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Cultura

Dinâmicas para projeto e intervenção a partir da literatura

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No dia 30 de novembro, quinta-feira, a partir das 8h, será realizado, na PUC-SP, o evento “Seminário PLIT: Dinâmicas para Projeto e Intervenção a partir da Literatura”.

Com base na literatura, em sentido amplo e em diálogo com outras áreas e formas de conhecimento, pressupomos ações que possam ser promovidas no plano social, por meio de iniciativas e práticas diversas — com propósito de agregar, incluir e melhorar a vida das pessoas. Estimulados por conversas e performances trazidas pelos participantes da programação do evento-seminário PLIT, gostaríamos de materializar esse pensamento propositivo de maneira criativa, convidando o público a imaginarmos, juntos, possíveis intervenções.

O PLIT (Programa-Laboratório Integrado Transdisciplinar) é uma proposta experimental que promove a aproximação da literatura com outras áreas do conhecimento a partir de uma perspectiva de pesquisa inovadora e com objetivo de gerar impacto social.

CONVIDADOS (em ordem alfabética)

Denise Stoklos, atriz e dramaturga

Dimy Unclear, grafiteiro

Eduardo Nicolau, fotógrafo e editor (Jornal Estado de S.Paulo 1997-2020)

Emma Jova, atriz e os grupos de teatro: Benvinda Cia e Geometrias (In)Congruentes

Eva Furnari, escritora e ilustradora

Gabriela Romeu, jornalista e curadora

Renata Meirelles, educadora e documentarista (Territórios do Brincar)

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“Manifesto inclusivo”, com estudantes do ensino fundamental II, integrantes do Projeto AEL Mauricio de Sousa, na escola EMEF Júlio de Grammont (DRE São Mateus)

SERVIÇO

Dia: 30 de novembro

Horário: 8h-17h (intervalo para almoço das 12 às 13h)

Local: PUC-SP (R. Monte Alegre, 984 – Perdizes). Auditório: 117A

Público: Aberto ao público em geral, permite inscrição especial aos educadores da rede pública de ensino, pesquisadores e outros interessados.

Inscrições para o público geral: https://forms.gle/ttcKwLASp4Wu6RKP8

Inscrições para professores da rede municipal: https://forms.gle/tdAVv2LLPD4MeV2s7

BENVINDA CIA

A Benvinda Cia. nasceu em 2016 a partir do desejo de participantes de diferentes grupos teatrais da Cultura Inglesa de aprofundar sua investigação em práticas artísticas. Pesquisadores de uma linguagem Pop e contemporânea e da transposição da estética das histórias em quadrinhos para a cena, contou com apresentações e temporadas em teatros paulistanos como iNBOx Cultural, Parlapatões, Viga Espaço Cênico e Cia da Revista; e centros culturais como a Casa1, Centro Cultural Grajaú, Casa de Cultura Parelheiros, Centro Cultural Vila Formosa, Casa de Cultura Tremembé e o Centro Cultural da Diversidade, além de apresentações em escolas da rede municipal e escolas particulares. O grupo investe na colaboração entre seus atores-criadores e direção, criando dramaturgias completamente autorais que dialogam com o mundo que nos cerca, e expande sua pesquisa para outras mídias, com a publicação de duas HQs pela Editora Giostri (“Limonada” e “Ana e a Baleia”, ambas à partir de peças homônimas da companhia), peças podcasts, leituras dramáticas ilustradas, peças em formato digital, vídeos ensaísticos sobre a cultura pop e da realização de oficinas abertas nas linguagens do corpo e das artes visuais.

No dia 30 de Novembro, o diretor artístico da Benvinda Cia, João Hannuch, estará acompanhado da atriz e produtora Emma Jovanovic na PUC SP, em parceria com o projeto PLIT para discutir sobre as relações entre a literatura e a arte transmídia. Autor e ilustrador de três HQs publicadas como adaptações de peças do grupo, João é Mestre em Teatro POP e Transmídia pela Escola Superior de Artes Célia Helena, e abordará parte de sua pesquisa a partir da apresentação de suas publicações, de mind map ilustrado e trechos de vídeos ensaísticos e de leituras dramáticas realizadas pela Benvinda Cia, a fim de explorar as diferentes intervenções da literatura na sociedade e na educação, sobretudo na voltada a crianças e adolescentes.

