Política

Divergências nas decisões do judiciário priorizam uma parte da sociedade e prejudicam outra mesmo tratando do mesmo assunto o qual já foi pacificado

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O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) voltou a negar pleito formulado por proprietária de uma clínica de estética corporal localizada em um município no norte do Estado para atuar com bronzeamento artificial. A empresária pretendia obter autorização para uso dos equipamentos do bronze baseado na emissão de radiação ultravioleta.

 

O advogado especialista em legislação voltada para a regulamentação, referência e pioneiro no assunto Tony Santtana foi o primeiro dentro dessa nuance a ter um parecer favorável do Supremo Tribunal Federal (STF). O advogado analisa a decisão do judiciário de Santa Catarina e diz que aquela comarca está ultrapassada e desrespeitando a decisão colegiada da justiça federal de São Paulo que anulou os efeitos da RDC56/2009. 

 

Tony Santtana faz questão de repetir que a referida decisão já transitou em julgado, ou seja,  não cabe mais recurso. Diversos são os estados que acataram a decisão da corte do TRF3, autorizando os profissionais do segmento trabalharem normalmente enquanto Santa Catarina ainda resta impedida de ter seus cidadãos trabalhando. 

 

O advogado diz ainda que “São Paulo foi o primeiro estado a respeitar a decisão do Tribunal Regional Federal e permitir a referida atividade de bronzeamento, destacando ainda que se o maior e mais rico estado da federação autorizou os paulistas a trabalharem e nos moldes da lei todos são iguais o por quê Santa Catarina ainda resiste?”. 

 

Aproximadamente 100 mil profissionais do ramo do bronzeamento artificial são injustiçados devido a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 56/2009, que proíbe este método de trabalho, indo em desencontro com o livre exercício da profissão assegurado na Constituição Federal de 1988. 

 

 Segundo Tony Santtana, a decisão cabe recurso e o advogado segue defendendo os trabalhadores do ramo que são prejudicados devido ao efeito dado na resolução RDC 56/2009 editada pela ANVISA. 

 

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Cultura

A nova era do bolsonarismo. À consolidação de uma força política.

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O bolsonarismo entrou em uma nova fase. O movimento político que ganhou força a partir da ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência da República agora enfrenta um dos momentos mais decisivos de sua história: provar que consegue manter influência eleitoral mesmo sem a presença de seu principal líder nas urnas.

 

A eleição de 2026 mostrou que o bolsonarismo deixou de depender exclusivamente de Jair Bolsonaro como candidato. O movimento passou a funcionar também como uma estrutura política, eleitoral e familiar, com forte presença no Congresso Nacional e capacidade de mobilização em diferentes regiões do país.

 

DA LIDERANÇA PESSOAL À SUCESSÃO POLÍTICA

 

Jair Bolsonaro continua sendo uma referência central para seu campo político, mas sua situação jurídica alterou profundamente o cenário. O Supremo Tribunal Federal manteve a condenação do ex-presidente a 27 anos e três meses de prisão no processo relacionado à tentativa de golpe de Estado, tornando sua participação direta na disputa presidencial ainda mais limitada.

 

Nesse contexto, a eleição de 2026 passou a representar também um teste de sucessão.

 

Flávio Bolsonaro, senador e filho do ex-presidente, assumiu o protagonismo da candidatura presidencial do grupo. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio terminou à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo resultados reportados pela Reuters. A disputa foi encaminhada para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

 

O resultado transformou a eleição em algo maior do que uma simples disputa entre dois candidatos. Ela passou a ser interpretada também como um teste sobre a capacidade de sobrevivência e transformação do bolsonarismo.

 

UM MOVIMENTO QUE GANHOU FORÇA NO CONGRESSO

 

Um dos principais sinais dessa transformação está no Legislativo.

 

O Partido Liberal, principal legenda do campo bolsonarista, ampliou significativamente sua presença no Senado e na Câmara dos Deputados. Segundo levantamento divulgado pela Reuters, o partido passou de 15 para 28 cadeiras no Senado e poderá contar com 121 deputados na Câmara, contra 98 anteriormente.

