Cultura
Igualdade de direitos, empatia e representatividade ganham a cena no Acessa BH
Com cerca de 50 atrações, a 2ª edição do Festival Acessa BH acontecerá de 1º de setembro a 31 de outubro apresentando espetáculos teatrais, de dança, música e literatura de artistas com e sem deficiência, além de diversas atividades formativas.
O monólogo E.L.A., protagonizado pela atriz cearense Jéssica Teixeira, abre o evento.
Live com Maestro João Carlos Martins seguida de apresentação de Brisa Marques.
Esta edição conta com trabalhos que integram a acessibilidade desde a concepção dos espetáculos, como as montagens da Cia Fluctissonante – um coletivo formado por artistas surdos e ouvintes.
Toda a programação é acessível e gratuita.
Espetáculos protagonizados por artistas com deficiência, rodas de conversa, debates e oficinas estão na programação da 2ª edição do Festival Acessa BH. O evento, que tem o intuito de dar o protagonismo às pessoas com deficiência, tanto nos palcos, como no centro dos debates e trazer o assunto da inclusão e da acessibilidade para a pauta e prática cotidiana, vai acontecer de 1º de setembro a 31 de outubro, de forma virtual (www.youtube.com/AcessaBH) e também presencialmente em Belo Horizonte. Dentre os destaques estão o espetáculo de abertura, E.L.A, a estreia de Ave, montagem da Cia Ananda de Dança Contemporânea e do Núcleo de Criação e Pesquisa Sapos e Afogados, além de apresentação com o renomado maestro João Carlos Martins.
No dia 01/09, às 19h, acontece a live de abertura do festival com apresentação de Brisa Marques e participação de Lais Vitral – idealizadora e curadora do Acessa BH, além dos artistas de Jéssica Teixeira, Moira Braga e Edu O., que integram a programação do evento.
Na sequência, às 20h, acontecerá o espetáculo que traz o monólogo E.L.A. “Será mesmo que tem pessoas que se acostumaram ao próprio corpo e que não o estranham de maneira nenhuma?”. A provocação é feita por Jéssica Teixeira, atriz, produtora e diretora cearense. Pessoa com deficiência, a artista tem se empenhado em conduzir para o debate público, com cada vez mais urgência, questões sobre beleza, saúde, aceitação, política e acessibilidade a partir do próprio cotidiano, ampliando perspectivas.
Em sua segunda edição, o Acessa se expande passando de 05 para cerca de 50 atividades na programação. O evento promoverá 04 debates, 04 oficinas, 05 rodas de conversa, 26 apresentações de artes cênicas, 04 de música, 02 de literatura, uma mostra de processo e o pré-lançamento de um festival teatral. “Para o Festival e Seminário online, ampliamos o alcance, convidando artistas e profissionais de dez estados brasileiros e com olhar não só para diferentes corpos, mas também para a diversidade, com o protagonismo também de artistas mulheres e LGTBQIA+”, explica Lais Vitral, idealizadora e curadora do evento.
Esta edição também conta com trabalhos que já integram a acessibilidade desde a concepção dos espetáculos, como as montagens da Cia Fluctissonante, do Paraná, um coletivo curitibano formado por artistas surdos e ouvintes que se dedicam à criação cênica contemporânea e bilíngue (Libras e português), sendo precursora nacional na criação em arte acessível, destacando-se justamente pela união de duas das línguas oficiais do Brasil dentro da cena. A Fluctissonante estará no Acessa BH com dois espetáculos, “Elevador” e “O Pequeno Príncipe”, além de uma oficina de Composição Cênica com Dramaturgia Descritiva (que está com inscrições abertas até 30/08) e uma mostra de processo do novo espetáculo “O Barco”. O Coletivo Desvio Padrão, de São Paulo, também estará nesta edição do Festival. Composto por pessoas que transitam nas pontas da curva normal: cegos, videntes, surdos e ouvintes atuantes em linguagens diversas do campo da cultura. O Coletivo está na programação com os espetáculos “Só se fechar os olhos” e “Para Além do gesto”, em sessões mediadas com o público. Os espetáculos são duas versões da mesma história, sendo a primeira concebida para o público com deficiência visual, e a segunda para o público com deficiência auditiva.
