Negócios
Expectativas para o mercado de crédito em 2024
1. O que esperar do mercado de crédito, com emissão de IPO, follow-on e emissão de debêntures para 2024?
O mercado de crédito brasileiro deve continuar aquecido em 2024, impulsionado por fatores como a recuperação da economia, a baixa taxa de juros e a alta liquidez. No caso das emissões de IPO, follow-on e debêntures, as expectativas são positivas. A expectativa é que o volume de emissões continue elevado, com destaque para empresas de tecnologia, varejo e infraestrutura.
As emissões de IPO devem continuar a ser uma importante fonte de financiamento para empresas que buscam crescer e expandir seus negócios. O follow-on, por sua vez, é uma opção para empresas que já estão listadas na bolsa e buscam captar recursos para novos investimentos ou para recompra de ações. As debêntures são uma opção de financiamento para empresas que não querem abrir seu capital ou que não precisam de recursos tão elevados.
No entanto, é importante destacar que o mercado de crédito também está sujeito a riscos, como a volatilidade da taxa de juros e a possibilidade de uma recessão econômica.
Alguns fatores que devem impulsionar o mercado de crédito em 2024:
- Recuperação da economia: A economia brasileira deve continuar a crescer em 2024, o que deve gerar demanda por crédito por parte de empresas e consumidores.
- Baixa taxa de juros: A taxa básica de juros, a Selic, deve permanecer baixa em 2024, o que torna o crédito mais acessível para empresas e consumidores.
- Alta liquidez: O mercado de capitais brasileiro está com alta liquidez, o que facilita a captação de recursos por empresas.
Alguns fatores que podem impactar o mercado de crédito em 2024:
- Volatilidade da taxa de juros: A taxa de juros pode sofrer oscilações em 2024, o que pode afetar o custo do crédito.
- Possibilidade de uma recessão econômica: Uma recessão econômica pode reduzir a demanda por crédito.
2. Como as mudanças recentes de queda na taxa de juros nas políticas econômicas afetaram as condições e a disponibilidade de crédito no mercado financeiro. Quais as perspectivas nesse sentido para o próximo ano?
De modo geral, as constantes reduções na queda da taxa de juros representam uma grande oportunidade para o mercado de crédito, considerando que, quanto mais baixa a taxa, mais os investidores se sentem confortáveis em criar dívidas para alavancar seus investimentos. Ou seja, caso esse cenário ocorra, o mercado de crédito brasileiro poderá se desenvolver ainda mais. As perspectivas para esse cenário, embora incerto, ainda representam oportunidades de crescimento na oferta de crédito. Um cenário próximo ao de 2020, com a Selic próxima dos 2% a.a é bem improvável, mesmo em cenários de crescimento do país. Porém, uma taxa abaixo dos dois dígitos, que configuram um cenário bem possível para o próximo ano, ainda pode ser uma janela para que os investidores tomem crédito.
3. No contexto atual, quais são os principais benefícios fiscais associados aos Certificados Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificados Recebíveis do Agronegócio (CRA) que os tornam atrativos para investidores pessoa física?
- Isenção de Imposto de Renda: os CRI e CRA são isentos de Imposto de Renda para investidores pessoa física, tanto sobre o rendimento bruto quanto sobre os ganhos de capital. Isso significa que os investidores podem receber todo o rendimento dos CRI e CRA sem ter que pagar imposto sobre ele.
- Baixa alíquota de imposto de renda sobre os ganhos de capital: os ganhos de capital obtidos com a venda de CRI e CRA são tributados de acordo com a tabela regressiva do Imposto de Renda, com alíquotas que variam de 15% a 22,5%. Isso significa que os investidores podem pagar menos imposto de renda sobre os ganhos de capital obtidos com a venda de CRI e CRA do que pagariam sobre os ganhos de capital obtidos com a venda de outros ativos, como ações ou imóveis.
- Redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF): os CRI e CRA são isentos do IOF para investidores pessoa física que os adquirem no mercado secundário. Isso significa que os investidores podem economizar dinheiro no IOF ao comprar CRI e CRA no mercado secundário.
Além desses benefícios fiscais, os CRI e CRA também oferecem outras vantagens para investidores pessoa física, como:
- Rentabilidade atrativa: os CRI e CRA oferecem uma rentabilidade atrativa, que pode superar a rentabilidade de outros investimentos, como a poupança ou os títulos públicos.
- Liquidez: os CRI e CRA são um investimento líquido, o que significa que os investidores podem vendê-los facilmente no mercado secundário.
- Diversificação: os CRI e CRA podem ajudar os investidores a diversificar sua carteira de investimentos, o que pode reduzir o risco.
No contexto atual, com a Selic em queda, os CRI e CRA se tornam ainda mais atrativos para investidores pessoa física, pois oferecem uma rentabilidade mais alta do que outros investimentos de renda fixa. Além disso, os benefícios fiscais associados aos CRI e CRA tornam esses títulos ainda mais vantajosos para investidores pessoa física.
É importante destacar que os CRI e CRA são investimentos de renda fixa, o que significa que eles oferecem um rendimento predefinido. No entanto, esses investimentos estão sujeitos a riscos, como o risco de inadimplência do devedor do título.