 

Esse crescimento representa uma mudança importante na relação de forças dentro de Brasília.

 

Mesmo que a Presidência da República seja ocupada por outro grupo político, uma bancada conservadora fortalecida poderá influenciar a agenda nacional, as votações no Congresso, as discussões econômicas e as pautas relacionadas à segurança pública, costumes e organização do Estado.

 

O bolsonarismo, portanto, passa a disputar poder não apenas pela Presidência, mas também pelo Congresso.

 

A FAMÍLIA COMO ESTRUTURA POLÍTICA

 

Outro elemento característico dessa nova fase é a presença de integrantes da família Bolsonaro em diferentes espaços da política nacional.

 

A força eleitoral do grupo familiar passou a funcionar como uma espécie de rede política. A estratégia permite que o sobrenome Bolsonaro continue presente em eleições para diferentes cargos, mesmo diante das limitações jurídicas enfrentadas pelo ex-presidente.

 

Esse fenômeno também levanta uma questão para os próximos anos: o bolsonarismo continuará sendo identificado principalmente com Jair Bolsonaro ou conseguirá se transformar em uma corrente política mais ampla, capaz de sobreviver à liderança original?

 

MAIS DO QUE UM NOME, UMA IDENTIDADE POLÍTICA

 

O bolsonarismo construiu, ao longo dos últimos anos, uma identidade política própria.

 

Entre seus principais elementos estão a valorização das pautas conservadoras, a defesa de posições mais rígidas na área de segurança pública, o discurso de redução da influência do Estado em determinadas áreas da economia e uma forte oposição ao campo político liderado pelo PT.

 

A comunicação digital também teve papel fundamental nessa construção.

 

Redes sociais, grupos de mensagens e plataformas digitais permitiram ao movimento criar canais próprios de comunicação com seus eleitores, reduzindo a dependência dos meios tradicionais de comunicação.

 

Essa estrutura permanece ativa e representa um dos principais ativos políticos do movimento.

 

O DESAFIO DA RENOVAÇÃO

 

A nova fase, entretanto, também traz desafios.

 

Sem Jair Bolsonaro como candidato presidencial, seus sucessores precisarão conquistar eleitores para além do núcleo mais fiel do movimento.

 

Flávio Bolsonaro terá de demonstrar que consegue transformar a força política associada ao sobrenome Bolsonaro em uma candidatura com identidade própria e capacidade de dialogar com setores mais amplos do eleitorado.

 

Ao mesmo tempo, o campo conservador terá de lidar com diferentes lideranças que disputam espaço dentro da própria direita.

 

A existência de governadores, parlamentares e outras lideranças conservadoras mostra que o futuro desse campo político poderá ser mais fragmentado do que durante o período de maior concentração da liderança em Jair Bolsonaro.

 

UM NOVO CICLO

 

A eleição de 2026 sugere que o bolsonarismo não desapareceu com a saída de Jair Bolsonaro da disputa presidencial.

 

Ao contrário, os resultados eleitorais indicam que o movimento conseguiu preservar uma parcela significativa de sua força e ampliou sua presença institucional.

 

A grande mudança está justamente aí: o bolsonarismo começa a deixar de ser apenas o movimento de um presidente para se transformar em uma corrente política com sucessores, bancadas, estruturas partidárias e uma identidade eleitoral própria.

 

O resultado do segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula será decisivo para determinar o tamanho dessa transformação. Independentemente do resultado presidencial, porém, uma conclusão já se apresenta: o bolsonarismo entrou em uma nova era, na qual a disputa pelo seu legado será tão importante quanto a disputa pelo poder.

 

FONTE :  Volnei Barboza

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Educação

Criação de loja virtual e marketing digital é com a Mox Mídia Brasil.