Escola de gente
A Escola de Gente – Comunicação em Inclusão, reconhecida internacionalmente por seu trabalho em prol de uma sociedade inclusiva, também marcará presença no Acessa BH no Dia Nacional do Teatro Acessível, 19 de setembro. A participação da organização se dará de duas formas:
Às 19 horas, com plena acessibilidade digital, terá início um bate-papo com Claudia Werneck, idealizadora da Escola de Gente, e os representantes do “Os Inclusos e Os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade” Carolina Godinho, Diego Molina e Natália Simonete. Teatro acessível e inclusão na arte serão pauta e, também, durante a live será apresentado um novo projeto de alcance nacional que envolve o grupo teatral e a Escola de Gente: o ETA Festival! – Esquetes de Teatro Acessível, online, gratuito e ao vivo.
Na sequência, às 20 horas, será possível acompanhar, de forma gratuita com Libras, legenda e audiodescrição, o espetáculo teatral “Ninguém mais vai ser bonzinho”, de autoria de Diego Molina, por meio do grupo “Os Inclusos e Os Sisos”, que em quase 20 anos de atuação, sempre com peças plenamente acessíveis, já se apresentou para mais de 200 mil pessoas. O espetáculo aborda, com muito humor, questões cotidianas de preconceito e discriminação.
Arte acessível
Apesar de existir uma legislação específica, a acessibilidade cultural ainda deixa muito a desejar na prática. Segundo Daniel Vitral, co-idealizador do Festival, aos poucos se vê um aumento de atividades culturais com acessibilidade, mas muitas vezes elas estão restritas a cumprir um protocolo. “Vemos temporadas de espetáculos ou festivais com apenas uma sessão com recursos de acessibilidade. Ou ainda, uma sessão exclusiva para pessoas com deficiência. Em alguns projetos, vemos que a acessibilidade já é pensada desde o início das produções, mas eles ainda são minoria. Recentemente, começamos a ter uma certa popularização dos intérpretes de Libras. Mas muito tem sido feito apenas de forma protocolar, porque a Lei de Incentivo à Cultura Federal, por exemplo, passou a exigir medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência em todos os projetos. Mas não é suficiente contar com um intérprete de Libras, e não ter um material de divulgação adequado, ou não informar que haverá intérprete de Libras, ou colocar o intérprete num cantinho, praticamente fora do palco, de forma que a pessoa com deficiência auditiva não consiga ver a cena e o intérprete ao mesmo tempo, com facilidade”, explica.
O Festival Acessa BH parte do princípio de que a pessoa com deficiência deve ter seu direito à cultura garantido, e para isso deve poder escolher o melhor dia/horário, bem como comparecer com seus amigos e familiares.
Programação – Espetáculos online – disponíveis em www.youtube.com/AcessaBH
- Maestro João Carlos Martins. Créditos: Fernando Mucci
- Hermeto Pascoal. Divulgação.
- Ninguém mais vai ser bonzinho. Créditos: Divulgação Escola de Gente.
01/09 – 19h – Live de abertura com Lais Vitral, Jéssica Teixeira, Moira Braga e Edu O
Apresentação Brisa Marques
20h – E.L.A. – Jéssica Teixeira (CE)
02/09 – 20h – Hermeto Pascoal (AL)
03/09 – 16h – Ventaneira – A Cidade das Flautas – Moira Braga (RJ)
09/09 – 20h – Elevador – Cia. Fluctissonante (PR)
10/09 – 20h – Ciranda de Retina e Cristalino – Cia Dança sem Fronteiras (SP)
13/09 – 19h – Live com artistas
Fernanda Amaral e Gabriel Sousa Domingues, da Cia Dança sem Fronteiras e Mateus Costa e Fernanda Rosa, do Duo A Corda em Si
Apresentação Brisa Marques
19/09 – 19h – Bate-papo sobre teatro inclusivo e apresentação do ETA Festival! – Esquetes de Teatro Acessível – Escola de Gente (RJ) – Os Inclusos e Os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade.
20h – Ninguém mais vai ser bonzinho – Os Inclusos e os Sisos – Escola de Gente (RJ)
20/09 – 19h – Live com Maestro João Carlos Martins seguida de apresentação de Brisa Marques
21/09 – 19h45 – Mediação Só se fechar os olhos
20h – Só se fechar os olhos – Coletivo Desvio Padrão (SP) | Sessão seguida de bate papo
22/09 – 19h45 – Mediação Para Além do Gesto
20h – Para além do gesto – Coletivo Desvio Padrão (SP) | Sessão seguida de bate papo
26/09 –20h – O Som da Pele (PE)
- Ah, se eu fosse Marylin. Créditos: NeiLIma.
