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26a MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES INAUGURA O CALENDÁRIO AUDIOVISUAL BRASILEIRO CELEBRANDO O “CINEMA MUTIRÃO” NA CIDADE HISTÓRICA

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Exibição do Filme Eduardo e Mônica. Foto: Leo Lara, Universo Produção.

Temática vai discutir conjunto de novas e coletivas práticas audiovisuais; a dupla de cineastas mineiros Ary Rosa e Glenda Nicácio são os homenageados desta edição que acontece de 20 a 28 de janeiro, na cidade histórica de Tiradentes

 

A Mostra de Cinema de Tiradentes chega a sua 26edição de 20 a 28 de janeiro de 2023. Inaugura o calendário audiovisual brasileiro apresentando ao público a diversidade da produção cinematográfica brasileira em mais de 100 filmes em pré-estreias e mostras temáticas. A temática adotada pela curadoria responde aos últimos três anos, quando a pandemia de COVID-19 e os desarranjos anticulturais do governo federal afetaram drasticamente a economia criativa no país. Mas a Mostra traz a questão à tona não pelo viés do lamento, e sim da ideia de “Cinema Mutirão” que caracterizou o período e manteve continuidade de produção, ainda que frágil, porém sempre constante.

O conceito de “Cinema Mutirão” tem por objetivo chamar para o debate todos aqueles e aquelas que queiram colaborar para construir uma base sólida para a construção e reconstrução do audiovisual brasileiro. O cenário dramático dos últimos cinco a seis anos  não impediu a resiliência de quem buscou alternativas à sobrevivência e procurou não abrir mão das suas conquistas anteriores, ainda que insuficientes ou ameaçadas. “Muitos grupos de lugares diferentes e de campos artísticos distintos (dança, música, teatro) se uniram para fazer audiovisual com os recursos dos editais emergenciais da Lei Aldir Blanc, que, no seu caráter abrangente e flexível, trouxe algumas inovações nas obras, na forma de mobilização do setor e na elaboração de uma política pública em contexto adverso”, destaca Francis Vogner dos Reis, coordenador curatorial da Mostra de Tiradentes e que trabalhou com a colaboração de Camila Vieira Lila Foster.

O “mutirão” artístico se fez valer intensamente na quantidade de criadores de áreas diversas da cultura que, impossibilitados de suas atividades por conta especialmente da pandemia, encontraram no audiovisual – que se manteve forte em termos de consumo durante o isolamento – algumas novas formas de expressão. Naturalmente as coletividades, mesmo às distâncias, foram fortalecidas, produzindo maneiras renovadas de fazer cinema. A dinâmica inventiva e estratégica redimensionou para os próprios profissionais familiarizados com o audiovisual algumas práticas de diálogo político e criativo mais horizontalizadas.

“Ao falarmos de ‘cinema mutirão’, não pensamos só no esforço coletivo na realização de filmes com seus novos materiais, modos e métodos, mas no esforço coletivo de construção cultural com outras formas de sustentação, apropriando-nos também do legado das experiências coletivas de organização e participação social e de políticas públicas de épocas anteriores”, explica Francis. “Para além da crise dos últimos anos, também é chegado o momento de avaliarmos as políticas públicas que foram responsáveis por um rico ciclo do cinema, mas que chegaram ao seu limite”.

Algumas das questões a serem debatidas durante a 26a Mostra de Tiradentes serão: como pensar em formas mais sustentáveis para a economia do audiovisual? Em qual campo o cinema brasileiro precisa lutar para que o aumento da produção nacional de filmes seja acompanhada da sua real inserção no mercado e no imaginário da população brasileira? “Num mutirão, construir também é ocupar”, resume o curador.

 

HOMENAGEM: ARY ROSA E GLENDA NICÁCIO

Se é para representar a temática desse ano de “Cinema Mutirão”, a dupla Glenda Nicácio e Ary Rosa, escolhidos para receberem a homenagem de 2023 na 26a Mostra de Cinema de Tiradentes, é essencial. Mineiros de nascimento (ela é de Poços de Caldas; ele, de Pouso Alegre), radicaram-se em Cachoeira (BA) em 2010, ao irem estudar cinema no então recente curso da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo Baiano). Fundaram a produtora Rosza Filmes e, desde então, fazem alguns dos títulos mais celebrados do cinema brasileiro contemporâneo, construindo uma vasta comunidade local de realizadores, inclusive em projetos de educação audiovisual.

