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Especialista Camila Silveira explica o que é shadowban, punição do Instagram que prejudica o seu engajamento

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A especialista em vendas pelas redes sociais Camila Silveira dá dicas para que você não seja “punido” na rede social

O Instagram está presente na vida de muitas pessoas. E para quem usa a rede social como trabalho, é uma importante ferramenta, já que além de ser um

A especialista em vendas pelas redes sociais Camila Silveira dá dicas para que você não seja “punido” na rede social

O Instagram está presente na vida de muitas pessoas. E para quem usa a rede social como trabalho, é uma importante ferramenta, já que além de ser um ótimo canal de relacionamento com o público, ele aumenta a visibilidade. Devido a isso, é preciso ficar atento a tudo que você faz na rede para sua conta não levar shadowban e seu engajamento cair.

A especialista em vendas nas redes sociais Camila Silveira explica que a palavra shadowban pode ser traduzida como “bloqueio fantasma” e trata-se de uma ação de bloqueio do Instagram que impede o desempenho das postagens de forma não explícita.

“Ou seja, um Shadowban acontece quando um usuário é penalizado no Instagram, mas ele não sabe disso. No Instagram, acontece quando seu conteúdo deixa de aparecer em feeds de hashtags, de localização ou até mesmo na aba explorar. Dessa forma, seus posts só aparecem para as pessoas que já te seguem, o que pode diminuir bastante o alcance e a conquista de novos públicos. Isso faz com que o uso de hashtags estratégicas e localizações caia por terra totalmente, já que ninguém novo vai ser atingido pelos seus posts. Por outro lado, para o Instagram faz sentido que isso ocorra com alguns perfis porque muitos deles se utilizam de técnicas impróprias para expandir os números como bots, automações e hashtags irrelevantes, que não necessariamente têm relação com o conteúdo postado. O que acaba prejudicando a experiência dos usuários, última coisa que o Instagram quer”, pontua.

Camila cita 4 maneiras para você descobrir se sua conta foi afetada pelo shadowban?

1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que sofreu shadowban;
2. Na publicação, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente (opte por uma que não seja tão grande porque pode ser difícil de avaliar se o post foi escondido pelo shadowban ou pela competição da tag);
3. Peça para que cinco perfis que não te seguem pesquisar pela hashtag que você usou na publicação;
4. Veja se você está aparecendo para as pessoas nesse feed de hashtags.
Se algumas dessas contas conseguem ver seu post, pode ficar tranquilo. Você só está passando por uma queda de engajamento.
Por outro lado, se seu post não apareceu nas pesquisas de nenhum desses perfis, sua conta realmente pode ter sofrido shadowban.

Camila afirma que contas que contas que se beneficiam de práticas indevidas para conseguir mais seguidores, curtidas e engajamento são reconhecidas e penalizadas pelo Instagram. Ela cita alguns exemplos de ações indevidas na plataforma que causam o Shadowban:

“Compra de seguidores ou curtidas; uso de bots para interação; uso de hashtags irrelevantes ou que nada têm a ver com o conteúdo apenas com o intuito de promover maior alcance”, elenca.

Ela aconselha o internauta a fazer uma pesquisa das hashtags que pretende usar antes de publicar. Veja se elas estão funcionando normalmente.

“Tenha cuidado com a quantidade e o tipo de hashtag que usa. O próprio Instagram recomenda uma média de 5 hashtags por postagem, sendo um máximo de 30. Ultrapassar essa quantidade pode levantar suspeitas de que estão sendo usadas apenas para conseguir mais alcance, podendo atrapalhar os usuários na hora de fazer uma pesquisa. Um exemplo de hashtag que era bastante utilizada é a “#sextou”, que faz referência ao fato de que a sexta-feira chegou, ou mesmo a algum evento legal na sexta, como sair com os amigos. Ela foi banida do Instagram porque faz alusão a uma outra hashtag em inglês que também se escreve “#sextou”, mas que se pronuncia “sex to you”. Muitas contas estrangeiras passaram a utilizar a hashtag para publicação de vídeos e imagens de conteúdo sexual, prática que vai contra às diretrizes do Instagram”, destaca.

A especialista conta que o Instagram nunca admitiu publicamente que faz o “shadowban”. Mas emitiu uma declaração abordando o problema que os usuários estavam tendo com publicações que não apareciam para determinadas hashtags. “No fim das contas, ficou parecendo uma confirmação, só que com outras palavras”, completa.

Silveira também deu dicas de como reverter o shadowban?

Dê um tempo da rede social

Saia da sua conta e espere cerca de 24 a 48 horas para logar novamente.

Saia também de outros dispositivos como computador e tablet. Essa é uma tentativa para fazer com que o Instagram pare de rastrear a sua conta.