- N’otro Corpo. Créditos: Luiz Alves.
- Frida. Créditos: Mona Lu
01/10 – 20h – Ah, se eu fosse Marylin! – Edu O. (BA)
04/10 – 20h – Motus – Congresso Internacional do Medo – Cia Ananda (MG)
06/10 – 19h – Live com artistas
João Paulo Lima, Anamaria Fernandes e Juliana Saúde
Apresentação Brisa Marques
07/10 – 20h – A Corda em Si (SC)
08/10 – 16h – DoroTEA – A Peixinha Autista – Bruno Grossi (MG)
11/10 – 20h – N’Otro Corpo – João Paulo Lima (CE)
12/10 – 16h – O Pequeno Príncipe – Cia Fluctissonante (PR)
13/10 – 20h – Frida – Vanessa Cornélio (SP)
17/10 – 19h – Live com artistas
Giovanni Venturini, Vanessa Cornélio e Mona Rikumbi
Apresentação Brisa Marques
24/10 – 20h – Ave – Cia Ananda e Sapos e Afogados
25/10 – 20h – A Não Ser – Giovanni Venturini (SP)
26/10 – 20h – Cartas para Irene – Oscar Capucho (MG)
27/10 – 20h – Kiuá Matamba – Salve a Força dos Ventos – Mona Rikumbi (SP)
29/10 – 16h – A Chuva é importante – Lucas Ramon (MG)
31/10 – 20h – Húmus – Coletivo. Direção Renata Mara (MG)
Programação – Espetáculos presenciais
- Cabra Cega. Créditos: Allan Calisto
- Cartas para Irene. Créditos: Juliana Cancio
- Pisca Devagar. Créditos: Henrique Manara
16 e 17/09, sexta e sábado, às 20h: Cabra-Cega (Pigmentar Companhia ) no Galpão Cine Horto
18/09, domingo, às 19h: Cartas para Irene (Oscar Capucho) no Galpão Cine Horto
23 e 24/09, sexta e sábado, às 20h: Pisca Devagar (Renata Mara e Brisa Marques) no Galpão Cine Horto
- Caixa Preta. Créditos: Pedro Zajden
- Lágrimas da Floresta. Créditos: Gilberto Goulart
- AVE. Créditos: Gilberto Goulart
21/10, sexta-feira, às 20h: Caixa Preta (Sapos e Afogados) no Teatro Raul Belém Machado
22/10, sábado, às 10h e 16h: Lágrimas da Floresta (Cia Ananda) no Teatro Raul Belém Machado – Espetáculo sensorial. Capacidade reduzida, 40 crianças por sessão (07 a 14 anos)
23/10, domingo, às 19h: Ave (Cia Ananda e Sapos e Afogados) no Teatro Raul Belém Machado – Sessão seguida de roda de conversa com artistas
Programação – Atividades formativas online. Debates no canal do www.youtube.com/AcessaBH
Debate 1 – Diversidade e Direitos Culturais
- Debatedora mesa 1 – Isadora Nascimento
- Debatedora mesa 1 – Ciça Cordeiro
- Mediadora mesa 1 – Fatine Oliveira
Quando: Dia 14/09, quarta-feira, às 19h
Nesse debate, Ciça Cordeiro e Isadora Nascimento apresentarão dados sobre a pessoas com deficiência no Brasil, a LBI – Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), a acessibilidade como direito, as conquistas do movimento de PcD e a importância da acessibilidade atitudinal, comunicacional e mobilidade urbana para o acesso à cultura. Com mediação de Fatine Oliveira, o debate ainda abordará a deficiência da perspectiva de raça e gênero.
