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Cultura

Brasileira Mia Civita ganha destaque internacional com telas inspiradas em elementos da natureza

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Artista, que vive atualmente nos Estados Unidos, já expôs na Espanha, Alemanha e Itália e preza pela arte não-figurativa

Mia Civita é uma grata surpresa para a arte contemporânea. Natural de São Paulo, a artista se mudou para os Estados Unidos aos 18 anos para seguir seus estudos universitários em Biologia Marinha, curso que deixou após dois anos para se dedicar exclusivamente ao seu lado artístico e criativo.

Atualmente morando em Miami, na Flórida, Mia está prestes a se graduar na conceituada Florida International University, como bacharel em Arte e História da Arte. Entrando no cenário de maneira recente, a brasileira já chama atenção pelo estilo e pela presença em algumas exposições espalhadas pelo mundo.

Entre elas, estão “PLASTICITY”, na Galeria Azur, em Madrid, na Espanha (março de 2022); “OPENING SHOW”, na Galeria Azur, em Berlin, na Alemanha (agosto de 2022); a “NUOVI MONDI”, na Rossocinabro Gallery, em Roma, na Itália (setembro de 2022); “EDGES NY”, na Galeria Azur, em Nova York, nos EUA (outubro de 2022) e “OPENING SHOW”, na Galeria Azur, em Miami, nos EUA (outubro de 2022).

“Com mais de 12 anos de experiência no mercado global de arte moderna e contemporânea, a Galeria Azur procura promover artistas emergentes e consagrados, no âmbito das narrativas históricas da arte. Por meio de exposições individuais e coletivas, a galeria oferece um espaço dinâmico para seu público e artistas, com base no objetivo da galeria de inspirar a progressão artística e a interação cultural”, explica o site da galeria.

Apesar de não ter seguido o caminho da Biologia Marinha, Civita agrega elementos inspirados nesta área e na natureza em suas pinturas. “Eu tento explorar e criar quadros abstratos e orgânicos usando uma variedade de materiais, incluindo tintas acrílicas, pastas modeladoras, e gesso, com o intuito de produzir obras com várias camadas e texturas”, diz a artista.

Segundo Mia, a decisão pela arte não-figurativa veio pela sua admiração pela subjetividade que pertence à mesma. “Eu espero que cada pessoa veja e interprete minha arte de sua própria maneira, tendo uma experiência única – somente dela. Eu quero que a minha comunicação com o público seja através do espaço que ele tem para ver e compreender minha arte com total liberdade, independente do meu próprio pensamento ao tocar o pincel na tela”.

Suas obras
Entre seus quadros, estão “Cartina”, feito em folhas de acrílico, gesso e ouro sobre tela; “Invasion I”, em acrílico, gesso e cobre sobre tela; “Fiamme”, em acrílico sobre tela; “Synapses”, acrílica sobre tela; “Order of Chaos”, em folhas de acrílico, gesso e ouro sobre tela; “Abismo”, em acrílico sobre tela; “Vento”, em folhas de acrílico e cobre sobre tela; “Invasion III”, em folhas de acrílico e prata sobre tela, dentre muitas outras.

Exposição Galeria Azur (Miami)

Na próxima quinta-feira (20), acontece a inauguração da Galeria Azur, entre 18h e 20h, em Miami, na Flórida. O evento reúne mais de 40 artistas, entre eles Mia Civita, que irão expor suas obras e comercializá-las.

Para conhecer o trabalho da artista, clique aqui.

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Cultura

Veleiro Witness, do Greenpeace, vem ao Brasil para expedição científica na bacia da Foz do Amazonas

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Chega a Belém (PA), em 28 de fevereiro, o veleiro Witness, a mais nova embarcação do Greenpeace. A presença do Witness em águas brasileiras é parte da expedição Costa Amazônica Viva, do Greenpeace Brasil, que, entre outras atividades, vai fomentar o aprofundamento de conhecimento científico sobre a costa do Amapá, e os potenciais impactos da exploração de petróleo na região.

Em um contexto de abertura de novas fronteiras de exploração de petróleo na Amazônia, em áreas extremamente sensíveis do ponto de vista socioambiental e insuficientemente conhecidas pela ciência, o objetivo da expedição científica é coletar dados sobre as correntes marítimas da região. Pesquisadores do Instituto de Pesquisa Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), responsáveis pelo estudo, lançarão derivadores (equipamentos oceanográficos que emitem sinais de localização GPS) em diferentes pontos da Bacia da Foz do Amazonas para mapear as correntes de superfície no litoral do Amapá.

A expedição permitirá, entre outros objetivos, a obtenção de mais informações sobre a dinâmica das águas costeiras e oceânicas na bacia da Foz do Amazonas, que sofrem influência direta da descarga de águas do rio Amazonas.

O estudo busca contribuir para um entendimento mais acurado sobre a trajetória de eventuais vazamentos de petróleo, já que não há um consenso científico sobre tais dinâmicas. Pelo contrário, há um dissenso fundamental: as modelagens de dispersão de óleo apresentadas pela Petrobras, que indicavam que ele não chegaria até a costa foram recebidas com ceticismo por oceanógrafos de renomadas instituições do país.

Ainda há incertezas em relação ao risco do petróleo derramado atingir a costa amazônica, os manguezais, os rios, terras indígenas, açaizais e lavouras da região. Esses dados também são centrais para que a empresa apresente ações de prevenção e mitigação de impactos do óleo.

