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Especialista Camila Silveira explica o que é shadowban, punição do Instagram que prejudica o seu engajamento
A especialista em vendas pelas redes sociais Camila Silveira dá dicas para que você não seja “punido” na rede social
O Instagram está presente na vida de muitas pessoas. E para quem usa a rede social como trabalho, é uma importante ferramenta, já que além de ser um
A especialista em vendas pelas redes sociais Camila Silveira dá dicas para que você não seja “punido” na rede social
O Instagram está presente na vida de muitas pessoas. E para quem usa a rede social como trabalho, é uma importante ferramenta, já que além de ser um ótimo canal de relacionamento com o público, ele aumenta a visibilidade. Devido a isso, é preciso ficar atento a tudo que você faz na rede para sua conta não levar shadowban e seu engajamento cair.
A especialista em vendas nas redes sociais Camila Silveira explica que a palavra shadowban pode ser traduzida como “bloqueio fantasma” e trata-se de uma ação de bloqueio do Instagram que impede o desempenho das postagens de forma não explícita.
“Ou seja, um Shadowban acontece quando um usuário é penalizado no Instagram, mas ele não sabe disso. No Instagram, acontece quando seu conteúdo deixa de aparecer em feeds de hashtags, de localização ou até mesmo na aba explorar. Dessa forma, seus posts só aparecem para as pessoas que já te seguem, o que pode diminuir bastante o alcance e a conquista de novos públicos. Isso faz com que o uso de hashtags estratégicas e localizações caia por terra totalmente, já que ninguém novo vai ser atingido pelos seus posts. Por outro lado, para o Instagram faz sentido que isso ocorra com alguns perfis porque muitos deles se utilizam de técnicas impróprias para expandir os números como bots, automações e hashtags irrelevantes, que não necessariamente têm relação com o conteúdo postado. O que acaba prejudicando a experiência dos usuários, última coisa que o Instagram quer”, pontua.
Camila cita 4 maneiras para você descobrir se sua conta foi afetada pelo shadowban?
1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que sofreu shadowban;
2. Na publicação, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente (opte por uma que não seja tão grande porque pode ser difícil de avaliar se o post foi escondido pelo shadowban ou pela competição da tag);
3. Peça para que cinco perfis que não te seguem pesquisar pela hashtag que você usou na publicação;
4. Veja se você está aparecendo para as pessoas nesse feed de hashtags.
Se algumas dessas contas conseguem ver seu post, pode ficar tranquilo. Você só está passando por uma queda de engajamento.
Por outro lado, se seu post não apareceu nas pesquisas de nenhum desses perfis, sua conta realmente pode ter sofrido shadowban.
Camila afirma que contas que contas que se beneficiam de práticas indevidas para conseguir mais seguidores, curtidas e engajamento são reconhecidas e penalizadas pelo Instagram. Ela cita alguns exemplos de ações indevidas na plataforma que causam o Shadowban:
“Compra de seguidores ou curtidas; uso de bots para interação; uso de hashtags irrelevantes ou que nada têm a ver com o conteúdo apenas com o intuito de promover maior alcance”, elenca.
Ela aconselha o internauta a fazer uma pesquisa das hashtags que pretende usar antes de publicar. Veja se elas estão funcionando normalmente.
“Tenha cuidado com a quantidade e o tipo de hashtag que usa. O próprio Instagram recomenda uma média de 5 hashtags por postagem, sendo um máximo de 30. Ultrapassar essa quantidade pode levantar suspeitas de que estão sendo usadas apenas para conseguir mais alcance, podendo atrapalhar os usuários na hora de fazer uma pesquisa. Um exemplo de hashtag que era bastante utilizada é a “#sextou”, que faz referência ao fato de que a sexta-feira chegou, ou mesmo a algum evento legal na sexta, como sair com os amigos. Ela foi banida do Instagram porque faz alusão a uma outra hashtag em inglês que também se escreve “#sextou”, mas que se pronuncia “sex to you”. Muitas contas estrangeiras passaram a utilizar a hashtag para publicação de vídeos e imagens de conteúdo sexual, prática que vai contra às diretrizes do Instagram”, destaca.