Ciça Cordeiro – Jornalista, Consultora em Diversidade e Inclusão na Talento Incluir, Gestora em Cultura Inclusiva, Comunicação e Eventos Acessíveis
Isadora Nascimento – Advogada com especialização em cidadania e direitos humanos no contexto das políticas públicas e em advocacia feminista e direitos da mulher. Produtora de conteúdo com pautas sobre a intersecção de gênero, raça e deficiência. Integra o Movimento Vidas Negras com Deficiência Importam
Mediação: Fatine Oliveira – Publicitária, mestre em Comunicação Social (UFMG). É ativista, cofundadora do Coletivo Feminista Helen Keller mulher com deficiência, integrante do Movimento Vidas Negras com Deficiência Importam
Debate 2 – Acessibilidade em Espaços Culturais
- Debatedora mesa 2 – Silvia Arruda
- Debatedora mesa 2 – Daina Leyton
- Mediador mesa 2 – Danilo Filho
Quando: Dia 28/09, quarta-feira, às 19h
Acessibilidade em Espaços Culturais – a cultura é para todos
Como as instituições culturais podem posicionar a acessibilidade no centro de seus projetos? Como ampliar as discussões acerca da presença e permanência de pessoas com deficiência como agentes culturais e visitantes? É possível pensar a acessibilidade em espaços culturais para além de adaptações? Neste debate, a arquiteta Silvia Arruda e a educadora e psicóloga Daina Leyton conversam acerca das principais barreiras, desafios e perspectivas de tornar os espaços culturais mais acessíveis. Mediado pelo educador e gestor educativo Danilo Filho, o bate papo abordará questões relacionadas à acessibilidade física e instrumental, passando ainda pelas práticas educativas e atitudinais que garantem não só o acesso, como também a fidelização de pessoas com deficiência a museus e instituições de cultura.
Daina Leyton – Educadora, professora, psicóloga e consultora de acessibilidade cultural
Silvia Arruda – Arquiteta e cenógrafa com especialização em acessibilidade. Mãe atípica
Mediação: Danilo Filho – Coordenador Educativo CCBB-BH
Debate 3 – Como os cegos leem
- Debatedora mesa 3 – Carla Mauch
- Debatedor mesa 3 – Marcos Lima
- Mediadora mesa 3 – Cleide Fernandes
Quando: Dia 05/10, quarta-feira, às 19h
Muito além do braille: como a tecnologia tornou a literatura mais acessível e interessante às pessoas com deficiência visual. Tecnologia assistiva: sistemas operacionais, aplicativos e leitores de tela.
Carla Mauch – Pedagoga, pesquisadora de educação inclusiva e coordenadora-geral da organização Mais Diferenças — Educação e Cultura Inclusivas
Marcos Lima – Jornalista, palestrante, youtuber
Mediação: Cleide Fernandes – Bibliotecária na Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e audiodescritora
Debate 4 – Encontro com Artistas
- Debatedora mesa 4 – Brenda Martins
- Debatedora mesa 4 – Renata Mara
- Mediadora mesa 4 – Brisa Marques
Quando: Dia 19/10, quarta-feira, às 19h
Artistas com deficiência compartilham suas experiências
Brenda Martins – Atriz surda e negra. Integrante do Grupo Signatores, grupo composto por atores surdos
Renata Mara – Artista de dança, docente, pesquisadora e psicóloga com baixa visão.
Mediação: Brisa Marques – Artista, escritora, letrista e jornalista
Oficinas
Oficina: Composição Cênica com Dramaturgia Descritiva
Ementa: Esta oficina trabalhará a criação de cenas teatrais através de exercícios introdutórios ao teatro, utilizando principalmente a metodologia empregada nas criações da Cia. Fluctissonante, que recentemente iniciou suas pesquisas acerca da ideia de dramaturgia descritiva. Neste encontro, os participantes irão desenvolver uma cena curta e autoral, tendo como principal referência criativa sua própria história fazendo uso de um objeto-memória afetivo. As cenas irão experimentar o recurso da audiodescrição integrada à dramaturgia (dramaturgia descritiva).
Ministrantes:
Helena de Jorge Portela – Atriz, pesquisadora de arte acessível e idealizadora da Cia. Fluctissonante
Suzana Portal – Consultora em Audiodescrição, com experiência teatro e cinema e colaboradora da Cia. Fluctissonante.
