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Cultura

Projeto Triskle traz a arte circense do fogo para São José dos Campos no espetáculo “Transcendências”

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Trazendo o fogo em diversas modalidades de malabarismo, corda bamba, bambolês e led, em números de solos, duetos e conjuntos, o Projeto Triskle apresenta o espetáculo circense Transcendências nos meses de maio e junho em São José dos Campos, São Sebastião, Campinas, Botucatu, Santos, Ubatuba e São Paulo

Trazendo a arte circense do fogo em diversas modalidades de malabarismo, corda bamba, bambolês e led, em números de solos, duetos e conjuntos, o Projeto Triskle apresenta o espetáculo circense Transcendências. Tendo o fogo como grande protagonista, a montagem foi criada inicialmente para o festival Festa del Fuoco, em Stromboli, Itália, e chega ao Estado de São Paulo nos meses de maio e junho, com datas em São José dos Campos, São Sebastião, Campinas, Botucatu, Santos, Ubatuba e São Paulo.

A apresentação em São José dos Campos acontece neste sábado, na Casa de Cultura Flávio Craveiro, a partir das 20h – a entrada é gratuita. 

Concebido como um espetáculo para espaços abertos, parques ou praças, o trabalho pretende levar a arte circense do fogo para um público diverso: “Partimos da vontade de criar conexões entre bambolês e buugengs, entre didgeridoos e bambolês, entre a corda e o fogo, e ao mesmo tempo tínhamos o desejo de ir além dos nossos limites com a pirofagia, desbravando outros caminhos”, explica Barbara Francesquine, artista da trupe e diretora geral do espetáculo, que decidiu levar o projeto inicial para outro patamar.

Para assistir a um teaser do espetáculo, clique aqui

Instagram: https://www.instagram.com/projetotriskle/

site: www.projetotriskle.com

Para tanto, o novo trabalho acabou ganhando a colaboração da dramaturga Anna Toledo na elaboração do roteiro, que, em colaboração com os artistas, propôs provocações cênicas para a construção do espetáculo. Os números circenses narram as jornadas de três forças: a Curiosidade, a Coragem e a Virtude (representadas pelos artistas Alexandre Salomão, Barbara Francesquine e Gustavo Olitta). Através de jogos e desafios, cada “força” vislumbra nas outras a complementaridade e encontra a possibilidade de transcendência.

“O grande desafio foi elaborar a criação de forma que nós três conseguíssemos executar tudo sozinhos, inclusive a parte técnica, sem ajuda de técnicos de palco”, diz Barbara, ressaltando que esta autossuficiência é essencial para a vocação viajante e “de rua” do espetáculo. Entretanto, para a montagem que estreia no próximo dia 06, a trupe contará com uma equipe de colaboradores, que os auxiliará em toda a logística para levar “Transcendências” para as seis cidades em que o espetáculo será apresentado.

O resultado visual é mágico. Números circenses de alta voltagem poética e energética exploram os recursos e limites do elemento fogo, símbolo da transformação, da luz, dos grandes desafios e ritos, em exibições que reúnem mistério e virtuosismo. A trilha de Alexandre Salomão traz temas ancestrais dialogando com beats contemporâneos, propondo uma alquimia de elementos também através da música.

As oficinas que serão ministradas gratuitamente antes dos espetáculos nas cidades de Ubatuba e São Paulo terão duas horas de duração e irão abordar questões de segurança que os integrantes do Projeto Triskle consideram essenciais, em seus mais de 15 anos de experiência com fogo. Entre os tópicos abordados estão combustível, material para produção de equipamentos, fornecedores, material para figurino, questões de segurança em ensaios e apresentações – tudo voltado para segurança no trabalho do artista circense com fogo.

O projeto é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria de Economia e Cultura Criativa, do ProAC Editais, da Dente de Leão Cultural e do Projeto Triskle.

