Cultura
Musical infantil “TumPaTaTum” encerra temporada, neste domingo (02/06), na Ecovilla Ri Happy, no Jardim Botânico
Com texto de Tamiris Pires e Cella Bártholo e direção de Alain Catein, o espetáculo da In Cena Produções apresenta quatro carismáticos personagens, com a missão intergaláctica de resgatar as tradicionais cantigas de roda brasileiras
Com o objetivo de resgatar e apresentar versões atuais das antigas cantigas de roda para as novas gerações, o musical infantil
“TumPaTaTum” encerra temporada, neste domingo (02/06), na Ecovilla Ri Happy, no Jardim Botânico, com sessões no sábado, às 16h, e no domingo, às 14h e 16h. Com texto de Tamiris Pires e Cella Bártholo, direção de Alain Catein, direção musical de Caio Loureiro e coreografias da Bella Mac, o espetáculo promove uma viagem divertida e cronológica pelos clássicos da música infantil brasileira. No repertório, estão reunidas mais de 20 canções tradicionais, como “Ciranda, Cirandinha”, “O Cravo e a Rosa”, “Marinheiro só” e “Sapo Cururu”. Este é o primeiro infantil profissional do Grupo In Cena, que iniciou suas atividades em 2020, e é formado pela escola In Cena Casa de Artes e pela In Cena Produções.

A trama de “TumPaTaTum” acompanha quatro personagens – o professor Terry, a pilota Thea e os gatinhos intergalácticos Tetê e Toninho. Eles formam uma banda que viaja no espaço procurando itens do passado para que sejam preservados e nunca esquecidos no futuro. No elenco, estão Lara Mendes, Vitor Louzada, Malu Coimbra e João Alves.

“A gente reúne em cena esses quatro personagens muito carismáticos, que formam uma banda e têm essa missão de viajar pelo espaço procurando canções que não podem ser esquecidas. Eu sou muito fã de gato e quis criar personagens inspirados nos meus próprios bichanos, que participam desse lindo projeto de preservação da memória cultural brasileira”, conta a coautora da peça e diretora artística da In Cena, Cella Bártholo.

Parceiro da In Cena, Alain Catein participou como ator e foi preparador de elenco de “Nas Alturas”, prática de montagem da escola, e foi professor de teatro de um curso de férias. Com experiência em montagens infantis (como integrante da importante Companhia Boto Vermelho), Alain foi convidado para assumir a direção de “TumPaTaTum”.

