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Cultura

Dia Nacional da Alfabetização mostra importância de se tratar sobre o tema

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Para a diretora pedagógica do Grupo Rhema, formação dos professores e participação da família são pontos essenciais

Em 14 de novembro é comemorado o Dia Nacional da Alfabetização, uma data que visa chamar a atenção para esse tema tão importante, dado que o Brasil, segundo dados da PNAD Contínua, quase 10 milhões de habitantes não conseguem ler.

De acordo com Mara Duarte, diretora pedagógica do Grupo Rhema Educação, o analfabetismo é uma questão grave e precisa ser combatido não apenas com políticas governamentais, mas de forma colaborativa e comprometida por parte de toda a sociedade. “Precisamos promover a alfabetização no Brasil e estimular a participação ativa de famílias e professores nessa tarefa”, diz.

Segundo Mara, os pais normalmente não têm a clareza necessária sobre a importância de estimularem a alfabetização das crianças. “Muitas vezes, eles colocam a responsabilidade apenas sobre a escola, mas a partir do momento em que a instituição de ensino assume o dever de fazer um trabalho colaborativo com essa família, ou seja, dar a ela o entendimento de sua importância nessa jornada tão linda que é a alfabetização, acredito ser possível estabelecer uma parceria de muito sucesso, porque geralmente os pais nessa faixa etária estão muito interessados na escolaridade das crianças”, afirma.

Outro ponto importante mencionado por Mara é a formação dos professores, que precisam estar mais capacitados por conta das demandas exigidas por um mundo cada vez mais digital. “O digital é uma ferramenta importante, mas também é uma área que tem muito a evoluir. Houve um grande avanço por conta da pandemia, mas existe uma janela aberta relacionada à formação dos professores nesta área”, avalia.

De acordo com Mara, é preciso que quem ensina esteja mais familiarizado com as novas ferramentas por conta das crianças da era digital. “Existe uma lacuna e precisamos formar professores que saibam como usar as ferramentas digitais para auxiliar no processo de alfabetização”, finaliza.

Sobre Mara Duarte

Mara Duarte da Costa é neuropedagoga, psicopedagoga, psicomotricista e coach educacional. Além disso, atua como mentora, empresária, diretora geral da Fatec e diretora pedagógica e executiva do Grupo Rhema Educação. As instituições já formaram mais de 80 mil alunos de pós-graduação, capacitação on-line e graduação em todo o Brasil. Para mais informações, acesse o site ou pelo instagram.

Sobre o Grupo Rhema

O Grupo Rhema foi criado por Fábio da Costa e Mara Duarte da Costa há mais de 14 anos com o objetivo de oferecer conhecimento para profissionais da educação e pessoas envolvidas no processo do desenvolvimento infantil, tanto nas áreas cognitivas e comportamentais, quanto nas áreas afetivas, sociais e familiares.

A empresa atua em mais de 20 países, impactando a vida de milhões de pessoas pelo mundo com cursos de graduação, pós-graduação, cursos de capacitação e eventos gratuitos. Para mais informações, acesse o site ou pelo instagram.

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Cultura

Temperando O Seu Gingado: Uma Celebração dos Ritmos Dançantes no Coração de Salvador

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A dança em você e você na dança trazendo a leveza do By night em uma experiência dançante para turistas, baianos e soteropolitanos.

“Há muito tempo que tenho o desejo em poder juntar profissionais de diversos ritmos dançantes em um único lugar e contribuir com a cultura da nossa cidade, nosso estado, nosso país.

Oferecer para as pessoas de todas as partes do mundo aulas dançantes e poder fazer a troca do acolhimento e receptividade dançando, sorrindo e se movimentado.

Ao mesmo tempo em que construímos momentos de sensações inesquecíveis nas memórias afetivas dos que vivenciaram a experiência incrível que é o Dance Experience”.

Palavras ditas pelo criador do Swing Afro Baiano, professor e pós – graduado em dança, coreógrafo de inúmeros artistas baianos e brasileiros. Renomado com prêmios nacionais e internacionais, o Mestre Antônio Cozido.

O projeto dançante ganhou formato com a união de Antônio Cozido com o Casarão 17 (Espaço de evento e gastronomia baiana no Pelourinho).
A proposta dessa união é levar ao público aulas de dança, culinária regional, drinks tropicais, entretenimento e a sensação de um breve retorno.