Sobre:
A Cia. Fluctissonante é um coletivo curitibano formado por artistas surdos e ouvintes que se dedicam à criação cênica contemporânea e bilíngue (Libras e Português). Seus projetos unem os públicos surdo e ouvinte nas plateias. Ao longo de sua trajetória produziu espetáculos para adultos como ‘Giacomo Joyce’ (2017) e ‘\TODAS/’ (2018) e também para a infância, como ‘Enquanto a Chuva Cai’ (2016) e ‘Conto Com Libras’ (2018). Em 2021, estreou sua quinta montagem, ‘Elevador’, com direção da artista convidada Georgette Fadel. Em 2020, passou também a desenvolver projetos digitais como a websérie ‘Mulheres – Sinais de Suas Escritas’ e a versão online do espetáculo ‘Conto Com Libras’, além do show-cênico-musical ‘Origami – Músicas Para Ver e Ouvir’. Assim, a companhia consolidou-se precursora nacional na criação em arte acessível, destacando-se justamente pela união de duas das línguas oficiais do Brasil dentro da cena e realizou ações em relevantes eventos, como: Palco Giratório e Plataforma Cena (nacionais), Semana Modos de Acessar (SP), Projeto Narrativas do Silêncio (RN), Curitiba Mostra, Festival de Teatro de Curitiba – Oficial, Mostra Novos Repertórios, Mostra Claudete Pereira Jorge e Prêmio Arte Paraná (PR).
Número de vagas: 20 vagas
Público alvo: Pessoas cegas, com baixa visão ou videntes com interesse em desenvolvimento e experimentação de cenas teatrais, a partir de 16 anos.
Pré-requisito: É necessário que os alunos possuam computador ou celular com acesso à internet, áudio e vídeo . No caso de acesso pelo celular, é necessário ter instalado o aplicativo Zoom.
Cronograma
Período de inscrição: 01 a 30 de agosto
Divulgação dos alunos selecionados: 01 de setembro
Datas das aulas: 05, 06 e 07 de setembro
Horário das aulas: das 19h às 21h30
Oficina #ForadaCaixa – Acessibilidade Criativa para Projetos Culturais
Ementa: A oficina tem como objetivo inspirar e desenvolver estratégias criativas de acessibilidade para projetos culturais alinhados aos fundamentos técnicos da área. Inicialmente, serão apresentados os fundamentos da acessibilidade comunicacional, do Desenho Universal e dos princípios da acessibilidade criativa e artística. Em seguida, será construída uma demonstração de proposta acessível para um projeto cultural imaginário. As aulas serão conduzidas mesclando a teoria com o relato de experiências.
Ministrante:
Andreza Nóbrega – Doutoranda em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC com pesquisa envolvendo a pedagogia do teatro, a inclusão e a formação de espectadores sob a orientação do Dr Flávio Desgranges. É mestra em educação com enfoque na Educação Inclusiva (UFPE), especialista em audiodescrição (UFJF), graduada em Licenciatura em Educação Artística, com habilitação em Artes Cênicas (UFPE). É atriz, audiodescritora, professora da rede pública de ensino e produtora cultural. Coordenadora da VouSer Acessibilidade, é idealizadora de ações formativas e inclusivas nos projetos: Festival Conectação, Encontro de Acessibilidade Comunicacional em Pernambuco, Experiri Lab de Artista, Cine Às Escuras: Mostra Erótica de Cinema Acessível, do Cineclube VouVer Filmes, Conectação Teatro e LABAcessibilidade Artística e Criativa.
Número de vagas: 30 vagas por turma
Público alvo: Artistas, produtores, gestores culturais, arte-educadores, profissionais da acessibilidade e interessados em geral.
Pré-requisito: É necessário que os alunos possuam computador ou celular com acesso à internet, áudio e vídeo. No caso de acesso pelo celular, é necessário ter instalado o aplicativo Zoom.
Cronograma Turma 1
Período de inscrição: 15 de agosto a 11 de setembro
Divulgação dos alunos selecionados: 15 de setembro
Datas das aulas: 20 e 22 de setembro
Horário das aulas: das 9h às 12h
Cronograma Turma 2
Período de inscrição: 05 a 28 de setembro
Divulgação dos alunos selecionados: 30 de setembro
Datas das aulas: 04 e 06 de outubro
Horário das aulas: das 15h às 18h
Cronograma Turma 3
Período de inscrição: 12 de setembro a 12 de outubro
Divulgação dos alunos selecionados: 14 de outubro
Datas das aulas: 18 e 20 de outubro
Horário das aulas: das 19h às 22h
Mostra de processo “O Barco” | Cia Fluctissonante (PR)
Entre agosto e setembro, a Cia. Fluctissonante desenvolverá – a convite do Acessa BH – o processo de seu novo trabalho: “O Barco”. No dia 29 de setembro, a comunidade cega interessada poderá ter um primeiro contato com a obra, através de plataforma online. Neste encontro, a atriz Helena de Jorge Portela realizará uma primeira leitura da dramaturgia criada durante o evento. Assim, o retorno do público presente impactará diretamente no resultado final do espetáculo, que tem estreia prevista para 2023.