Glenda Nicácio e Ary Rosa. Foto: Anastácia Flora.

Prolíficos, Glenda e Ary assinaram a direção conjunta de cinco longas-metragens em cinco anos: “Café com Canela” (2017), “Ilha” (2018), “Até o Fim” (2020), “Voltei!” (2021), “Mugunzá” (2022) e “Na Rédea Curta” (2022). Glenda ainda dirigiu um projeto solo, o média-metragem “Eu não Ando Só” (2021). Para o coordenador curatorial da Mostra de Tiradentes, Francis Vogner dos Reis, “a singularidade do trabalho de Ary Rosa e Glenda Nicácio é um esforço coletivo a somar as pequenas diferenças em um território comum que é a região de efusiva cultura negra nas cidades de Cachoeira, São Félix e Muritiba. Se o território é determinante, o cinema produzido responde a um cotidiano e a um imaginário compartilhados, de caráter comunitário, tanto no ecossistema da equipe quanto na relação mais ampla com a cidade”.

A homenagem a Ary Rosa e Glenda Nicácio é também estendida à Rosza Filmes e resulta dos bons frutos de uma política de descentralização de recursos ao audiovisual promovida na década de 2000 e parte da década de 2010. Aproveitando-se do bom momento, a dupla de realizadores se insere ainda num cenário de emergência de universidades e da invenção de modos de produção e trabalho pensados e praticados numa hierarquia mais fluida e menos fixada na figura de diretores-autores. A valorização da cocriação se torna fundamental no processo, algo também presente em diversos filmes, coletivos e cineastas de regiões e quebradas que apontam a superação do industrialismo decadente e impessoal que até então dominava o audiovisual no país.

“Celebrar o trabalho da Rosza Filmes pode nos orientar para a reflexão e a prática de um audiovisual do século 21 tão grande, diverso, complexo e fascinante quanto o país pode ser nas suas identidade e diferenças. E as obras assinadas por Ary e Glenda são dos nossos mais poderosos faróis”, exalta Francis.

 

SOBRE A MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES

 

PLATAFORMA DE LANÇAMENTO DO CINEMA BRASILEIRO

Maior evento do cinema brasileiro contemporâneo em formação, reflexão, exibição e difusão realizado no país e chega a sua 26ª edição de 20 a 28 de janeiro de 2023, em formato online e presencial. Apresenta, exibe e debate, em edições anuais, o que há de mais inovador e promissor na produção audiovisual brasileira, em pré-estreias mundiais e nacionais – uma trajetória rica e abrangente que ocupa lugar de destaque no centro da história do audiovisual e no circuito de festivais realizados no Brasil.

O evento exibe mais de 100 filmes brasileiros em pré-estreias nacionais e mostras temáticas, presta homenagem a personalidades do audiovisual, promove seminário, debates, a série Encontro com os filmes, oficinas, Mostrinha de Cinema e atrações artísticas. Toda a programação é gratuita. Mais informações www.mostratiradentes.com.br

 

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SERVIÇO

26a MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES | 20 a 28 de janeiro de 2023

LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA

LEI ESTADUAL DE INCENTIVO À CULTURA

Patrocínio Master: INSTITUTO CULTURAL VALE 

Patrocínio: CBMM, CEMIG

Apoio: PREFEITURA DE TIRADENTES, INSTITUTO UNIVERSO CULTURAL

Idealização e realização: UNIVERSO PRODUÇÃO

SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA E TURISMO | GOVERNO DE MINAS GERAIS

SECRETARIA ESPECIAL DE CULTURA, MINISTÉRIO DO TURISMO – GOVERNO FEDERAL| PÁTRIA AMADA BRASIL

PROGRAMAÇÃO GRATUITA

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA 

Luz Comunicação 

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Valéria Blanco – (11) 991050441 – atticomunicacao1@gmail.com

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Acupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.

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As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

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Exclusiva com o empresário Altemir Marini, à frente de empreendimentos de grande relevância, como o Hard Rock Cafe Itapema.