Exclua algumas hashtags

Algumas hashtags podem estar prejudicando a sua conta no Instagram, por isso é bom retirá-las. Por exemplo, a hashtag “sextou” é uma delas.
Remova também aquelas que não têm qualquer relação com o conteúdo publicado.

Troque o tipo de conta

Outra dica é trocar o tipo de conta. Provavelmente, a sua é comercial ou de produtor de conteúdo. Troque para uma conta pessoal e só depois de algum tempo, retorne para a que tinha antes.

Elimine os acessos de outros aplicativos

Muitas vezes permitimos o acesso de outros aplicativos na conta e é importante revogar essa permissão.

Revogue todos e retorne com a autorização apenas para aqueles que realmente você precisa, como os utilizados para programar os seus posts.

Reporte o problema ao Instagram

Se você realmente acredita que foi penalizado injustamente e que suas publicações cumprem com o que é exigido pelo Instagram, então reclame sobre o problema. Basta ir em “Configurações”, “Ajuda” e “Relatar um problema”. Por fim, escolha a opção “Algo não está funcionando”.

Mas como saber se uma hashtag foi banida. Uma lista proibida de hashtags muda com frequência, tornando imperativo realizar pesquisas adequadas antes de incluí-las na postagem.

“Você pode descobrir as tags proibidas do Instagram pesquisando as mesmas na barra de pesquisa. Para isso, você precisa clicar no ícone da lupa que aparece na guia explorar e digitar a hashtag. Assim que o nome da hashtag aparecer, você precisa clicar no mesmo e rolar pelas imagens a seguir. Ao chegar ao ponto final, você pode encontrar uma mensagem informando ‘atualmente oculto’, o que indica que a hashtag foi banida pelo Instagram. Algumas das hashtags são banidas temporariamente. No entanto, é sempre aconselhável reformular o mesmo para evocar alto engajamento e divulgar sua postagem”, aconselha.

Hashtags comuns do Instagram banidas 2022, segundo Camila.

#UMA
#vida adulta
#abc7ny
#sozinho
#sempre
#americangirl
#armparty
#adulto
#Ásia
#atraente
#assday
#bunda
#abcesso
#abdl
#juramento
#addmysc
#africanexpeditions
#agariogaming
#akiralane
#asiangirl
#todos seios
#amearalavey
#animenoobs
#afourchamberedheart
#oração audaciosa
B
#beautyblogger
#beautydirectory
#cérebro
#bebê
#boho
#bbc
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#bikinibody
#livros
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D
#direto
#namoro
#dm
#encontro
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#edm
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#rede de pesca
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#feliz Dia de Ação de Graças
#o trabalho duro compensa
#falcões
#dia de corcunda
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#instababy
#instasport
#iphonegraphy
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#começo
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#Como
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#lulu
#livinforalivina
#perder peso
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#mileycyrus
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P
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Q
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S
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#auto-mutilação
#snapchat
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#skype
#estranho
#foto
#solteiro
#vida de solteiro
#água salgada
#banho
#sallyhansen
#tão lindo
#viga
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#streetphoto
#swole
#merda
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T
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#hoje estou vestindo
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#fluxo de trabalho
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S
#yochale
#your_sinful_memory
#jovemmodelo

ótimo canal de relacionamento com o público, ele aumenta a visibilidade. Devido a isso, é preciso ficar atento a tudo que você faz na rede para sua conta não levar shadowban e seu engajamento cair.

A especialista em vendas nas redes sociais Camila Silveira explica que a palavra shadowban pode ser traduzida como “bloqueio fantasma” e trata-se de uma ação de bloqueio do Instagram que impede o desempenho das postagens de forma não explícita.

“Ou seja, um Shadowban acontece quando um usuário é penalizado no Instagram, mas ele não sabe disso. No Instagram, acontece quando seu conteúdo deixa de aparecer em feeds de hashtags, de localização ou até mesmo na aba explorar. Dessa forma, seus posts só aparecem para as pessoas que já te seguem, o que pode diminuir bastante o alcance e a conquista de novos públicos. Isso faz com que o uso de hashtags estratégicas e localizações caia por terra totalmente, já que ninguém novo vai ser atingido pelos seus posts. Por outro lado, para o Instagram faz sentido que isso ocorra com alguns perfis porque muitos deles se utilizam de técnicas impróprias para expandir os números como bots, automações e hashtags irrelevantes, que não necessariamente têm relação com o conteúdo postado. O que acaba prejudicando a experiência dos usuários, última coisa que o Instagram quer”, pontua.

Camila cita 4 maneiras para você descobrir se sua conta foi afetada pelo shadowban?

