Celebridades
Conheça Glauber Pádua, Eleito Homem Mais Belo do Brasil
Glauber Pádua, o brilhante Mister Goiás 2022, alcançou o pináculo da beleza masculina ao ser coroado como o Mister Brasil 2023. A emocionante cerimônia ocorreu na cidade de São Paulo, em 9 de setembro, durante a maior feira de Beleza das Américas, deixando um legado de inspiração e orgulho. Com 31 anos de idade e impressionantes 1,98 metros de altura, Glauber é um exemplo de dedicação e carisma.
Além de sua presença imponente, Glauber Pádua também é acadêmico em Ciências Contábeis, mostrando sua versatilidade e compromisso com a excelência em múltiplas áreas. Sua jornada para a conquista do título de homem mais belo do Brasil é um testemunho de determinação e paixão, inspirando não apenas os amantes da moda, mas todos aqueles que buscam realizar seus sonhos.
O coordenador estadual de Glauber, Fernando Ferreira, é um admirador fervoroso da emoção que ele trouxe como Mister Goiás e, com grande entusiasmo, celebrou o momento histórico em que Glauber trouxe o título de homem mais belo do Brasil para Goiás pela primeira vez, na categoria oficial. A conquista de Glauber Pádua é uma celebração de sua jornada extraordinária e um lembrete de que a verdadeira beleza vai além da aparência física, incluindo caráter, inteligência e compromisso com a comunidade. Parabéns a Glauber Pádua por essa conquista inspiradora!
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O Núcleo Mulher CDL Palhoça e a força do empreendedorismo feminino.
Em um cenário onde o empreendedorismo feminino cresce de forma significativa, iniciativas que promovem conexão, apoio e desenvolvimento entre mulheres tornam-se cada vez mais essenciais. É nesse contexto que se destaca o Núcleo Mulher CDL de Palhoça, um movimento que vai muito além de um grupo de empreendedoras: trata-se de uma rede viva de fortalecimento, aprendizado e transformação.
Desde sua criação, o núcleo tem se consolidado como um espaço seguro e acolhedor para mulheres que desejam crescer profissionalmente, trocar experiências e desenvolver suas habilidades. O grupo nasceu com cerca de 15 participantes e, ao longo do tempo, expandiu-se de forma expressiva, reunindo hoje mais de 180 mulheres com histórias, perfis e trajetórias diferentes, mas que compartilham um mesmo propósito: crescer juntas e fazer a diferença em seus negócios e na comunidade.
Mais do que promover oportunidades de negócios, o Núcleo Mulher CDL Palhoça se destaca por incentivar o desenvolvimento pessoal e profissional de suas integrantes. A troca de experiências é um dos pilares do grupo, permitindo que cada participante aprenda com as vivências das demais, fortalecendo uma rede de apoio baseada em confiança, respeito e colaboração.
Os valores que norteiam o núcleo refletem esse compromisso coletivo. Entre eles estão o comprometimento com o crescimento das empreendedoras, a ética nas relações, o respeito à privacidade, a empatia, a disponibilidade para colaborar, a força de vontade diante dos desafios e a criatividade para buscar soluções inovadoras.
Ao longo do ano, o núcleo promove encontros, palestras, workshops e eventos que estimulam o aprendizado e a conexão entre as participantes. Um dos momentos mais marcantes é o “Café entre Elas”, encontro que reúne mulheres para conversas inspiradoras sobre liderança, autoconhecimento e propósito de vida. Essas iniciativas reforçam a missão do grupo de conectar e fortalecer mulheres empreendedoras, criando oportunidades reais de desenvolvimento.
No ano de 2025, o núcleo viveu um momento histórico com a realização da primeira edição do livro “Histórias que Inspiram”. A obra reuniu relatos de 16 mulheres empreendedoras que compartilharam suas trajetórias, desafios e conquistas no universo do empreendedorismo feminino. O projeto representou um marco para o Núcleo Mulher CDL Palhoça, eternizando experiências, fortalecendo a identidade do grupo e inspirando outras mulheres a acreditarem em seu potencial.
O futuro do núcleo é promissor. Com bases sólidas, propósito claro e mulheres comprometidas com o desenvolvimento coletivo, o grupo continua demonstrando que, quando mulheres se unem com propósito, não há limites para o que podem conquistar. Afinal, quando uma mulher avança, todas avançam com ela.
Mayara de Oliveira Nunes
Advogada e Coordenadora do Núcleo Mulher CDL Palhoça
Celebridades
Nova Zelândia é o 7º destino educacional na preferência dos estudantes brasileiros
(Lançamento dos dados aconteceu na sede da Pearson, em São Paulo, e foi acompanhada por agentes do setor. Imagem: gráfico extraído da apresentação realizada pela Belta)
- Qualidade de ensino das Instituições educacionais da Nova Zelândia reflete na pesquisa da Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta) apresentada nesta quinta-feira (23/05); mapeamento foi realizado entre março e abril de 2024 com estudantes e agências de intercâmbio de todas as regiões do Brasil
De acordo com pesquisa da Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association) divulgada nesta quinta-feira (23/05), a Nova Zelândia ocupa a sétima posição na lista dos destinos educacionais preferidos por estudantes brasileiros. A apuração feita pela Belta, que reúne empresas do setor de intercâmbio no Brasil, ouviu 836 intercambistas e 569 agentes de educação internacional.

(Imagem: gráfico extraído da apresentação realizada pela Belta)
A escolha do destino é justificada pelas ótimas posições da Nova Zelândia em diversos rankings internacionais de qualidade de vida, educação, proteção de direitos civis, transparência governamental e segurança/direitos para as mulheres. Outros fatores também indicam o país como uma escolha acertada: a legislação que permite estudar e trabalhar durante o intercâmbio, a facilidade de obtenção de visto e a existência de belezas naturais e atrações culturais.

(Fatores que influenciaram a escolha do destino internacional.
Imagem: gráfico extraído da apresentação realizada pela Belta)
O principal objetivo dos estudantes ao participar de um intercâmbio é poder realizar o sonho de conhecer países e culturas diferentes (39,6%); e o segundo é o interesse de investir em idiomas (27,2%), sendo que a maioria (77%) escolhe estudar a língua inglesa ao viajar.
A qualidade de ensino é mais uma das razões indicadas pelos pesquisados ao escolherem a Nova Zelândia. Todas as universidades do país estão ranqueadas entre as 2% melhores do mundo pelos principais índices internacionais, como QS World Universities e THE – Times Higher Education.
Índices favorecem posição
Os dados da Pesquisa Selo Belta 2024 reforçam a indicação internacional do índice Better Life, que mede variáveis que compõem a qualidade de vida de países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Nessa apuração, a Nova Zelândia figura como um dos melhores países do mundo para se viver, apresentando expectativa de vida de cerca de 82 anos, um ano a mais do que a média da OCDE.
O pequeno país da Oceania também é reconhecido como uma das nações que melhor educa para o futuro – o país ocupa a terceira posição (é primeiro entre os países de língua inglesa) do ranking mundial realizado e divulgado pela revista The Economist.
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Acupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.
As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi
Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.
Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.
O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.
É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).
Sensação de qi
De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]
Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.
As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]
Práticas relacionadas
Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.
A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).
Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.
Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).
Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.
Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas. Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.
Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos. Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.
Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.
Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.
A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.
A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.
Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).
Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]
FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/
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