Número de vagas: 20 Vagas
Público alvo: Pessoas cegas, com baixa visão ou videntes com interesse em desenvolvimento e experimentação de cenas teatrais, a partir de 16 anos.
Pré-requisito: É necessário que os alunos possuam computador ou celular com acesso à internet, áudio e vídeo. No caso de acesso pelo celular, é necessário ter instalado o aplicativo Zoom.
Cronograma
Período de inscrição: 22 de agosto a 25 de setembro
Divulgação dos alunos selecionados: 27 de setembro
Data do encontro: 29 de setembro
Horário: das 19h às 21h30
Serviço
- Programação online: gratuita no Youtube www.youtube.com/AcessaBH
- Inscrições gratuitas para os debates, oficinas e mostra de processo: https://acessabh.com.br/inscricoes/
Acessibilidade:
- Espetáculos online: Audiodescrição, Libras e Legendas
- Debates, lives e oficinas online: Libras e Audiodescrição. *Na live da Escola de Gente, realizada em 19/09, haverá Libras, legenda e audiodescrição em canal fechado.
- Espetáculos presenciais: Acessibilidade física, Audiodescrição e Libras
Mais informações sobre o evento: https://acessabh.com.br
O “Festival Acessa BH” é realizado por Lais Vitral e Vitral Bureau Cultural, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, com o patrocínio da MGS, e patrocínio da Vallourec através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
O “Seminário Acessa BH” é realizado por Lais Vitral e Vitral Bureau Cultural, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte
ASSESSORIA DE IMPRENSA NACIONAL: ATTi Comunicação – @atticomunicacao
Valéria Blanco – atticomunicacacao1@gmail.com – 11- 991050441
Eliz Ferreira- eliz@atticomunicacao.com.br – 11- 991102442
Celebridades
Sc30 Os nomes que definem o estado de Santa Catarina.
O Instituto de Pesquisa Valor e Credibilidade realizou uma análise e destacou nomes que se sobressaem em diferentes áreas de atuação em Santa Catarina.
O ranking, vigente nos meses de agosto e setembro, reúne profissionais, personalidades, empreendedores e referências que vêm conquistando espaço, reconhecimento e relevância em suas respectivas áreas.
Acompanhe a seleção e conheça um pouco mais sobre cada um dos nomes que ajudam a representar, movimentar e definir o cenário de Santa Catarina.

Cris Vergueiro está entre as profissionais que vêm se destacando em Santa Catarina quando o assunto é influência digital e agenciamento de marketing no segmento gastronômico.
À frente da Gastrofood Marketing, há 5 anos, Cris atua há 7 anos com criação de conteúdo sobre restaurantes e experiências em Florianópolis. Seu trabalho ganhou força por meio do perfil @grandefloripatour, aproximando marcas, restaurantes e público.
Seu principal diferencial é ouvir as necessidades dos clientes e atuar com uma agência 100% especializada no segmento de restaurantes. Atualmente, atende mais de 50 clientes ativos na Grande Florianópolis, incluindo franquias como Di Roma Pizza, Bem Dog Hot Dog e Bread Pide.
Entre os próximos projetos estão o lançamento de uma mentoria para criadores de conteúdo e profissionais de marketing e a implementação da Noema Company, voltada à estruturação de processos de marketing para empresas que buscam crescimento previsível e constante.

Paulo Pons, fundador do Grupo Pons Imobiliário, está entre os profissionais que se destacam no mercado imobiliário de Santa Catarina.
Com uma trajetória construída nas áreas de vendas, gestão e formação de equipes, Paulo Pons levou sua experiência comercial para o setor imobiliário com uma visão empresarial e estratégica. À frente do Grupo Pons Imobiliário, vem desenvolvendo um modelo baseado em gestão, processos, performance e, principalmente, formação de profissionais.