1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que sofreu shadowban;
2. Na publicação, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente (opte por uma que não seja tão grande porque pode ser difícil de avaliar se o post foi escondido pelo shadowban ou pela competição da tag);
3. Peça para que cinco perfis que não te seguem pesquisar pela hashtag que você usou na publicação;
4. Veja se você está aparecendo para as pessoas nesse feed de hashtags.
Se algumas dessas contas conseguem ver seu post, pode ficar tranquilo. Você só está passando por uma queda de engajamento.
Por outro lado, se seu post não apareceu nas pesquisas de nenhum desses perfis, sua conta realmente pode ter sofrido shadowban.

Camila afirma que contas que contas que se beneficiam de práticas indevidas para conseguir mais seguidores, curtidas e engajamento são reconhecidas e penalizadas pelo Instagram. Ela cita alguns exemplos de ações indevidas na plataforma que causam o Shadowban:

“Compra de seguidores ou curtidas; uso de bots para interação; uso de hashtags irrelevantes ou que nada têm a ver com o conteúdo apenas com o intuito de promover maior alcance”, elenca.

Ela aconselha o internauta a fazer uma pesquisa das hashtags que pretende usar antes de publicar. Veja se elas estão funcionando normalmente.

“Tenha cuidado com a quantidade e o tipo de hashtag que usa. O próprio Instagram recomenda uma média de 5 hashtags por postagem, sendo um máximo de 30. Ultrapassar essa quantidade pode levantar suspeitas de que estão sendo usadas apenas para conseguir mais alcance, podendo atrapalhar os usuários na hora de fazer uma pesquisa. Um exemplo de hashtag que era bastante utilizada é a “#sextou”, que faz referência ao fato de que a sexta-feira chegou, ou mesmo a algum evento legal na sexta, como sair com os amigos. Ela foi banida do Instagram porque faz alusão a uma outra hashtag em inglês que também se escreve “#sextou”, mas que se pronuncia “sex to you”. Muitas contas estrangeiras passaram a utilizar a hashtag para publicação de vídeos e imagens de conteúdo sexual, prática que vai contra às diretrizes do Instagram”, destaca.

A especialista conta que o Instagram nunca admitiu publicamente que faz o “shadowban”. Mas emitiu uma declaração abordando o problema que os usuários estavam tendo com publicações que não apareciam para determinadas hashtags. “No fim das contas, ficou parecendo uma confirmação, só que com outras palavras”, completa.

Silveira também deu dicas de como reverter o shadowban?

Dê um tempo da rede social

Saia da sua conta e espere cerca de 24 a 48 horas para logar novamente.

Saia também de outros dispositivos como computador e tablet. Essa é uma tentativa para fazer com que o Instagram pare de rastrear a sua conta.

Exclua algumas hashtags

Algumas hashtags podem estar prejudicando a sua conta no Instagram, por isso é bom retirá-las. Por exemplo, a hashtag “sextou” é uma delas.
Remova também aquelas que não têm qualquer relação com o conteúdo publicado.

Troque o tipo de conta

Outra dica é trocar o tipo de conta. Provavelmente, a sua é comercial ou de produtor de conteúdo. Troque para uma conta pessoal e só depois de algum tempo, retorne para a que tinha antes.

Elimine os acessos de outros aplicativos

Muitas vezes permitimos o acesso de outros aplicativos na conta e é importante revogar essa permissão.

Revogue todos e retorne com a autorização apenas para aqueles que realmente você precisa, como os utilizados para programar os seus posts.

Reporte o problema ao Instagram

Se você realmente acredita que foi penalizado injustamente e que suas publicações cumprem com o que é exigido pelo Instagram, então reclame sobre o problema. Basta ir em “Configurações”, “Ajuda” e “Relatar um problema”. Por fim, escolha a opção “Algo não está funcionando”.

Mas como saber se uma hashtag foi banida. Uma lista proibida de hashtags muda com frequência, tornando imperativo realizar pesquisas adequadas antes de incluí-las na postagem.

“Você pode descobrir as tags proibidas do Instagram pesquisando as mesmas na barra de pesquisa. Para isso, você precisa clicar no ícone da lupa que aparece na guia explorar e digitar a hashtag. Assim que o nome da hashtag aparecer, você precisa clicar no mesmo e rolar pelas imagens a seguir. Ao chegar ao ponto final, você pode encontrar uma mensagem informando ‘atualmente oculto’, o que indica que a hashtag foi banida pelo Instagram. Algumas das hashtags são banidas temporariamente. No entanto, é sempre aconselhável reformular o mesmo para evocar alto engajamento e divulgar sua postagem”, aconselha.

Hashtags comuns do Instagram banidas 2022, segundo Camila.

#UMA
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#abc7ny
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Arte

ANCORD e Agrinvest debatem oportunidades de expansão do mercado financeiro com o agronegócio no Sul do país.

Publicado

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De

Região abriga mais de 6.600 assessores de investimento certificados, equivalente a 24,6% do total do Brasil.