A especialista conta que o Instagram nunca admitiu publicamente que faz o “shadowban”. Mas emitiu uma declaração abordando o problema que os usuários estavam tendo com publicações que não apareciam para determinadas hashtags. “No fim das contas, ficou parecendo uma confirmação, só que com outras palavras”, completa.
Silveira também deu dicas de como reverter o shadowban?
Dê um tempo da rede social
Saia da sua conta e espere cerca de 24 a 48 horas para logar novamente.
Saia também de outros dispositivos como computador e tablet. Essa é uma tentativa para fazer com que o Instagram pare de rastrear a sua conta.
Exclua algumas hashtags
Algumas hashtags podem estar prejudicando a sua conta no Instagram, por isso é bom retirá-las. Por exemplo, a hashtag “sextou” é uma delas.
Remova também aquelas que não têm qualquer relação com o conteúdo publicado.
Troque o tipo de conta
Outra dica é trocar o tipo de conta. Provavelmente, a sua é comercial ou de produtor de conteúdo. Troque para uma conta pessoal e só depois de algum tempo, retorne para a que tinha antes.
Elimine os acessos de outros aplicativos
Muitas vezes permitimos o acesso de outros aplicativos na conta e é importante revogar essa permissão.
Revogue todos e retorne com a autorização apenas para aqueles que realmente você precisa, como os utilizados para programar os seus posts.
Reporte o problema ao Instagram
Se você realmente acredita que foi penalizado injustamente e que suas publicações cumprem com o que é exigido pelo Instagram, então reclame sobre o problema. Basta ir em “Configurações”, “Ajuda” e “Relatar um problema”. Por fim, escolha a opção “Algo não está funcionando”.
Mas como saber se uma hashtag foi banida. Uma lista proibida de hashtags muda com frequência, tornando imperativo realizar pesquisas adequadas antes de incluí-las na postagem.
“Você pode descobrir as tags proibidas do Instagram pesquisando as mesmas na barra de pesquisa. Para isso, você precisa clicar no ícone da lupa que aparece na guia explorar e digitar a hashtag. Assim que o nome da hashtag aparecer, você precisa clicar no mesmo e rolar pelas imagens a seguir. Ao chegar ao ponto final, você pode encontrar uma mensagem informando ‘atualmente oculto’, o que indica que a hashtag foi banida pelo Instagram. Algumas das hashtags são banidas temporariamente. No entanto, é sempre aconselhável reformular o mesmo para evocar alto engajamento e divulgar sua postagem”, aconselha.
Hashtags comuns do Instagram banidas 2022, segundo Camila.
#UMA
#vida adulta
#abc7ny
#sozinho
#sempre
#americangirl
#armparty
#adulto
#Ásia
#atraente
#assday
#bunda
#abcesso
#abdl
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ótimo canal de relacionamento com o público, ele aumenta a visibilidade. Devido a isso, é preciso ficar atento a tudo que você faz na rede para sua conta não levar shadowban e seu engajamento cair.
A especialista em vendas nas redes sociais Camila Silveira explica que a palavra shadowban pode ser traduzida como “bloqueio fantasma” e trata-se de uma ação de bloqueio do Instagram que impede o desempenho das postagens de forma não explícita.
“Ou seja, um Shadowban acontece quando um usuário é penalizado no Instagram, mas ele não sabe disso. No Instagram, acontece quando seu conteúdo deixa de aparecer em feeds de hashtags, de localização ou até mesmo na aba explorar. Dessa forma, seus posts só aparecem para as pessoas que já te seguem, o que pode diminuir bastante o alcance e a conquista de novos públicos. Isso faz com que o uso de hashtags estratégicas e localizações caia por terra totalmente, já que ninguém novo vai ser atingido pelos seus posts. Por outro lado, para o Instagram faz sentido que isso ocorra com alguns perfis porque muitos deles se utilizam de técnicas impróprias para expandir os números como bots, automações e hashtags irrelevantes, que não necessariamente têm relação com o conteúdo postado. O que acaba prejudicando a experiência dos usuários, última coisa que o Instagram quer”, pontua.
Camila cita 4 maneiras para você descobrir se sua conta foi afetada pelo shadowban?