A modelagem da Petrobras contraria, ainda, relatos de comunidades indígenas e pescadores da região, que não tiveram suas vozes ouvidas, e afirmam reiteradamente que diversos objetos caídos em alto-mar já chegaram à costa do Amapá, aos rios e mangues do Oiapoque.

Além do mapeamento das correntes marinhas superficiais, que vem inclusive da oitiva desses relatos das comunidades locais, a expedição trará a percepção de povos indígenas e outros atores do território sobre a questão do petróleo na região, além de documentar os ambientes costeiros e Unidades de Conservação, mostrando a importância socioambiental da costa amazônica.

Com a expedição, o Greenpeace pretende fomentar o debate público em relação aos potenciais impactos do petróleo na região, cobrar responsabilidade das entidades de Estado (e o próprio governo) para que os povos do território e a ciência sejam escutados e que se respeite o Princípio da Precaução – que prevê a não implementação de projetos sem que haja consenso científico em relação à região e os potenciais impactos das atividades.

O Witness possui 22,5 metros de comprimento e, devido à elevação da quilha e do leme, é capaz de navegar em águas rasas e inacessíveis a barcos maiores. Adaptações tecnológicas promovidas na embarcação em 2022 visam tornar o veleiro mais ecológico e incluem células solares, turbinas eólicas e um sistema otimizado de gerenciamento de energia.

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Cultura

Estrela Do Terceiro Milênio É Campeã De 2024 Do Grupo De Acesso 1

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No Jubileu de Prata da escola, ano de comemoração dos 25 anos de fundação, a Milênio trouxe novamente o caneco para o Grajaú e garante a vaga para o grupo Especial em 2025.

Com o tema “Vovó Cici conta e o Grajaú canta: o mito da criação”, desenvolvido pelo carnavalesco Murilo Lobo, a agremiação apresentou na passarela do samba o enredo afro-religioso inspirado como a griô Cici de Oxalá conta para as crianças como os orixás criaram o mundo em que vivemos, através da mitologia iorubana. De forma lúdica, alegre e muito colorida, a Milênio passou leve e pulsante na Avenida ao ritmo da bateria Pegada da Coruja, conduzida pelo mestre Vitor Velloso.

“Fizemos um trabalho intenso e muito focado para retornar ao Especial. Optamos por um enredo emocionante e vovó Cici é muito encantadora e conquistou nossa comunidade e o mundo do Carnaval. Estamos felizes demais e o Grajaú também. Agora para o ano que vem contamos com todo povo do Grajaú para chegarmos pesado no Especial. Lembrando que nossas fantasias são gratuitas para alas e composições de alegorias e ensaios”, conta Silvão Leite, presidente e fundador da escola. Esse ano o projeto de Carnaval contou com a Lei de Incentivo à Cultura Pronac 231927.

Além da comunidade que empolgou o público, destaque para samba-enredo, trilha sonora interpretado por Grazzi Brazil e Darlan Alves que empolgaram o Anhembi e convidaram o público a cantar com os componentes durante o desfile. Esse é o 7° título da história da agremiação. Quem não viu o desfile pode rever pelo YouTube da LigaSP no link: https://www.youtube.com/watch?v=shLLEMMelyo&t=6s

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Cultura

Quem é Vandeuarley? O secretário de finanças integradas do Clube Nacional de Artistas do Brasil, que está ganhando destaque

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Vandeuarlei de Jesus Cardoso, mais conhecido como Vandeuarley, nasceu em 25 de setembro de 2002, em Tanque Novo, Bahia. Este talentoso artista musical, rapper, ator e compositor brasileiro tem conquistado os holofotes desde muito jovem. Hoje, ele se destaca como secretário de finanças integradas do Clube Nacional de Artistas do Brasil, trazendo uma abordagem inovadora para estabilizar as finanças da organização.

Sua trajetória começou aos 15 anos, e aos dezoito, já se destacava no cenário artístico. A parceria com Arlyson Gomes, seu amigo e colega no Clube Nacional de Artistas, impulsionou sua popularidade, marcando uma fase de grande sucesso em sua carreira. Entre seus hits estão “Deixa Eu Cantar” (2019), “Como a Motoca Fazem?” (2020) e “Simone” (2021), consolidando-o como um dos artistas mais reconhecidos de Tanque Novo, Bahia.

Vandeuarley não se limita apenas à música. Ele também é reconhecido por suas atuações teatrais e pela capacidade de envolver o público em suas performances. Além disso, sua presença nas redes sociais, especialmente no Instagram, tem gerado uma base de fãs dedicada e crescente.

Formado pelo Colégio Estadual de Tanque Novo e pelo Instituto Saber Consciente, Vandeuarley traz consigo não apenas talento, mas também uma visão estratégica para a gestão financeira do Clube Nacional de Artistas. Sua proposta de um sistema colaborativo de arrecadação de taxas demonstra seu compromisso em levar a organização a novos patamares de sucesso e estabilidade financeira. Com Vandeuarley à frente das finanças, a gestão de Arlyson Gomes alcança um novo nível de excelência e eficiência dentro do clube, solidificando ainda mais sua posição como um dos principais pilares do cenário artístico brasileiro.

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