos estudos e à preparação de cada apresentação, buscando criar uma conexão única com o público. Um dos momentos mais marcantes da carreira foi tocar para quase 2 mil pessoas durante o Carnaval.
Inspirado por David Guetta, Calvin Harris, Felipe Guerra e Pedro Sampaio, segue focado em novos desafios, com planos de investir em produção musical e se apresentar em grandes festivais.
📲 Contato: (48) 99863-0310
📸 Instagram: @srwelligton

DJ em ascensão, Nizzo vem se destacando mesmo com pouco tempo de carreira. Apaixonado por música eletrônica, iniciou sua trajetória no techno e hoje constrói sua identidade no tribal, unindo performance, estética e audiovisual.
Com dedicação e autenticidade, faz de cada apresentação uma oportunidade de entregar o melhor ao público. Inspirado por grandes nomes da cena, seu objetivo é ir além das pistas, transformando a música em projetos audiovisuais e consolidando uma carreira artística completa.
Instagram: @nizzo_san
Contato para shows: (48) 99200-2458

FONTE: Mathaus Sanches
Celebridades
Grupo Especial – ACIP Mulher.
1. A história do grupo
“O Núcleo ACIP Mulher nasceu em 2017, dentro do Programa Empreender, fruto de uma percepção clara: as mulheres empresárias de Palhoça precisavam de um ecossistema próprio. Hoje, completando 9 anos de atuação, olhamos para trás e vemos que aquela semente de fortalecer o empreendedorismo local floresceu. O que começou como um movimento de apoio tornou-se uma referência de liderança e desenvolvimento econômico na região.”
2. Seus valores e propósitos
“Nosso propósito central é o protagonismo. Acreditamos que, quando uma mulher lidera, ela transforma não apenas o seu negócio, mas toda a sua comunidade. Nossos valores são pautados na colaboração, na ética e no crescimento conjunto. Não estamos aqui apenas para ‘fazer negócios’, mas para criar um ambiente onde o desenvolvimento profissional caminhe lado a lado com o fortalecimento da mulher enquanto gestora e tomadora de decisão.”
3. Sua trajetória e impacto
“A trajetória do Núcleo é marcada pela evolução constante. Hoje, nossos encontros quinzenais são estratégicos: realizamos capacitações com o apoio do Sebrae, apresentamos nossas empresas e geramos conexões reais de mercado.
Um dos nossos maiores orgulhos é o evento anual ‘Histórias Reais de Mulheres Reais’, que acontece em maio. Ele é o símbolo do nosso impacto, pois humaniza a figura da empresária e mostra que, por trás de todo CNPJ de sucesso, existe uma trajetória de superação. Além disso, temos hoje uma representatividade que ultrapassa os limites da cidade, alcançando esferas estaduais.”
4. A força coletiva que representam
“Representamos a quebra da solidão empreendedora. Empreender pode ser um fardo se feito isoladamente, mas, coletivamente, torna-se uma jornada enriquecedora. Discutimos abertamente os desafios da ‘mulher multitarefa’ e transformamos essas dores em soluções compartilhadas. Nossa força vem da união: quando uma de nós cresce, o grupo todo sobe de nível. Somos uma rede de apoio que prova, diariamente, que o talento feminino é um dos maiores motores da economia de Palhoça.”
ACIP Mulher.
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