“É com o olhar de empreendedor e a responsabilidade de Presidente da ACHE (Associação do Centro Histórico Empreendedor) que embarco neste projeto estabelecendo uma contribuição em assertividade de um novo ciclo de movimento turístico para o Pelourinho”. Diz o CEO do Casarão 17 e Presidente da ACHE, Léo Régis.

Com um cardápio variado, o Menu do Casarão 17 oferece do petisco aos pratos quentes regados ao tempero baiano. As aulas de danças serão sempre conduzidas pelo Mestre Antônio Cozido que faz questão de convidar profissionais de vários ritmos do universo dançante para levar ao público opções de aprendizados em movimentos leves e descontraídos.

Temperando O Seu Gingado abre as portas ao público no dia 24/04 no Casarão 17. Fixo todas Quartas, Sextas e Sábados, das 18h às 21h. Entrada para o evento tem o passe couvert de R$ 25,00 ou couvert + Jantar por R$ 120,00

Reservas podem ser concluídas no Whatsapp (71) 99132-7030
@temperandooseugingado
@casarao17

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Cultura

Favela.doc: Documentário mergulha nas raízes musicais periféricas do Brasil

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Diretora Viviane Ferreira encerra maratona de gravações em São Paulo após percorrer seis estados brasileiros

Após uma intensa jornada por todo o Brasil, o documentário “Favela.doc” conclui suas filmagens em São Paulo, etapa que ocorrerá de 24 a 29 de abril. Dirigido pela renomada cineasta Viviane Ferreira, o projeto captura a essência da música periférica brasileira, percorrendo favelas e comunidades de seis estados do país.

Com lançamento previsto para 2025, a série documental de oito episódios, aborda estilos como funk, trap, samba, grime/drill, tecnobrega, bregafunk, R&B e pagode baiano. A escolha dos estados não foi aleatória, mas sim estratégica para representar a diversidade cultural e musical do Brasil.

A diretora Viviane Ferreira, cujos trabalhos anteriores incluem produções de destaque como “Um dia com Jerusa” e o sucesso de público “Ó Paí Ó 2”, percorreu seis estados brasileiros ao lado da equipe de produção. 

Para o fim das gravações em São Paulo, a capital e a Baixada Santista servirão de cenário para explorar a trajetória do DJ Mu540 (Muzão), figura central do último episódio. O jovem talento, nascido e criado em Praia Grande, desponta como um dos expoentes do trap paulista, estilo que combina elementos do funk e do rap.

Para mim, dirigir o ‘Favela.doc’ é uma oportunidade única de dar voz e visibilidade às comunidades periféricas e aos artistas que nelas vivem. Este projeto vai além de retratar a música brasileira: é um mergulho na alma e na criatividade das favelas, revelando o protagonismo desses artistas e a riqueza cultural que eles trazem para o país.”, comenta a diretora Viviane Ferreira. 

Durante as filmagens, o documentário explora as origens e influências de cada estilo musical, colocando em destaque figuras centrais e influentes de cada comunidade visitada. 

Entre os artistas já filmados em suas respectivas cidades estão: Deize Tigrona, representando o funk carioca na Cidade de Deus; N.I.N.A., expoente do grime e do drill em Cidade Alta, Taquara e Manguinhos, no Rio de Janeiro; TrapFunk&Alívio, grupo que mescla baile funk e pagodão baiano, em Salvador; Rayssa Dias, cantora de bregafunk em Recife; Maderito, vocalista da Gang do Eletro, no baile de tecnobrega em Belém; e os Filhos de Dona Maria e o duo Margaridas, representando o samba e o R&B, respectivamente, em Brasília. 

Produzida em parceria entre a agência Um Nome, idealizadora do festival Favela Sounds, e a Odun Filmes, a série é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. A produção executiva e os argumentos são conduzidos pelos criadores do festival, Amanda Bittar e Guilherme Tavares.

Sobre o “Favela.doc”

Com lançamento previsto para 2025, “Favela.doc” é uma série documental de oito episódios que mergulha nas raízes musicais periféricas do Brasil. Dirigida pela cineasta Viviane Ferreira, a produção percorre favelas e comunidades de seis estados brasileiros, explorando estilos como funk, trap, samba, grime/drill, tecnobrega, bregafunk, R&B e pagode baiano. A série reflete sobre o protagonismo das favelas na construção da identidade nacional e no desenvolvimento da música brasileira, enquanto destaca o impacto econômico desses estilos musicais nas comunidades periféricas.