DENISE STOKLOS

Nascida em 1950, em Irati, PR, é atriz, autora, diretora e professora.

Em 1972, graduou-se em Ciências Sociais pela PUC-PR e Jornalismo pela UFPR. Em 1968, iniciou sua carreira no Teatro em Curitiba-PR, desde então sendo dirigida no Rio e em São Paulo por diretores inesquecíveis como Antonio Abujamra. Em 1978 estudou Mímica em Londres iniciando sua carreira internacional. Em 1987 criou um estilo chamado “Teatro Essencial” – no qual usa o mínimo de recursos externos, só o corpo, a voz e um terceiro elemento que vem do intelecto, memória, intuição: a dramaturgia.

Ao longo de seus cinquenta e dois anos de carreira criou diversos Solos Teatrais que são mantidos em repertório permanente. Foi convidada para apresentá-los em 33 países.

Tem recebido prêmios no Brasil (Ordem do Mérito Cultural, Ordem do Rio Branco, Ordem do Pinheiro, Shell, APETESP, APCA, Mambembe) e no exterior (Romênia, Cuba, Edinburgh). Em 2013, recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Estadual do Centro Oeste – UNICENTRO, PR.

É uma das únicas atrizes brasileiras que trabalha apenas em teatro, não faz telenovelas.

Dias 15, 16 e 17 de dezembro fará um curso de imersão sobre performance a todos os interessados. Informações em seu Instagram @denisestoklosoficial.

DIMY UNCLEAR (@dimysp)

Grafiteiro paulistano iniciou sua trajetória em meados de 1998 tendo como suporte paredes para a realização de seus trabalhos. A busca pelo crescimento não cessou, atuando na área do design, criando estampas para diversas marcas de surf e dividindo seu tempo em uma produtora educacional. Hoje também assina seu trabalho com um símbolo.

EDUARDO NICOLAU

Fotógrafo com mais de 20 anos de experiência em redação de jornal. É formado em Fotografia pelo Senac.

Foi editor geral de fotografia do Jornal O Estado de S.Paulo entre 2010 e 2020 e fotógrafo (também do Estadão e Jornal da Tarde) de 1997 a 2010

Organizou e realizou cobertura fotográfica de quatro copas do mundo (Alemanha, África, Brasil e Rússia), três olimpíadas (Pequim, Londres e Brasil), crises civis no Haiti, Equador, eleições e viagens presidenciais (Vietnã e China)

Tem publicados os livros “Retrato de Jornal” (Letras do Brasil, 2013) e “Retratos” (Ipsis, 2022). Recebeu as seguintes premiações: Prêmio Estado de Jornalismo 2003, 2006 e 2009; Prêmio Líbero Badaró 2006; Prêmio Vladimir Herzog 2002. Indicado ao Prêmio Esso 2002 e 2006

EVA FURNARI

Nasceu em Roma em 1948 e veio para o Brasil com 2 anos de idade. Formou-se em Arquitetura pela USP e foi professora de artes no Museu Lasar Segall de 74 a 79.

Começou sua carreira de escritora e ilustradora de livros infantis e juvenis em 1980 e tem 64 livros publicados. Publicou, por quatro anos, histórias da Bruxinha nos suplementos infantis dos jornais Folha de São Paulo e Estado de São Paulo. Seus livros foram publicados na Inglaterra, Turquia, China, Chile, México e muitos deles foram adaptados para o teatro.

Ao longo de sua carreira, foi premiada diversas vezes. Recebeu 8 vezes o Prêmio Jabuti pela CBL, foi premiada 9 vezes pela FNLIJ e recebeu o APCA pelo conjunto da obra.

www.evafurnari.com.br

@eva.furnari.oficial

GABRIELA ROMEU

Escritora, jornalista e documentarista, com mais de vinte anos de atuação em projetos que criam pontes entre infâncias.No jornal Folha de S.Paulo, editou o caderno Folhinha e coordenou o projeto Mapa do Brincar (www.mapadobrincar.com.br), vencedor do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo (2010).

Atua na crítica de teatro infantil, membro da APCA, e escreveu sobre literatura e cinema, sempre integrando diversas comissões de festivais, mostras e editais voltados à produção cultural para a infância. É curadora de exposições e instalações que circulam em diferentes espaços culturais (Sescs, festivais).