1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que sofreu shadowban;
2. Na publicação, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente (opte por uma que não seja tão grande porque pode ser difícil de avaliar se o post foi escondido pelo shadowban ou pela competição da tag);
3. Peça para que cinco perfis que não te seguem pesquisar pela hashtag que você usou na publicação;
4. Veja se você está aparecendo para as pessoas nesse feed de hashtags.
Se algumas dessas contas conseguem ver seu post, pode ficar tranquilo. Você só está passando por uma queda de engajamento.
Por outro lado, se seu post não apareceu nas pesquisas de nenhum desses perfis, sua conta realmente pode ter sofrido shadowban.
Camila afirma que contas que contas que se beneficiam de práticas indevidas para conseguir mais seguidores, curtidas e engajamento são reconhecidas e penalizadas pelo Instagram. Ela cita alguns exemplos de ações indevidas na plataforma que causam o Shadowban:
“Compra de seguidores ou curtidas; uso de bots para interação; uso de hashtags irrelevantes ou que nada têm a ver com o conteúdo apenas com o intuito de promover maior alcance”, elenca.
Ela aconselha o internauta a fazer uma pesquisa das hashtags que pretende usar antes de publicar. Veja se elas estão funcionando normalmente.
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A especialista conta que o Instagram nunca admitiu publicamente que faz o “shadowban”. Mas emitiu uma declaração abordando o problema que os usuários estavam tendo com publicações que não apareciam para determinadas hashtags. “No fim das contas, ficou parecendo uma confirmação, só que com outras palavras”, completa.
Silveira também deu dicas de como reverter o shadowban?
Dê um tempo da rede social
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Exclua algumas hashtags
Algumas hashtags podem estar prejudicando a sua conta no Instagram, por isso é bom retirá-las. Por exemplo, a hashtag “sextou” é uma delas.
Remova também aquelas que não têm qualquer relação com o conteúdo publicado.
Troque o tipo de conta
Outra dica é trocar o tipo de conta. Provavelmente, a sua é comercial ou de produtor de conteúdo. Troque para uma conta pessoal e só depois de algum tempo, retorne para a que tinha antes.
Elimine os acessos de outros aplicativos
Muitas vezes permitimos o acesso de outros aplicativos na conta e é importante revogar essa permissão.
Revogue todos e retorne com a autorização apenas para aqueles que realmente você precisa, como os utilizados para programar os seus posts.
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Se você realmente acredita que foi penalizado injustamente e que suas publicações cumprem com o que é exigido pelo Instagram, então reclame sobre o problema. Basta ir em “Configurações”, “Ajuda” e “Relatar um problema”. Por fim, escolha a opção “Algo não está funcionando”.
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“Você pode descobrir as tags proibidas do Instagram pesquisando as mesmas na barra de pesquisa. Para isso, você precisa clicar no ícone da lupa que aparece na guia explorar e digitar a hashtag. Assim que o nome da hashtag aparecer, você precisa clicar no mesmo e rolar pelas imagens a seguir. Ao chegar ao ponto final, você pode encontrar uma mensagem informando ‘atualmente oculto’, o que indica que a hashtag foi banida pelo Instagram. Algumas das hashtags são banidas temporariamente. No entanto, é sempre aconselhável reformular o mesmo para evocar alto engajamento e divulgar sua postagem”, aconselha.
Hashtags comuns do Instagram banidas 2022, segundo Camila.
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Cultura
Descarte irregular de resíduos automotivos ainda desafia o setor, enquanto Savana destaca ações sustentáveis no Paraná e Santa Catarina.
No Dia Mundial do Meio Ambiente, concessionária Mercedes-Benz do Grupo Águia Branca destaca redução no consumo de água, destinação correta de resíduos e certificação ambiental em suas unidades.
Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, a Savana, concessionária Mercedes-Benz do Grupo Águia Branca, apresenta ações sustentáveis adotadas em suas operações e reforça a importância da destinação correta de resíduos automotivos. Pneus, materiais industriais, borrachas, óleos e sucatas metálicas exigem descarte adequado para evitar riscos de contaminação do solo e da água, além de impactos para as comunidades.
A Savana, por meio das suas 14 filiais, desenvolve anualmente iniciativas voltadas à redução no consumo de água, destinação correta de resíduos, eficiência energética e projetos sociais. As práticas adotadas contribuíram, inclusive, para a conquista da certificação ISO 14001, norma internacional de gestão ambiental conquistada pela empresa desde 2023.