Ficha técnica

Favela.doc – Primeira Temporada – 8 episódios 

Direção: Viviane Ferreira.

Personagens: Deize Tigrona, N.I.N.A., TrapFunk&Alívio, Rayssa Dias, Maderito, Filhos de Dona Maria, duo Margaridas e DJ Mu540.

Assistência de Direção e Codireção: Melina Bomfim.

Produção Executiva e Argumentos: Guilherme Tavares e Amanda Bittar – Agência Um Nome e Favela Sounds.

Direção de Produção: Carol Lacombe.

Direção de Fotografia: Flávio Rebouças.

Som: Marise Urbano.

Direção de Arte: Amanda Lima.

Assistente de Câmera e Segunda Câmera: Paula Ortiz.
Loggers: Ada Regina e Aleph Pereira.

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Cultura

Greenpeace Brasil organiza mostra que retrata 20 anos da luta indígena

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(Foto de capa: Tuane Fernandes)

  • Exposição com curadoria do Greenpeace Brasil já está aberta ao público, no Complexo Funarte, em Brasília; são 45 imagens de 13 fotógrafos que acompanharam as duas décadas do Acampamento Terra Livre em Brasília
  • O público poderá participar do abaixo-assinado online contra a inviabilização da vida dos povos originários

Registros fotográficos e históricos dos 20 anos  da maior mobilização dos povos indígenas da América Latina, o Acampamento Terra Livre (ATL), já estão sendo apresentados, no Complexo da Funarte. Com curadoria do Greenpeace Brasil, a exposição fotográfica pode ser conferida gratuitamente, até sexta-feira (26).

Sob o tema “Nosso Marco é Ancestral: sempre estivemos aqui”, a mostra sobre os 20 Anos do Acampamento Terra Livre reúne 45 imagens ampliadas (53 cm x 80 cm) e expostas em um corredor imersivo com quase 25 metros de extensão. São imagens produzidas por 13 fotógrafos, entre eles profissionais que colaboram com o Greenpeace Brasil ao longo dessas duas décadas, (confira relação completa abaixo), fotojornalistas do portal Mídia Ninja e do ativista Egon Heck, assessor do secretariado do Conselho Indigenista Missionário (CIMI). Heck é ex-padre e ativista da causa indígena há mais de 50 anos.

Durante a mostra, o público poderá deixar mensagens em um painel

Foto: Rafael Vilela (Mídia Ninja)

De acordo com Carolina Pasquali, diretora-executiva do Greenpeace Brasil, “a exposição mostra como o Acampamento Terra Livre (ATL) é uma celebração cultural potente e diversa, além de ser uma importantíssima manifestação da democracia brasileira. Nessas 45 fotos, vemos, por exemplo, vários momentos históricos do país, como a luta dos povos indígenas pela homologação da TI Raposa Serra do Sol, no ATL 2004, e pela proteção do rio Xingu, no ATL de 2006, passando pelos anos violentos do governo Bolsonaro e até pela pandemia do coronavírus. É uma exposição linda, para aprender e relembrar, mas também para inspirar um olhar para o futuro e para os muitos desafios que ainda existem em nosso país”.”.

Foto: Cimi Jarno

Além das fotografias, a exposição apresenta artesanatos, descritivos e um QR Code para acessar o abaixo-assinado, uma iniciativa contra a tese do Marco Temporal que limita e ataca os direitos à terra pelos povos originários

Confira os fotógrafos da exposição:

  • Egon Heck
  • Victor Bravo
  • Tuane Fernandes
  • Fernanda Ligabue
  • Rogério Assis
  • Cristian Braga
  • Valentina Ricardo
  • Adriano Machado
  • Diego Baravelli
  • Rafael Vilela
  • Matheus Alves
  • Gian Martins
  • Oliver Kornblihtt

SERVIÇO

Exposição 20 anos ATL

Data: 24 a 26.04.2024

Horário: 10 às 19h

Local: Complexo da Funarte, Brasília

Gratuito

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