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– Você sempre gostou de empreender?
Sim. Acredito que está na essência. Já passamos por alguns negócios e, atualmente, temos um grupo de empresas, incluindo a MayBelly Incorporadora, que é referência no mercado imobiliário da região, a Vidrofort, o Píer Oporto e o Hard Rock Cafe Itapema. Quando cheguei a Itapema, há 36 anos, existia um sonho e a vontade de fazer diferente. Com muito trabalho e enfrentando muitos desafios fomos empreendendo e conquistando e, hoje, mais do que uma história, conseguimos construir um legado. Então, mais do que gostar de empreender, acredito que está na veia, no sangue, na alma e, principalmente, no coração.

– O que você acredita que qualquer empreendimento precisa ter, para fazer sucesso?
Não perder a essência de onde e de quando tudo começou, precisa ter transparência, ética, honestidade, seriedade, comprometimento e, óbvio, muito trabalho. Porque o sucesso é consequência, mas o alicerce está nestes princípios que citei e na vontade de entregar o melhor sempre e, para isso, é necessário muito trabalho.

 

– O que não pode faltar em qualquer restaurante?
Além da comida, claro, um atendimento de excelência, onde o cliente não apenas viva uma experiência, mas se sinta em casa.

– Como é ser proprietário de um dos points mais badalados do Brasil?
É uma honra e um desafio. O Hard Rock é uma marca global, onde ela chega, ela transforma. E sabíamos disso desde a primeira conversa com o grupo. Então, fazer parte disso, ter trazido uma marca tão impactante para o litoral norte catarinense é um orgulho, mas também é desafiador. Afinal, a marca tem valores e princípios que a norteiam e que são o fundamento do sucesso e da história do Hard Rock e que precisamos seguir e perpetuar. Mas, além disso, enquanto sócios, somos presentes na operação, acompanhando todas as etapas diariamente, porque entendemos que mais do que não basta ser um point badalado, ter tantas pessoas de tantas partes do Brasil e do mundo querendo conhecer esta unidade única, o que queremos é que cada cliente entre aqui e tenha uma experiência indescritível e que saia daqui entendendo e sentindo o porquê o Hard Rock é este fenômeno mundial.

 

– Qual o diferencial do Hard Rock Itapema com os demais?
O Hard Rock Cafe Itapema já nasceu diferente. É a única unidade da marca dentro da água e com vista 360 graus para o mar. É praticamente como estar em um cruzeiro atracado. Ou seja, uma marca icônica, conhecida e reconhecida globalmente, em um lugar paradisíaco proporciona uma experiência única e inesquecível.

 


– Você imaginou que o Hard Itapema faria tanto sucesso?
Desde que anunciamos a vinda do Hard Rock Cafe para Itapema, uma grande expectativa tomou conta de toda a região. Então, imaginávamos que seria um sucesso, mas ainda assim superou todas as nossas previsões. Apenas nos primeiros dois meses de funcionamento, mais de 70 mil pessoas passaram pelo HRC Itapema, um número expressivo que demonstra que a unidade de Itapema já nasceu sendo um verdadeiro sucesso.

 

– Qual o segredo do sucesso pra você?
Trabalho, seriedade, honestidade e, acima de tudo, jamais perder a essência que, no nosso caso, são a humildade e a transparência. Com estes princípios, e com a sabedoria de que o resultado faz parte de um processo de muita luta, de suor, de sacrifícios e de comprometimento, o sucesso é consequência.

– Quais os pratos que fazem mais sucesso (+ vendidos) drinks e outros?
Costelinha, wings, chopp, strawberry basil limonade.

 

– Quais os planos para 2026?
O Hard Rock Cafe Itapema inaugurou em dezembro de 2025, ou seja, completamos três meses de operação. Mas já temos novidades previstas para este ano como a abertura do terceiro pavimento da casa e do quarto que é o rooftop. Mais dois espaços que certamente tornarão a experiência aqui ainda mais icônica.