Entre os principais resultados da concessionária está a redução de 16% na captação de água de poço na loja de São José dos Pinhais (PR) após a implantação de um sistema de reuso na oficina. A iniciativa utiliza uma estação própria de tratamento de efluentes para tratar a água utilizada nos processos operacionais e reutilizá-la na lavagem de veículos, reduzindo o consumo de recursos naturais.
“Quando falamos em sustentabilidade, precisamos falar sobre ações práticas e resultados concretos. O reuso da água mostra que é possível unir eficiência operacional, preservação ambiental e responsabilidade com as comunidades onde estamos inseridos. Nosso cuidado também envolve os uniformes das oficinas, desde 2006, eles são enviados para uma lavanderia industrial com tratamento específico para resíduos da atividade mecânica”, destaca Anderson Acassio Martins, coordenador Administrativo da Savana.

Já as lojas de São José dos Pinhais (PR), Curitiba Atuba (PR) e Joinville (SC) alcançaram uma média de 95% de destinação ambientalmente correta dos resíduos, resultado que garantiu à empresa a certificação Aterro Zero, concedida pela Sanetran Gestão de Resíduos, nos municípios paranaenses, e pela Bioconsultoria, em Joinville (SC). Materiais como pneus, papel, sucata metálica e borrachas passam por processos de reciclagem, coprocessamento ou reaproveitamento, reduzindo drasticamente o envio desses resíduos para aterros sanitários. Em Curitiba e São José dos Pinhais foram coletadas cerca de 1,222 toneladas e, em Joinville, 3,427 toneladas, em 2025.
“A gestão correta dos resíduos impacta diretamente o meio ambiente, a qualidade de vida das pessoas e o futuro do próprio setor automotivo. Quanto mais empresas avançarem em reaproveitamento de resíduos, eficiência operacional e redução de impactos ambientais, maiores serão os benefícios para as cidades, para a população e para as próprias empresas”, afirma Anderson, acrescentando que neste ano a Savana completou 20 anos de atuação no Paraná e em Santa Catarina, com participação no desenvolvimento econômico regional.
A Savana também investe em eficiência energética, por meio de placas solares instaladas nas unidades do estado, além de ações sociais e programas de conscientização ambiental com foco em colaboradores e comunidades. A empresa desenvolve ainda iniciativas como o programa “A Voz Delas”, criado para fortalecer a participação feminina no setor de transporte e mobilidade, além de campanhas solidárias.

Sobre a Savana
A Savana integra o Grupo Águia Branca e é especializada na comercialização de caminhões e veículos comerciais da Mercedes-Benz. Com forte presença nos setores de transporte e logística, oferece um portfólio completo de veículos, peças e serviços de oficina. Além disso, disponibiliza soluções em pneus e recapagem, garantindo performance e eficiência para os clientes do segmento de transporte de cargas.
FONTE: A Savana integra o Grupo Águia Branca
Celebridades
Acupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.
As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi
Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.
Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.
O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.
É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).
Sensação de qi
De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]
Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.
As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]
Práticas relacionadas
Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.
A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).
Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.
Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).
Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.
Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas. Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.
Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos. Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.
Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.
Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.
A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.
A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.
Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).
Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]
FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/
Cultura
Casos de hérnia de disco crescem em Curitiba e especialista alerta: ignorar dor pode levar a sequelas graves.
Segundo o Ministério da Previdência Social, 51 mil trabalhadores foram afastados por incapacidade temporária em 2023.
Curitiba vive um aumento preocupante nas queixas de dores na coluna, especialmente na região cervical, condição que médicos associam ao avanço dos casos de hérnia de disco. A hérnia de disco já se tornou uma das principais causas de afastamento do trabalho no Brasil, com mais de 51 mil trabalhadores afastados por incapacidade temporária em 2023, segundo dados do Ministério da Previdência Social (tst.jus.br – Tribunal Superior do Trabalho, por extenso)
Os números refletem uma realidade que vem sendo confirmada também em Curitiba e no Paraná, onde 10,7 mil trabalhadores foram afastados no segundo semestre de 2023 por problemas relacionados à coluna, com destaque para a hérnia de disco entre as causas mais frequentes, segundo dados do INSS compilados pelo governo estadual.