“Um dos aspectos mais interessantes deste espetáculo é que a gente mostra que, uma das maneiras de salvar as canções do tempo dos nossos avós, é criar novas versões que dialogam com crianças e jovens”, descreve Alain. “São arranjos originais feitos para cativar os filhos, sem deixar de encantar os pais”, acrescenta o diretor.
Com o objetivo de fomentar o musical brasileiro, a In Cena pretende investir em projetos inéditos e brasileiros. Depois de “TumPaTaTum”, a equipe vai montar o adulto “República Lee – Um musical ao som de Rita”, em julho, em São Paulo. “A gente sabe que tem muitos artistas talentosos aqui nas áreas de dramaturgia, composição, dança, e queremos fomentar esse mercado”, completa Cella.
Sobre o Grupo In Cena
A In Cena Casa de Artes funciona em um espaço de mais de 400 metros quadrados, em Botafogo, RJ, com quatro salas (Bibi Ferreira, Fernanda Montenegro, Ruth de Souza e Amazonas), um estúdio (batizado de Gonzaguinha), camarim, vestiários e um amplo terraço – um local de convivência a céu aberto. É especializada na formação de atores para o teatro musical, e oferece cursos de preparação para musical, teatro infantil, teatro jovem, prática de montagem, prática de produção, entre outros.
A In Cena Produções, braço do grupo aberto em janeiro de 2022, é focada em produções culturais das mais diversas áreas, abrangendo musicais, audiovisuais, peças, monólogos e stand-ups. Organiza shows, festas, saraus, festivais, eventos corporativos e beneficentes; elabora e realiza projetos autorais, e oferece assistência completa e abrangente a atores, cantores, técnicos, músicos e bailarinos.
Ficha técnica:
Direção Geral: Alain Catein
Texto: Tamiris Pires e Cella Bártholo
Elenco: Lara Mendes, Vitor Louzada, Malu Coimbra e João Alves
Direção Musical: Caio Loureiro
Direção Musical residente: Marina Zanol
Direção de produção: Glauce Carvalho
Coreografias: Bella Mac
Direção Artística: Cella Bartholo
Idealização: Glauce Carvalho
Serviço :
Temporada: 11 de maio a 2 de junho
Ecovilla Ri Happy: Rua Jardim Botânico, 1.008 – Rio de Janeiro/RJ
Telefone: 3553-2616
Dias e horários: sábado, às 16h. e domingo, às 14h e 16h.
Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada)
Duração: 60 minutos
Lotação: 350 pessoas
Classificação etária: Livre
Venda de ingressos: https://www.eventim.com.br/artist/tum-pa-ta-tum/
A bilheteria funciona às sextas, das 13h às 22h, e aos sábados e domingos, das 10h às 22h. Não é preciso comprar a entrada do Parque, apenas o ingresso para a programação.
Celebridades
Grupo Especial – ACIP Mulher.
1. A história do grupo
“O Núcleo ACIP Mulher nasceu em 2017, dentro do Programa Empreender, fruto de uma percepção clara: as mulheres empresárias de Palhoça precisavam de um ecossistema próprio. Hoje, completando 9 anos de atuação, olhamos para trás e vemos que aquela semente de fortalecer o empreendedorismo local floresceu. O que começou como um movimento de apoio tornou-se uma referência de liderança e desenvolvimento econômico na região.”
2. Seus valores e propósitos
“Nosso propósito central é o protagonismo. Acreditamos que, quando uma mulher lidera, ela transforma não apenas o seu negócio, mas toda a sua comunidade. Nossos valores são pautados na colaboração, na ética e no crescimento conjunto. Não estamos aqui apenas para ‘fazer negócios’, mas para criar um ambiente onde o desenvolvimento profissional caminhe lado a lado com o fortalecimento da mulher enquanto gestora e tomadora de decisão.”
3. Sua trajetória e impacto
“A trajetória do Núcleo é marcada pela evolução constante. Hoje, nossos encontros quinzenais são estratégicos: realizamos capacitações com o apoio do Sebrae, apresentamos nossas empresas e geramos conexões reais de mercado.
Um dos nossos maiores orgulhos é o evento anual ‘Histórias Reais de Mulheres Reais’, que acontece em maio. Ele é o símbolo do nosso impacto, pois humaniza a figura da empresária e mostra que, por trás de todo CNPJ de sucesso, existe uma trajetória de superação. Além disso, temos hoje uma representatividade que ultrapassa os limites da cidade, alcançando esferas estaduais.”
4. A força coletiva que representam
“Representamos a quebra da solidão empreendedora. Empreender pode ser um fardo se feito isoladamente, mas, coletivamente, torna-se uma jornada enriquecedora. Discutimos abertamente os desafios da ‘mulher multitarefa’ e transformamos essas dores em soluções compartilhadas. Nossa força vem da união: quando uma de nós cresce, o grupo todo sobe de nível. Somos uma rede de apoio que prova, diariamente, que o talento feminino é um dos maiores motores da economia de Palhoça.”
ACIP Mulher.
Arte
ANCORD e Agrinvest debatem oportunidades de expansão do mercado financeiro com o agronegócio no Sul do país.
Região abriga mais de 6.600 assessores de investimento certificados, equivalente a 24,6% do total do Brasil.
Responsável por mais de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o agronegócio tem ampliado sua conexão com o mercado financeiro e impulsionado a demanda por profissionais preparados para atuar em temas como commodities, crédito rural, hedge cambial e derivativos agrícolas. Para discutir esse cenário e as oportunidades geradas por essa aproximação, a ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) e a Agrinvest Commodities promoverão, no dia 8 de julho (quarta-feira), às 19h, em Curitiba (PR), o Encontro de profissionais do mercado financeiro que querem crescer no agro.
Voltado a profissionais e estudantes das áreas de finanças, economia e agronegócio, o encontro apresentará como o conhecimento sobre o agro pode ampliar as possibilidades de atuação na indústria de investimentos e contribuir para um atendimento mais qualificado aos investidores.
Cenário
A escolha da Região Sul do Brasil para o evento não é casual: o Paraná é um dos principais polos do agronegócio nacional, com forte produção de grãos e proteína animal, e concentra empresas, cooperativas e instituições financeiras que demandam cada vez mais profissionais com esse duplo repertório. O Sul concentra atualmente 6.683 assessores de investimento certificados pela ANCORD. É o segundo maior mercado do país, representando 24,6% do total de profissionais. Desde 2020, a região experimentou um crescimento de 145% na quantidade de assessores.
Pensando nesse mercado, foi lançada em julho de 2024 pela ANCORD, em parceria com a Agrinvest, a certificação Agro 100. Trata-se de um selo de excelência que conecta o mercado financeiro à realidade do campo.
Programação
A participação da ANCORD reforça a importância da capacitação contínua em um mercado em constante transformação. Representando a entidade, Orlando Junior, Diretor de Certificação e Educação Continuada, abordará como o desenvolvimento de novas competências pode preparar os profissionais para atuar em segmentos estratégicos da economia brasileira e acompanhar a evolução das demandas dos investidores.
Eduardo Vanin, Estrategista Sênior de Agricultura da Marex e Analista do Complexo Soja, abordará o cenário atual do agronegócio, as oportunidades que o setor abre para assessores de investimento, os movimentos de mercado que impactam investidores e como os profissionais podem ampliar as conversas com seus clientes a partir do repertório do agro. Com mais de 20 anos de experiência nos mercados de commodities agrícolas e derivativos, Vanin atende atualmente grandes fundos de investimento no Brasil e na China, além de trading companies, oferecendo análises e estratégias para a gestão de riscos e oportunidades no agronegócio.
O evento será realizado de forma presencial, às 19h, com participação gratuita mediante inscrição prévia e vagas limitadas.
Serviço:
Evento: Encontro de profissionais do mercado financeiro que querem crescer no agro
Data e horário: 8 de julho de 2026 (terça-feira), às 19h
Local: Agrinvest Commodities — Curitiba (PR)
Gratuito, com inscrições limitadas
Inscrições: https://link.agrinvest.agr.br/43SdCUw
Sobre a ANCORD
Com mais de 50 anos de atuação, a ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) se consolidou como a mais representativa Associação da Indústria de Intermediação. É também reconhecida pela qualidade de suas iniciativas educacionais e, por conta de sua experiência, modernos processos e constantes investimentos em tecnologia, se tornou uma referência do mercado financeiro e de capitais como Entidade Certificadora e Credenciadora.
Sobre a Agrinvest Commodities
A Agrinvest Commodities é referência em inteligência de mercado e gestão de risco para o agronegócio brasileiro, conectando produtores, indústrias e o mercado financeiro por meio de análises, consultoria e operações em commodities agrícolas.
Celebridades
Acupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.
As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi
Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.
Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.
O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.
É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).
Sensação de qi
De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]
Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.
As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]
Práticas relacionadas
Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.
A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).
Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.
Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).
Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.
Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas. Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.
Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos. Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.
Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.
Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.
A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.
A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.
Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).
Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]
FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/
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