Para Paulo, o mercado imobiliário catarinense vive um momento de forte consolidação, esp
ecialmente no litoral norte, com destaque para Balneário Camboriú, Itapema e Porto Belo. Ele ressalta que o investidor está cada vez mais informado e exige profissionais preparados para apresentar oportunidades com conhecimento, fundamentos e visão de longo prazo.
Seu trabalho também é marcado pela proximidade com a operação e pelo foco no desenvolvimento de corretores e líderes. Mais do que vender imóveis, Paulo acredita na construção de relacionamentos duradouros, colocando a necessidade do cliente acima da simples realização de uma venda.
Como CEO e fundador do Grupo Pons Imobiliário, com atuação em investimentos e negócios imobiliários em Santa Catarina, Paulo Pons projeta como próximos passos a consolidação da empresa, a formação de novas lideranças e a criação de oportunidades para profissionais que fazem parte dessa trajetória.
“Não quero apenas construir uma empresa grande, mas uma empresa sólida, relevante e que deixe legado.”
Paulo Pons — CEO e fundador do Grupo Pons Imobiliário

No segmento de influência digital, Talisson Pereira está entre os profissionais mais requisitados da área. Em seu conteúdo, ele se destaca por mostrar sua vida real de forma autêntica, compartilhando sua rotina de treinos intensos, receitas, moda, estilo de vida e muito mais.
Além da rotina e do lifestyle, Talisson também compartilha sua trajetória de superação, mostrando que disciplina, determinação e constância são fundamentais para alcançar novos objetivos.
Atualmente, ele é parceiro de diversas empresas fortalecendo ainda mais sua presença e seu posicionamento no universo digital.

Victória Valvassori já esta com 16 anos de atuação na área da beleza, sua trajetória começou ainda na infância, no salão Kontatto, negócio fundado por sua mãe. Desde cedo, desenvolveu paixão por maquiagem e beleza, tornando-se profissional e, posteriormente, formada em Cosmetologia e Estética pela Unisul.
Ao longo dos anos, especializou-se em maquiagem, sobrancelhas e produções de beleza, sempre buscando aperfeiçoamento e inovação. Em 2020, ao lado da mãe, transformou o Kontatto em um espaço de atendimento mais exclusivo e personalizado, com foco em noivas, beleza, cortes, micropigmentação e despigmentação.
Entre seus projetos, destaca-se o desenvolvimento de uma linha de pincéis para automaquiagem. Parceira da MAC Cosmetics, também planeja ampliar sua atuação no digital, criando cursos e produtos para compartilhar seu conhecimento e fortalecer ainda mais o Kontatto como referência em beleza personalizada.

A Dra. Hellen Okano vem ampliando sua atuação na área da estética médica em Florianópolis, com um trabalho voltado à naturalidade, individualização dos tratamentos e cuidado em cada etapa do atendimento.
Com mais de 10 anos de experiência na medicina e atuação em procedimentos estéticos, a médica busca unir conhecimento técnico, segurança e equilíbrio para valorizar as características individuais de cada paciente, preservando a naturalidade dos resultados.
Entre os procedimentos realizados estão toxina botulínica, preenchimentos faciais, bioestimuladores de colágeno e protocolos voltados ao rejuvenescimento, qualidade da pele e tratamento de manchas.
Em Florianópolis, Dra. Hellen também oferece o protocolo Fotoage, voltado à revitalização da pele, melhora da luminosidade e uniformidade da aparência cutânea.
“Meu compromisso é valorizar a beleza natural de cada paciente, buscando resultados elegantes, equilibrados e sem exageros”, afirma Dra. Hellen Okano em entrevista ao Jornal do Estado de SC.
Agenda aberta para setembro
A Dra. Hellen Okano está com agenda aberta para o mês de setembro, com atendimentos individualizados e tratamentos definidos de acordo com as necessidades de cada paciente.
Para acompanhar seu trabalho e consultar disponibilidade de horários:
Instagram: @Dra.Hellenokano
WhatsApp: (48) 98857-9096
Dra. Hellen Okano — MÉDICA
CRM-SC 32630
FONTE: Mathaus Sanchez

Ivo Luiz Brandalise se destaca no segmento do entretenimento em Santa Catarina
Ivo Luiz Brandalise vem ganhando destaque no segmento do entretenimento por sua visão empreendedora, criatividade e capacidade de transformar novas ideias em experiências diferenciadas.