É autora de livros que recontam o real e o imaginário das infâncias brasileiras.

É corroteirista do documentário “Disque Quilombola” e diretora de “Meninos e reis” e “Quintais do Xingu”. Atuou como cocuradora da exposição “Trilhas do Brincar”, que circulou por três unidades do Sesc-SP, e das instalações “Inventário dos Cabinhas”, “Infâncias” e “Na rua dos Meninos” em unidades do Sesc e outros espaços culturais.

GEOMETRIAS (IN)CONGRUENTES

Geometrias (In)congruentes é uma metodologia de pesquisa para artes cênicas que serve tanto para improvisação guiada levada a público, como também para o uso interno em grupos artísticos e instituições de ensino a fim de desenvolvimento didático e criativo. Trata-se de um tabuleiro para se jogar teatro, uma ação cênica improvisada a partir de um jogo de dados. O tabuleiro é dividido em quatro áreas – luz, som, corpo e vídeo -, e os dados determinam o perfil da criação – características da qualidade de ação, imagem ou som gerada. Há um microfone no espaço, acessível a qualquer um que queira intervir nas cenas com comentários, depoimentos, leituras de materiais literários disponíveis ou quaisquer outras declamações.

Desenvolvida pelo artista transmidiático pernambucano Luiz Manuel, a metodologia investiga fruição e formação artística por meio da improvisação guiada, sob uma perspectiva tanto artística quanto sociológica. Propõe também uma reflexão acerca da autonomia do público, que faz uso de seu próprio repertório e bagagem cultural para a criação, interligando memória, identidade e jogo no espaço-tempo artístico e teatral.

No dia 30, o Núcleo de Treinamento Geometrias (In)congruentes estará presente na PUC-SP para participação no Projeto PLIT, apresentando uma rodada-demonstração do jogo, exibindo o mini-documentário da pesquisa e conduzindo um diálogo acerca das relações entre teatro, literatura, memória e performatividade. O coletivo pretende demonstrar as maneiras com que os atravessamentos da leitura na contemporaneidade podem ser levados à cena, por meio de improvisos que evocam os repertórios de cada indivíduo e põem em xeque os paradigmas atrelados ao purismo das artes e das linguagens.

RENATA MEIRELLES

Educadora e documentarista. Viaja pelo país estudando a infância brasileira e seus brincares.

Mestre em educação pela USP. Idealizadora do Projeto BIRA – Brincadeiras Infantis da Região Amazônica (www.projetobira.com) e do Projeto Território do Brincar (www.territoriodobrincar), uma co-realização com o Instituto Alana.

Publicou os livros “Giramundo e Outros Brinquedos e Brincadeiras dos Meninos do Brasil” (editora Terceiro Nome), vencedor do Prêmio Jabuti de 2008 e “Cozinhando no Quintal”, da mesma editora.

Curadora de exposições sobre o brincar em unidades do SESC: “Mais de Mil Brinquedos para a Criança Brasileira” – SESC Pompéia, “Trilhas do Brincar” SESC Santos, Santo André e Araraquara e “Brinquedos dos Meninos do Brasil”, Regional SESC Santa Catarina.

Diretora de diversos curtas-metragens sobre a temática do brincar, tais como como “Bambeia” e “Disque Quilombola”, vencedores de prêmios em festivais de cinema nacionais e internacionais.

Dirigiu os documentários “Território do Brincar”, uma co-produção de Maria Farinah Filmes e Ludus Videos, e “Brincar Livre: de dentro para fora”, que, em parceria com o Instituto Alana, acompanhou famílias diversas da Grande São Paulo durante a pandemia e registrou os processos pelos quais as crianças e suas brincadeiras passaram ao longo desse período.