Serviço:

ESPETÁCULO TRANSCENDÊNCIAS

 

06/05 (sábado)

São José dos Campos – SP

Fundação Cassiano Ricardo

Casa de Cultura Flávio Craveiro

Av. Lenin, 200 – Dom Pedro I

Horário: 20h

Entrada gratuita

 

07/05 (domingo)

São Sebastião – SP 

Espaço Cultural Circo Navegador

Rua Prefeito Mansueto Pierotti, 826 – Vila Amélia

Horário: 19h

Entrada gratuita

 

13/05 (sábado)

Campinas – SP

Nano Circo

  1. Tácito Monteiro de Carvalho e Silva, 629 – Cidade Universitária

Horário: 19h

Entrada gratuita

 

14/05 (domingo)

Botucatu – SP

Mais infos em breve

 

27/05 (sábado)

Santos – SP 

Jardim Botânico de Santos

  1. João Fraccaroli, s/n – Bom Retiro

Horário: 17h

Entrada gratuita

 

28/05 (domingo)

Ubatuba – SP

Mais infos em breve

 

31/05 (quarta-feira)

São Paulo – SP

Praça Roosevelt

Praça Franklin Roosevelt, s/n – Bela Vista

Horário: 20h

 

03/06 (sábado)

São Paulo – SP

Tendal da Lapa

  1. Guaicurus, 1100 – Água Branca

Horário espetáculo: 19h

Entrada gratuita

 

Sinopse: 

Transcendências é um espetáculo circense que narra as jornadas de três forças: a Curiosidade, a Coragem e a Virtude (representadas pelos artistas Alexandre Salomão, Barbara Francesquine e Gustavo Olitta).

O elemento que rege o espetáculo é o fogo, símbolo da transformação, da luz, dos grandes desafios e ritos. Números circenses de alta voltagem poética e energética, executados com grande virtuosismo, exploram os recursos e limites deste elemento que fascina, cria, nutre e destrói.  Através de jogos e desafios, cada “força” vislumbra nas outras a complementaridade e encontra a possibilidade de transcendência.

O espetáculo apresenta diversas modalidades de malabarismo, corda bamba, bambolês de fogo e led, exibidos em números de solos, duetos e conjuntos. A trilha de Alexandre Salomão traz temas ancestrais dialogando com beats contemporâneos, propondo uma alquimia de elementos também através da música.

A mensagem final é clara: às vezes o resultado da soma é maior do que as partes. As diferenças nos fortalecem e engrandecem, quando sabemos reconhecê-las e nos apoiamos no melhor de cada um.

Ficha Técnica:

TRANSCENDÊNCIAS

Artistas-criadores: Barbara Francesquine, Gustavo Olitta e Alexandre Salomão.

Direção geral: Barbara Francesquine

Roteiro e Provocação Cênica: Anna Toledo

Trilha Sonora: Alexandre Salomão

Figurino: Juliana Nunes

Produção Executiva: Dente de Leão Cultural

Duração: 40 min.

Classificação indicativa: Livre.

 

CV PROJETO TRISKLE 

Projeto Triskle foi fundado em 2014 e é uma co-parceria entre Bárbara Francesquine e Gustavo Ollitta. Vem sendo desenvolvido com intuito de explorar e expandir o vasto universo dos malabares de manipulação. A cia trabalha a partir da fusão de diferentes elementos como buugengs e bambolês, construindo uma atmosfera surreal e lúdica; enquanto brinca com ilusões de ótica e dança.

Cada espetáculo representa um jogo entre similaridades e diferenças dos artistas. Gustavo Ollitta com seus movimentos fluidos e suaves introduz ao público o mundo dos Buugengs e, por outro lado, Bárbara Francesquine recria possibilidades com bambolês, desconstruindo a referência comum que se tem deles. Juntos, combinam suas habilidades e caminham por outros equipamentos como Pois, Rollings, Aros e Corda Bamba, sempre propondo maneiras inusitadas de apresentar-los

O Projeto vem percorrendo festivais e eventos dentro e fora do Brasil, como Carvanal de Veneza (Itália), SoulVision Festival  (SP), Mundo de OZ (SP), Convenção Paulista de Malabares e Circo, entre outros. O Espetáculo Transcendências teve sua estréia em Setembro de 2016, no Festival del Fuoco (Itália). Em fevereiro de 2017 o Projeto Triskle apresentou trechos do espetáculo em parceria com o Grupo Poin, da Cia Cabelos de Maria, no Sesc Pompéia (São Paulo). Em 2021 o espetáculo foi remontado e aprimorado com apoio dos editais Proac 2020 e Funarte 2020.

MINI BIO BÁRBARA FRANCESQUINE (DIREÇÃO GERAL E INTÉRPRETE-CRIADOR)

Bárbara Francesquine é artista circense e dançarina, com especialidade em BAMBOLÊS, que viaja o mundo apresentando espetáculos, performances e ministrando workshops.