 

FONTE:  Mathaus Sanchez

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Entrevista Especial – Tuani Batista

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Ela nasceu e foi criada em uma comunidade bem pequena de 600 habitantes no interior de Santa Catarina, onde morou até seus 15 anos.
Teve uma infância feliz e livre no interior, mas nem sempre fácil. Seu padrasto trabalhava com serviços braçais em troca de um teto para morar como parte do pagamento.
Com isso, sua familia mudáva muito de um lado para o outro. Foi uma fase difícil, faltava tudo!
Com 12 anos ela começou a fazer faxina para ganhar algum dinheiro.
Os anos foram se passando e tudo que surgia ela tentava: ia de porta em porta vender produtos nas casas, fazia unha, ia pra roça, fazia de tudo um pouco.
Quando seu avô faleceu, foi outro período bem difícil, pois sua mãe sempre sofreu de depressão e tudo só se agravou mais.
Foi então que sua família tentou a vida na cidade -Orleans.
Ela conclui seu ensino médio a noite enquanto trabalhava durante o dia e entrou na faculdade.
Ela decidiu fazer medicina veterinária, mesmo sabendo que seria um desafio estudar em período integral sem dinheiro algum, mas seguiu firme no propósito e deu tudo certo!
Conseguiu uma bolsa de estudos e um emprego na faculdade a noite e aos finais de semana para qualquer custo extra.
E foi uma vitória! Conseguiu se formar! Conseguiu arcar com tudo, pois ela sabia que seus pais não teriam condições de ajudar ela com nada além de moradia. Foi um orgulho para mim e para os meus pais!
Se formou e logo em seguida conheceu seu atual marido, o Lucas.
Trabalhou por 1 ano como veterinária, mas acabei saindo da profissão. O Lucas passou a apoiar ela muito em tudo.
Ele a convidou para trabalhar na farmácia de sua família.
Ela queria fazer algo a mais por ela . Algo que partisse dela, só não sabia o que. Então olhou a primeira vez para o seu Instagram como um potencial instrumento de trabalho.
E desde então ela vem criando conteúdo, hoje com uma vida muito mais confortável e muito grata por tudo o que conquistou até aqui!

Seus valores e propósitos?

Meus valores são pautados em:
-Determinação
-Autenticidade
-Criatividade
-Fé
-Transparência
-Alegria

Meus propósitos:

Meu propósito é ser lembrada de forma positiva e autêntica por onde passo. Assim como alegrar o dia das pessoas e criar conexões genuínas com meu público e que isso alcance e marque a vida de mais e mais pessoas diariamente.

Sua trajetória e impacto?

Minha trajetória na internet num primeiro momento começou a se desenhar criando conteúdos sobre viagens. Foi a primeira ideia que eu tive.
Como eu disse anteriormente, minha vida estava muito mais confortável e realizei o sonho de fazer uma viagem para o exterior em 2022. Aproveitei o gancho para começar a gravar conteúdos. Tudo muito amador e eu não sabia direito o que estava fazendo, mas a ideia era começar de algum lugar.
Apertei na tecla dos conteúdos de viagem por um tempo, mas não foi ali a virada de chave.
Em um belo dia, isolada com COVID em casa, decidi fazer um meme sobre Santa Catarina e o meme viralizou.
Foi muito mais fácil pois eu só abri a câmera e fui eu mesma, sem precisar sair de casa, sem disfarçar sotaque…
E aí eu entendi, que não é o conteúdo mais mirabolante que se destaca, mas sim o que gera mais identificação. E o simples funciona muito bem!
Migrei para o lado do entretenimento e dia a dia fui trazendo a Tuani raiz que cresceu no interior, me inspirando em mim, na minha família e em pessoas que passaram pela minha vida e tudo passou a ser mais fácil.
O impacto que gera é justamente o de identificação. Quando comecei a criar conteúdos como “a catarinense” por exemplo, as pessoas acabavam se vendo naqueles vídeos e me marcavam através daquilo, pois não haviam muitos conteúdos iguais na internet. Isso é o legal de colocar sua autenticidade no que está fazendo!

Qual sua força e as qualidades que uma mulher precisa ter nos dias atuais?

Minha força é Deus, minha família e minha mente, afinal ela pode me levar do céu ao inferno se não estiver blindada.
Nos dias atuais a mulher precisa ter autonomia emocional e não depender de validação constante. Ter clareza do que quer e do que já não aceita mais na vida, no trabalho e em relacionamentos…
E claro, leveza e bom- humor! Mas isso vale para todo mundo! Não tem coisa mais chata do que passar pela vida levando tudo ao pé da letra.
Não seja o espalha bolo que ninguém quer por perto ou a pessoa que ninguém chamaria pra um churrasco. A vida é curta demais pra levar tudo tão a sério, divirta-se durante o processo também.

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