À frente do Club For Homme, em Florianópolis, aposta em eventos temáticos, novidades e uma proposta que vem atraindo um público cada vez mais diversificado.
O estabelecimento recebe visitantes de diferentes regiões do Brasil e também turistas internacionais, que incluem o clube em seus roteiros para conhecer a experiência oferecida.
Esse alcance reforça o posicionamento de Ivo Luiz Brandalise como um empresário que vem contribuindo para movimentar o entretenimento e o turismo de experiência em Santa Catarina, conectando inovação, eventos e hospitalidade em um mesmo espaço.

Destaque também para o bar do Club For Homme, que está cheio de novidades! 🍸✨
Drinks autorais, combinações surpreendentes e experiências pensadas para você aproveitar cada momento.
E o melhor: um ambiente perfeito para relaxar, se conectar, conhecer novas pessoas e viver experiências únicas.
No Club For Homme, cada visita pode render uma nova história. 🥂
Colunista
Escola Profética Unção de Elias 2026 Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, teremos mais uma edição da Escola Profética Unção de Elias, que acontecerá nos dias 12 e 13 de setembro de 2026.
Escola Profética Unção de Elias 2026
Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, teremos mais uma edição da Escola Profética Unção de
Elias, que acontecerá nos dias 12 e 13 de setembro de 2026. O encontro deverá reunir cristãos
de diferentes regiões do Brasil e também de outros países em dois dias dedicados à adoração,
ao ensino bíblico, à oração e à busca pela presença de Deus.
Em 2026, a Escola terá como tema “Meu Amigo Espírito Santo”, colocando a pessoa e a
atuação do Espírito Santo no centro das ministrações. A proposta é proporcionar aos
participantes um tempo de aprofundamento na fé, conhecimento das Escrituras e busca pelos
dons espirituais e pela unção necessária para viver os propósitos de Deus neste tempo.
A programação contará com ministrações do apóstolo Joel Engel, fundador da Escola Profética
Unção de Elias, além de momentos de louvor, oração e comunhão. Ao longo do encontro,
serão abordados temas relacionados à presença do Espírito Santo, aos dons espirituais, à vida
profética e ao chamado de cada cristão para viver uma caminhada de intimidade com Deus.
Uma convocação para este tempo
A Escola Profética Unção de Elias carrega, em sua proposta, o desejo de preparar pessoas para
compreender e viver aquilo que Deus está realizando em seu tempo. Para Joel Engel, existe
uma necessidade de buscar uma vida cada vez mais sensível à voz do Espírito Santo e
disponível para cumprir os propósitos do Reino.
Dentro dessa perspectiva, a Escola também enfatiza a unção de Elias, entendida como uma
referência bíblica à continuidade de um legado espiritual e à preparação de uma nova geração
para cumprir o seu chamado.
Mais do que uma conferência, a proposta da Escola é proporcionar um ambiente de
crescimento espiritual. O encontro representa ainda um momento de preparação e
fortalecimento da fé, especialmente para aqueles que desejam compreender melhor os dons
espirituais, desenvolver intimidade com o Espírito Santo e viver os propósitos de Deus de
maneira prática.
Sobre o evento
A Escola Profética 2026 terá dois dias de programação: – Sábado (12 de setembro): das 14h às 23h – Domingo (13 de setembro): das 10h às 18h
As inscrições para participar do evento já estão disponíveis online. O valor da entrada é de R$
100, válido para os dois dias, e as inscrições podem ser feitas no site:
www.escolaprofetica.com.br
Local: Park Hotel Morotin, Santa Maria, RS
Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp: (55) 99974-8874.
Celebridades
Acupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.
As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi
Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.
Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.
O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.
É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).
Sensação de qi
De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]
Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.
As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]
Práticas relacionadas
Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.
A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).
Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.
Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).
Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.
Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas. Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.
Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos. Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.
Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.
Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.
A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.
A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.
Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).
Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]
FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/
-
Educação6 dias atrásCriação de loja virtual e marketing digital é com a Mox Mídia Brasil.
-
Celebridades4 dias atrásAcupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.
-
Celebridades4 dias atrásSc30 Os nomes que definem o estado de Santa Catarina.
-
Colunista4 dias atrásEscola Profética Unção de Elias 2026 Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, teremos mais uma edição da Escola Profética Unção de Elias, que acontecerá nos dias 12 e 13 de setembro de 2026.