Seus números e espetáculos integram a programação dos mais diversos festivais e convenções de circo nacionais e internacionais, como Festival Internacional de Circo do Sesc, Festival Paulista de Circo, Circuito SESC de Artes, Boom Festival, FIC, Universo Paralello, FAM Festival, Palhaçaria Paulistana, etc.

É co-criadora do coletivo A Penca (com maria carolina oliveira e andrea barbour), e do Projeto Triskle (com Gustavo Ollitta), co-diretora e produtora do grupo Biolumini de pirofagia e circo e integra o coletivo Maya-Lila de Dança. Além disso, desenvolve seus projetos solo, como o espetáculo Meus Tons de Mulher (com bambolês de tinta), e uma série de números e performances com bambolês, rollings, buugengs e outros equipamentos. Foi intérprete-criadora dos espetáculos Nö (Núcleo Desastre, 2017-2018), Tour du Monde (Direção Monica Alla, 2017) e Cabaré Malabarístico (Los Circolos, 2015-2019)

Paralelamente, ministra e produz workshops de bambolês há mais de 10 anos, e também de vídeo-circo, juntamente com Alexandre Salomão. Foi produtora e realizadora do 3 encontro brasileiro de bambolês em 2015 e do 1 e 2 e 3 festival internacional e virtual de bambolês, durante a quarentena.

MINI BIO GUSTAVO OLLITTA (INTÉRPRETE-CRIADOR)

Gustavo Ollitta Começou suas pesquisas no mundo da manipulação e malabarismo no ano de 2007. Sendo autodidata, acabou criando o seu  manipulação com objetos particulares como o Buugeng, onde produziu vídeos de alcance nacional e internacional. Em 2011, o artista se juntou à Equipe Performática Biolumini.

Em 2012, Gustavo foi convidado para se apresentar na Europa, no Boom Festival 2012, Portugal e começar sua graduação circense de 3 anos no curso de formação de circo na Scuola Di Cirko Vertigo.

Durante os últimos anos Gustavo foi contemplado com muitas participações em Programas Televisivos como Italia’s Got Talent,Encontro com Fátima Bernardes, conferências internacionais como Global TED Talks, TEDx Cannes, TEDx Milan e espetáculos solo e de grupo em mais de 20 países ao longo da Europa, Ásia , América do Norte, Oriente Médio e Emirados Árabes.

Em 2016 Gustavo formou com a artista Bárbara Francesquine e Alexandre Salomão a companhia Triskle Project e em 2018 a companhia Equilibra com a artista Lucero Ponce, criando diferentes pesquisas de manipulação e movimento em grupos.

MINI BIO ALEXANDRE SALOMÃO (INTÉRPRETE-CRIADOR E MÚSICO)

Alexandre Salomão AKA SXLOMAO é multiartista atuante no audiovisual e na música, é responsável por criar narrativas sonoras para filmes e espetáculos. Em 2014, apresentou-se em alguns festivais como Rec-Beat, Festival de Inverno de Garanhuns com o grupo Embuás tocando didgeridoo. Em 2015-16, participou da turnê Europa com Bárbara Francesquine no espetáculo de rua Bálê com didgeridoo e bambolê de fogo nas cidades de Madrid, Berlim, Zurique, Torino, Pula e Santa Tereza (Sardenha), Atenas. Em 2017, apresentou seu trabalho Kryptokritik no Universo Paralello com mapping e programação sonora. Em 2018, ganhou melhor trilha sonora com o filme Geopoesis no FestCine de Recife. Em 2019, produziu a trilha sonora para o espetáculo “Cartas”, de Luiz Manuel. Em 2020, produziu a trilha sonora do filme Corpo Monumento e do espetáculo Meus Tons de Mulher de Bárbara Francesquine. Em 2021, produziu a trilha sonora do vídeo dança Plantando o Voo de Elis Costa. Nesse mesmo ano, fez sua live streaming COMO LIVE com conceitos de Live Cinema e trilha sonora imersiva e também produziu a trilha sonora do espetáculo Transcendências do Projeto Triskle, inicialmente criada na Festa Del Fuoco em Stromboli, Itália.

Paralelamente, SXLOMAO também toca em festas, é parceiro de set do selo alemão Kabelkiste Kabelkasts, mantém a pesquisa dos processos de cura através das frequências sonoras nos chakras do corpo e desenvolve aplicações de banho sonoro para práticas meditativas e curativas com instrumentos de diversas regiões do mundo para todas as pessoas.

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Celebridades

Acupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.

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As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

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Cultura

Anistia?