Diante desse cenário, o neurocirurgião Afonso Aragão, referência no tratamento de doenças da coluna, faz um alerta firme para a população. Ele afirma que a hérnia de disco cervical é uma condição que costuma ser subestimada, mas que pode evoluir para consequências graves se não for identificada e tratada com rapidez e atenção.
“A dor no pescoço costuma ser tratada como algo simples: má postura, tensão, excesso de tempo no computador. Mas, quando o incômodo persiste ou começa a irradiar para os braços, o problema pode ser mais sério. A hérnia de disco cervical é uma das principais causas de dor incapacitante na região e merece atenção precoce”, afirma o Dr. Aragão.
A hérnia de disco ocorre quando um dos discos intervertebrais — estruturas que funcionam como amortecedores entre as vértebras — se desloca ou se rompe, comprimindo nervos ou mesmo a medula espinhal, estrutura que transmite sinais do cérebro para o corpo. O impacto pode ser devastador para funções motoras e sensoriais.
Um dos sinais mais preocupantes, segundo o especialista, é a dor que se irradia do pescoço pelo ombro em direção ao braço, frequentemente acompanhada de formigamento ou fraqueza. “Essa irradiação ocorre porque o disco herniado comprime os nervos responsáveis pela força e sensibilidade dos membros superiores. Quanto mais intensa a compressão, mais evidente será o déficit motor”, detalha o médico.
Ele conta que muitos pacientes só procuram ajuda médica quando já começam a perder força para segurar objetos, quando sentem falhas nas mãos ou enfrentam dificuldades para levantar o braço.
Quando o problema avança e passa a comprimir a medula espinhal, o risco torna-se ainda mais grave. O especialista destaca que a compressão medular pode afetar equilíbrio, coordenação e até o controle de funções básicas do corpo. “Quando há sinais de mielopatia, que é o comprometimento da medula, o paciente precisa de avaliação rápida. Ignorar esses sintomas aumenta o risco de sequelas permanentes”, alerta Dr. Aragão.
Ele lista alguns sinais de alerta que exigem atendimento imediato: perda de destreza nas mãos, sensação de fraqueza generalizada, alterações na marcha, quedas frequentes e sensação de choque ao movimentar o pescoço.
As causas da hérnia de disco vão além da postura incorreta. O desgaste natural com a idade, traumas físicos, esforço repetitivo e sedentarismo contribuem para a degeneração dos discos. “Muitos pacientes passam horas com o pescoço projetado para frente, usando celular ou computador. Essa posição sobrecarrega a coluna e acelera o desgaste”, observa o neurocirurgião.
O tratamento pode variar conforme a gravidade. Em muitos casos, fisioterapia, fortalecimento muscular, correção postural, uso de analgésicos e infiltrações são suficientes para reduzir a inflamação e devolver mobilidade. “O foco inicial é desinflamar e devolver mobilidade. Mas quando há déficits neurológicos ou dor incapacitante, a cirurgia pode ser a melhor opção”, explica Dr. Aragão, lembrando que técnicas modernas minimamente invasivas trazem recuperação mais rápida e menos agressão aos tecidos.
O especialista reforça que certos sinais exigem atenção imediata, entre eles formigamento persistente nos braços ou mãos, perda de força, dificuldade para caminhar, alterações de equilíbrio, sensação de choque ao abaixar o queixo ou perda involuntária de urina ou fezes. “Esses sinais indicam que o sistema nervoso já está sofrendo. Quanto antes tratamos, maior a chance de evitar sequelas”, ressalta o médico.
Para Dr. Afonso Aragão, o maior erro de pacientes é normalizar dores no pescoço e acreditar que isso faz parte da rotina. “A coluna cervical é uma região sensível e extremamente importante. Ignorar os sinais pode transformar um problema tratável em uma condição grave. O diagnóstico precoce é sempre o melhor caminho.”
Em Curitiba, onde os casos de afastamentos por problemas na coluna têm aumentado, o alerta é claro: dor no pescoço persistente não é normal e merece avaliação médica urgente.
Rede social
https://www.instagram.com/afonsoaragaoneuro/
FONTE Sarah Monteiro
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