 

 

SOBRE O PROJETO PLIT:

O PLIT, Programa-laboratório integrado transdisciplinar para formação acadêmica e pedagógica, é um projeto financiado pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), no Programa de Pós-Doutorado Estratégico. Engendrado na cultura de design e projeto (PIVETTI, 2019), o PLIT é uma proposta experimental destinada à idealização de modelos inter e transdisciplinares, que promove a aproximação da literatura com outras áreas do conhecimento a partir de uma perspectiva de pesquisa inovadora e tendo por objetivo final a criação de proposições de impacto social. Entendendo a pesquisa como método de inovação e experimentação, o projeto lança mão de uma abordagem experimental programática e investiga por que caminhos de concepção metodológica e crítica é possível se contribuir para uma formação em literatura que, baseada em transdisciplinaridade, possa articular pensamento, experiência e produção científica de modo a disparar práticas e intervenções de valia social, na educação e outros setores. Para isso, o Programa-laboratório propõe integrar processos e produtos, visando criar diversificadas oportunidades de engajamento para os pesquisadores, ampliar as relações com a literatura e a sociedade e valorizar uma formação de intercâmbio cultural, dentro e fora do espaço acadêmico, atraindo públicos diversos.

Coordenação: Diana Navas, supervisora e docente PUC-SP e Michaella Pivetti, designer-curadora e pesquisadora pós-doutoranda do PPGLCL, PUC-SP.

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Cultura

Rita Homem lança livro que ressiginifica temática espiritual e de cunho motivacional justamente na Era da tecnologia

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Gotejar Em Cavernas Vazia: Da ruptura para o nascimento de um novo ser

Pelo olhar da Escritora Rita Homem que também é Advogada Tributarista, Psicopedagoga, Psicoterapeuta TTS, Terapia Transpessoal Sistêmica em curso.

Reformular suas vivências e colocar o ser humano como ponto de desenvolvimento espiritual e ao mesmo tempo ajudar o próximo em suas reflexões, análise e libertação foi o que motivou a autora a lançar o seu primeiro livro motivacional de título: Gotejar Em Cavernas Vazia: Da ruptura para o nascimento de um novo ser.

A viagem na leitura:

A obra se refere a coletânea de exposição de pensamentos com o propósito de transportar o leitor para o seu mundo subjetivo, momento de introspecção, descoberta e redescoberta com o melhor de si. O livro traz histórias reais com experiências autênticas, superações e lições aprendidas.

São abordagens ancoradas por fatos vivenciados pela autora e terceiros. Onde busca transmitir mensagens de resiliência e esperança.

O foco do conhecimento e autoconhecimento:

O livro de natureza motivacional objetivou fornecer ferramentas para despertar o leitor a se transformar, virar a chave e se tornar protagonista da sua própria história. Transformando e ressignificando sentimentos, adaptando assim uma nova perspectiva da realidade.

Os escritos focam no desenvolvimento de habilidades sociais, emocionais e práticas, além do crescimento pessoal e autodesenvolvimento que é a alma do livro.

A sequência de capítulos desperta reflexões internas e ativa o poder libertador da essência de cada indivíduo.

“Foi em Outubro de 2023 que tive um despertar espiritual e ao mesmo tempo um chamado que adotei como missão. ” Assim diz a autora como motivo para a sua criação.

Rita também diz que buscou no título do livro simbologias e significados reais de profundidade espiritual.

Gotejar traduz o processo de desenvolvimento pessoal que é o foco para o progresso e por meio dele expandir horizontes, adquirindo novas habilidades, tornando seres mais conscientes para desempenhar o seu melhor papel na sociedade. Tornando também o ser humano um agente ativo e
transformador.

Vendas acontecem em forma de e-book na plataforma digital Hotmart

Acompanhe a autora nas Redes Sociais:
https://www.linkendin.com/in/rita-homem-78baa0115
Instagram: @ritahomembarreto
Facebook: Rita H. Barreto

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Cultura

Veleiro Witness, do Greenpeace, vem ao Brasil para expedição científica na bacia da Foz do Amazonas

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Chega a Belém (PA), em 28 de fevereiro, o veleiro Witness, a mais nova embarcação do Greenpeace. A presença do Witness em águas brasileiras é parte da expedição Costa Amazônica Viva, do Greenpeace Brasil, que, entre outras atividades, vai fomentar o aprofundamento de conhecimento científico sobre a costa do Amapá, e os potenciais impactos da exploração de petróleo na região.

Em um contexto de abertura de novas fronteiras de exploração de petróleo na Amazônia, em áreas extremamente sensíveis do ponto de vista socioambiental e insuficientemente conhecidas pela ciência, o objetivo da expedição científica é coletar dados sobre as correntes marítimas da região. Pesquisadores do Instituto de Pesquisa Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), responsáveis pelo estudo, lançarão derivadores (equipamentos oceanográficos que emitem sinais de localização GPS) em diferentes pontos da Bacia da Foz do Amazonas para mapear as correntes de superfície no litoral do Amapá.