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Hoje em dia, podemos afirmar que é fundamental ter um site profissional para vender online seus produtos e serviços, além de contextualizar o público sobre a sua empresa. Além disso, para grande parte dos negócios, o segmento online representa uma quantidade significativa das vendas, tanto orgânicas quanto via campanhas.

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Celebridades

ANCORD e Agrinvest debatem oportunidades de expansão do mercado financeiro com o agronegócio no Sul do país.

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Região abriga mais de 6.600 assessores de investimento certificados, equivalente a 24,6% do total do Brasil.

 

 

Responsável por mais de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o agronegócio tem ampliado sua conexão com o mercado financeiro e impulsionado a demanda por profissionais preparados para atuar em temas como commodities, crédito rural, hedge cambial e derivativos agrícolas. Para discutir esse cenário e as oportunidades geradas por essa aproximação, a ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) e a Agrinvest Commodities promoverão, no dia 8 de julho (quarta-feira), às 19h, em Curitiba (PR), o Encontro de profissionais do mercado financeiro que querem crescer no agro.

Voltado a profissionais e estudantes das áreas de finanças, economia e agronegócio, o encontro apresentará como o conhecimento sobre o agro pode ampliar as possibilidades de atuação na indústria de investimentos e contribuir para um atendimento mais qualificado aos investidores.

 

Cenário

A escolha da Região Sul do Brasil para o evento não é casual: o Paraná é um dos principais polos do agronegócio nacional, com forte produção de grãos e proteína animal, e concentra empresas, cooperativas e instituições financeiras que demandam cada vez mais profissionais com esse duplo repertório. O Sul concentra atualmente 6.683 assessores de investimento certificados pela ANCORD. É o segundo maior mercado do país, representando 24,6% do total de profissionais. Desde 2020, a região experimentou um crescimento de 145% na quantidade de assessores.

Pensando nesse mercado, foi lançada em julho de 2024 pela ANCORD, em parceria com a Agrinvest, a certificação Agro 100. Trata-se de um selo de excelência que conecta o mercado financeiro à realidade do campo.

Programação

A participação da ANCORD reforça a importância da capacitação contínua em um mercado em constante transformação. Representando a entidade, Orlando Junior, Diretor de Certificação e Educação Continuada, abordará como o desenvolvimento de novas competências pode preparar os profissionais para atuar em segmentos estratégicos da economia brasileira e acompanhar a evolução das demandas dos investidores.

Eduardo Vanin, Estrategista Sênior de Agricultura da Marex e Analista do Complexo Soja, abordará o cenário atual do agronegócio, as oportunidades que o setor abre para assessores de investimento, os movimentos de mercado que impactam investidores e como os profissionais podem ampliar as conversas com seus clientes a partir do repertório do agro. Com mais de 20 anos de experiência nos mercados de commodities agrícolas e derivativos, Vanin atende atualmente grandes fundos de investimento no Brasil e na China, além de trading companies, oferecendo análises e estratégias para a gestão de riscos e oportunidades no agronegócio.

O evento será realizado de forma presencial, às 19h, com participação gratuita mediante inscrição prévia e vagas limitadas.

Serviço:
Evento: Encontro de profissionais do mercado financeiro que querem crescer no agro
Data e horário: 8 de julho de 2026 (terça-feira), às 19h
Local: Agrinvest Commodities — Curitiba (PR)
Gratuito, com inscrições limitadas
Inscrições: https://link.agrinvest.agr.br/43SdCUw

 

Sobre a ANCORD

Com mais de 50 anos de atuação, a ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) se consolidou como a mais representativa Associação da Indústria de Intermediação. É também reconhecida pela qualidade de suas iniciativas educacionais e, por conta de sua experiência, modernos processos e constantes investimentos em tecnologia, se tornou uma referência do mercado financeiro e de capitais como Entidade Certificadora e Credenciadora.

Sobre a Agrinvest Commodities

A Agrinvest Commodities é referência em inteligência de mercado e gestão de risco para o agronegócio brasileiro, conectando produtores, indústrias e o mercado financeiro por meio de análises, consultoria e operações em commodities agrícolas.

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