 

 

Responsável por mais de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o agronegócio tem ampliado sua conexão com o mercado financeiro e impulsionado a demanda por profissionais preparados para atuar em temas como commodities, crédito rural, hedge cambial e derivativos agrícolas. Para discutir esse cenário e as oportunidades geradas por essa aproximação, a ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) e a Agrinvest Commodities promoverão, no dia 8 de julho (quarta-feira), às 19h, em Curitiba (PR), o Encontro de profissionais do mercado financeiro que querem crescer no agro.

Voltado a profissionais e estudantes das áreas de finanças, economia e agronegócio, o encontro apresentará como o conhecimento sobre o agro pode ampliar as possibilidades de atuação na indústria de investimentos e contribuir para um atendimento mais qualificado aos investidores.

 

Cenário

A escolha da Região Sul do Brasil para o evento não é casual: o Paraná é um dos principais polos do agronegócio nacional, com forte produção de grãos e proteína animal, e concentra empresas, cooperativas e instituições financeiras que demandam cada vez mais profissionais com esse duplo repertório. O Sul concentra atualmente 6.683 assessores de investimento certificados pela ANCORD. É o segundo maior mercado do país, representando 24,6% do total de profissionais. Desde 2020, a região experimentou um crescimento de 145% na quantidade de assessores.

Pensando nesse mercado, foi lançada em julho de 2024 pela ANCORD, em parceria com a Agrinvest, a certificação Agro 100. Trata-se de um selo de excelência que conecta o mercado financeiro à realidade do campo.

Programação

A participação da ANCORD reforça a importância da capacitação contínua em um mercado em constante transformação. Representando a entidade, Orlando Junior, Diretor de Certificação e Educação Continuada, abordará como o desenvolvimento de novas competências pode preparar os profissionais para atuar em segmentos estratégicos da economia brasileira e acompanhar a evolução das demandas dos investidores.

Eduardo Vanin, Estrategista Sênior de Agricultura da Marex e Analista do Complexo Soja, abordará o cenário atual do agronegócio, as oportunidades que o setor abre para assessores de investimento, os movimentos de mercado que impactam investidores e como os profissionais podem ampliar as conversas com seus clientes a partir do repertório do agro. Com mais de 20 anos de experiência nos mercados de commodities agrícolas e derivativos, Vanin atende atualmente grandes fundos de investimento no Brasil e na China, além de trading companies, oferecendo análises e estratégias para a gestão de riscos e oportunidades no agronegócio.

O evento será realizado de forma presencial, às 19h, com participação gratuita mediante inscrição prévia e vagas limitadas.

Serviço:
Evento: Encontro de profissionais do mercado financeiro que querem crescer no agro
Data e horário: 8 de julho de 2026 (terça-feira), às 19h
Local: Agrinvest Commodities — Curitiba (PR)
Gratuito, com inscrições limitadas
Inscrições: https://link.agrinvest.agr.br/43SdCUw

 

Sobre a ANCORD

Com mais de 50 anos de atuação, a ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) se consolidou como a mais representativa Associação da Indústria de Intermediação. É também reconhecida pela qualidade de suas iniciativas educacionais e, por conta de sua experiência, modernos processos e constantes investimentos em tecnologia, se tornou uma referência do mercado financeiro e de capitais como Entidade Certificadora e Credenciadora.

Sobre a Agrinvest Commodities

A Agrinvest Commodities é referência em inteligência de mercado e gestão de risco para o agronegócio brasileiro, conectando produtores, indústrias e o mercado financeiro por meio de análises, consultoria e operações em commodities agrícolas.

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Celebridades

Acupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.

Publicado

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As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

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Educação

Criação de loja virtual e marketing digital é com a Mox Mídia Brasil.

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Hoje em dia, podemos afirmar que é fundamental ter um site profissional para vender online seus produtos e serviços, além de contextualizar o público sobre a sua empresa. Além disso, para grande parte dos negócios, o segmento online representa uma quantidade significativa das vendas, tanto orgânicas quanto via campanhas.

Na Mox Mídia, toda a nossa inteligência tecnológica é voltada a desenvolver produtos ou sistemas para suprir a necessidade dos nossos clientes. Criar um website ou um sistema de gestão requer muito mais do que uma ideia ou uma equipe de programadores. Requer um time que analise os seus processos, entenda suas necessidades e construa uma solução definitiva para o seu problema.

Um website precisa ter um conteúdo único, explicativo, vendedor e bem escrito. Mas não podemos esquecer de manter a estrutura perfeito para buscadores. Este é o segundo fator mais importante para o sucesso da sua empresa no Google.

Nossa preocupação é construir uma base sólida para humanos e para a máquina, seguindo uma semântica ideal para indexar o seu site e trazer bons resultados orgânicos.

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E-mail: moxmidia@moxmidia.com.br
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