A expedição permitirá, entre outros objetivos, a obtenção de mais informações sobre a dinâmica das águas costeiras e oceânicas na bacia da Foz do Amazonas, que sofrem influência direta da descarga de águas do rio Amazonas.

O estudo busca contribuir para um entendimento mais acurado sobre a trajetória de eventuais vazamentos de petróleo, já que não há um consenso científico sobre tais dinâmicas. Pelo contrário, há um dissenso fundamental: as modelagens de dispersão de óleo apresentadas pela Petrobras, que indicavam que ele não chegaria até a costa foram recebidas com ceticismo por oceanógrafos de renomadas instituições do país.

Ainda há incertezas em relação ao risco do petróleo derramado atingir a costa amazônica, os manguezais, os rios, terras indígenas, açaizais e lavouras da região. Esses dados também são centrais para que a empresa apresente ações de prevenção e mitigação de impactos do óleo.

A modelagem da Petrobras contraria, ainda, relatos de comunidades indígenas e pescadores da região, que não tiveram suas vozes ouvidas, e afirmam reiteradamente que diversos objetos caídos em alto-mar já chegaram à costa do Amapá, aos rios e mangues do Oiapoque.

Além do mapeamento das correntes marinhas superficiais, que vem inclusive da oitiva desses relatos das comunidades locais, a expedição trará a percepção de povos indígenas e outros atores do território sobre a questão do petróleo na região, além de documentar os ambientes costeiros e Unidades de Conservação, mostrando a importância socioambiental da costa amazônica.

Com a expedição, o Greenpeace pretende fomentar o debate público em relação aos potenciais impactos do petróleo na região, cobrar responsabilidade das entidades de Estado (e o próprio governo) para que os povos do território e a ciência sejam escutados e que se respeite o Princípio da Precaução – que prevê a não implementação de projetos sem que haja consenso científico em relação à região e os potenciais impactos das atividades.

O Witness possui 22,5 metros de comprimento e, devido à elevação da quilha e do leme, é capaz de navegar em águas rasas e inacessíveis a barcos maiores. Adaptações tecnológicas promovidas na embarcação em 2022 visam tornar o veleiro mais ecológico e incluem células solares, turbinas eólicas e um sistema otimizado de gerenciamento de energia.

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Cultura

Estrela Do Terceiro Milênio É Campeã De 2024 Do Grupo De Acesso 1

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No Jubileu de Prata da escola, ano de comemoração dos 25 anos de fundação, a Milênio trouxe novamente o caneco para o Grajaú e garante a vaga para o grupo Especial em 2025.

Com o tema “Vovó Cici conta e o Grajaú canta: o mito da criação”, desenvolvido pelo carnavalesco Murilo Lobo, a agremiação apresentou na passarela do samba o enredo afro-religioso inspirado como a griô Cici de Oxalá conta para as crianças como os orixás criaram o mundo em que vivemos, através da mitologia iorubana. De forma lúdica, alegre e muito colorida, a Milênio passou leve e pulsante na Avenida ao ritmo da bateria Pegada da Coruja, conduzida pelo mestre Vitor Velloso.

“Fizemos um trabalho intenso e muito focado para retornar ao Especial. Optamos por um enredo emocionante e vovó Cici é muito encantadora e conquistou nossa comunidade e o mundo do Carnaval. Estamos felizes demais e o Grajaú também. Agora para o ano que vem contamos com todo povo do Grajaú para chegarmos pesado no Especial. Lembrando que nossas fantasias são gratuitas para alas e composições de alegorias e ensaios”, conta Silvão Leite, presidente e fundador da escola. Esse ano o projeto de Carnaval contou com a Lei de Incentivo à Cultura Pronac 231927.

Além da comunidade que empolgou o público, destaque para samba-enredo, trilha sonora interpretado por Grazzi Brazil e Darlan Alves que empolgaram o Anhembi e convidaram o público a cantar com os componentes durante o desfile. Esse é o 7° título da história da agremiação. Quem não viu o desfile pode rever pelo YouTube da LigaSP no link: https://www.youtube.com/watch?v=shLLEMMelyo&t=6s

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