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A anistia é um instrumento jurídico que permite ao Estado perdoar determinados crimes, extinguindo a punibilidade ou impedindo que o autor seja responsabilizado. Geralmente, esse tipo de medida é utilizado em contextos políticos — períodos de transição democrática, tensões sociais, conflitos internos ou momentos de grande polarização.

Para especialistas, a anistia cumpre uma função importante para reconstrução institucional, mas também pode gerar debate por seus limites e consequências.

 

 Anistia Ampla: um perdão sem fronteiras legais

A anistia ampla é aquela que atua de forma abrangente, “cobrindo” a maioria — ou até a totalidade — dos envolvidos em um período de conflito político ou social. Ela não diferencia autorias, motivações ou tratamentos.

Características da anistia ampla

  • Abrange quase todos os crimes cometidos em um contexto específico.
  • Beneficia tanto opositores políticos quanto agentes estatais.
  • Pode incluir crimes graves, dependendo da lei aprovada.
  • Normalmente é pensada como parte de um processo rápido de pacificação.

No Brasil, o exemplo mais conhecido é o da Lei de Anistia de 1979, promulgada durante o regime militar. Apesar de ter sido celebrada por permitir o retorno de exilados e libertar presos políticos, a lei também beneficiou agentes da repressão, gerando críticas que permanecem até hoje.

Especialistas em direitos humanos afirmam que a amplitude da medida acabou dificultando investigações sobre violações graves, como tortura e desaparecimentos forçados.

📣 O que dizem os especialistas?

Segundo juristas, a anistia ampla costuma “apagar” o passado de forma mais brusca, o que pode ajudar na restauração institucional, mas também impedir processos de reconciliação baseados no esclarecimento da verdade.

 

Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos

A anistia restrita é diferente. Trata-se de uma forma de perdão mais controlada, aplicável a grupos específicos ou a certos tipos de delitos.

Características da anistia restrita

  • Só perdoa crimes selecionados pela lei.
  • Normalmente exclui crimes graves, como:
    • tortura
    • homicídio qualificado
    • estupro
    • terrorismo
  • Pode exigir critérios como reparação, colaboração com a Justiça ou confissão.

Esse modelo busca equilibrar o desejo de pacificação com a necessidade de responsabilização, evitando que pessoas envolvidas em crimes graves fiquem impunes.

🧭 Quando a anistia restrita é aplicada?

Em processos de transição democrática de diversos países — como Chile, Argentina e África do Sul — modalidades de anistia restrita foram utilizadas junto a comissões de verdade, permitindo que o país avançasse sem abrir mão da memória histórica.

 

 A disputa entre o “esquecer” e o “lembrar”

A discussão entre anistia ampla e restrita não é apenas jurídica — ela representa um choque entre dois caminhos políticos:

Caminho 1: pacificação rápida

  • O foco é “virar a página”.
  • Evita conflitos e tensões institucionais.
  • Tende à anistia ampla.

Caminho 2: justiça e responsabilização

  • O foco é esclarecer o passado.
  • Exige investigação e reconhecimento de erros.
  • Tende à anistia restrita.

No Brasil, as disputas sobre qual modelo é mais adequado costumam refletir o clima político de cada época. Em momentos de polarização, o debate volta com força.

 

 

Maria Helena Duarte, professora de Direito Constitucional:
“Toda anistia é um ato político. A diferença está no grau de responsabilidade que a sociedade está disposta a assumir sobre seu próprio passado.”

Rafael Motta, pesquisador de Direitos Humanos:
“A anistia ampla pode impedir que a sociedade compreenda a dimensão das violações cometidas. Já a restrita permite avançar com mais equilíbrio, sem apagar a necessidade de justiça.”

 

Linha do tempo resumida das anistias no Brasil
  • 1979: Lei da Anistia — ampla, geral e irrestrita; marco do processo de abertura política.
  • Anos 1990–2000: Debates sobre a revisão da lei, especialmente em casos de violações graves.
  • Anos recentes: O tema ressurge em discussões políticas contemporâneas, reacendendo debates sobre responsabilidade e limites do perdão estatal.

 

 Conclusão

Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial para entender como o Brasil — e qualquer sociedade — lida com períodos de conflito e transição. Enquanto a anistia ampla busca pacificação imediata, a restrita tenta equilibrar perdão e justiça, preservando a memória coletiva.

O debate permanece vivo, e sua evolução depende tanto do ambiente político quanto da capacidade do país de refletir sobre seu passado sem medo de encarar as próprias contradições.

 

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