4. Como funcionam os CRIs e CRAs em termos de empréstimo ao emissor e pagamento de juros aos investidores, após as mudanças, e como isso se relaciona com o desempenho desses títulos?
Por exemplo, se um CRI for emitido com uma rentabilidade de 100% do CDI, isso significa que o investidor receberá, a cada ano, o valor do CDI no momento da emissão do título mais 100% do valor do CDI.
A relação entre a rentabilidade dos CRIs e CRAs e o índice CDI é importante para os investidores porque permite que eles façam uma comparação entre a rentabilidade de diferentes CRIs e CRAs. Isso porque, para CRIs e CRAs com a mesma data de vencimento, a rentabilidade será diretamente proporcional ao valor do CDI no momento da emissão; além disso, permite também que os investidores façam uma comparação entre a rentabilidade dos CRIs e CRAs e a rentabilidade de outros investimentos de renda fixa, como títulos públicos ou CDBs.
5. Qual é a relação entre a rentabilidade dos CRIs e CRAs e o índice CDI, e por que essa relação é importante para os investidores?
Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) são ativos financeiros vinculados a operações de crédito imobiliário e do agronegócio, respectivamente. A relação entre a rentabilidade desses títulos e o índice CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é fundamental para os investidores avaliarem o desempenho desses ativos em comparação com uma taxa de referência do mercado financeiro brasileiro.
- Benchmark de Performance: o CDI é frequentemente utilizado como um benchmark para avaliar o desempenho de diversos investimentos no Brasil. Portanto, ao comparar a rentabilidade dos CRIs e CRAs com o CDI, os investidores podem ter uma noção clara de como esses títulos estão se saindo em relação a uma taxa de referência amplamente aceita;
- Risco de Crédito e Prêmio de Risco: o retorno oferecido pelos CRIs e CRAs normalmente inclui um prêmio de risco em relação ao CDI. Esse prêmio de risco compensa os investidores pelo risco associado aos ativos lastreados em operações de crédito imobiliário ou do agronegócio. Assim, a comparação com o CDI ajuda os investidores a entenderem o componente de retorno adicional que estão recebendo em troca do risco assumido;
- Ajustes na Política Monetária: mudanças nas taxas de juros, influenciadas pela política monetária do Banco Central, podem afetar tanto o CDI quanto a rentabilidade dos CRIs e CRAs. Investidores acompanham essas relações para tomar decisões informadas em ambientes de taxas de juros em constante mudança.
- Diversificação de Portfólio: ao considerar a alocação de ativos, investidores podem escolher CRIs e CRAs para diversificar seus portfólios. A comparação com o CDI fornece uma medida relativa de desempenho que pode ajudar na tomada de decisões de investimento.
Em resumo, entender a relação entre a rentabilidade dos CRIs e CRAs e o índice CDI é importante para os investidores avaliarem o retorno dos seus investimentos, considerando o contexto do mercado, os riscos associados e a política monetária vigente.
6. Quais são os riscos associados às operações de CRIs e CRAs, e como mitigá-los?
Os principais riscos associados às operações de CRIs e CRAs são:
- Risco de inadimplência: o risco de inadimplência é o risco de que o devedor do título não pague os valores devidos. Esse risco é o principal risco associado aos CRIs e CRAs, pois pode levar à perda total do investimento.
- Risco de mercado: o risco de mercado é o risco de que o valor do título se desvalorize. Esse risco pode ser causado por fatores como mudanças nas taxas de juros, na inflação ou na economia em geral.
- Risco de liquidez: o risco de liquidez é o risco de que o título seja difícil de vender. Esse risco pode ser causado por fatores como a baixa oferta de títulos no mercado secundário ou a falta de interesse dos investidores.
Para mitigar os riscos associados às operações de CRIs e CRAs, os investidores podem tomar as seguintes medidas:
- Fazer uma análise cuidadosa da qualidade do devedor do título: o investidor deve avaliar a capacidade do devedor de honrar seus compromissos financeiros.
- Diversificar a carteira de investimentos: a diversificação da carteira de investimentos pode ajudar a reduzir o risco de perdas.
- Investir em CRIs e CRAs de instituições financeiras sólidas: as instituições financeiras sólidas têm uma maior capacidade de honrar seus compromissos financeiros.
- Investir em CRIs e CRAs com garantias reais: as garantias reais, como imóveis ou títulos de propriedade, podem reduzir o risco de inadimplência.
Além dessas medidas, os investidores também podem contratar um seguro de crédito para proteger seus investimentos contra o risco de inadimplência.
7. Como a atual taxa básica de juros (Selic) no Brasil afeta a oferta de empréstimos corporativos das empresas? Quais estratégias a WIT Corporate está implementando para lidar com as mudanças nas taxas de juros?
Em termos simples, os bancos usam a taxa Selic como uma referência para calcular os juros em suas transações. Se um banco precisa equilibrar suas contas no final do dia devido a saques ou depósitos, ele pode pegar empréstimos de outros bancos. Essas transações são respaldadas por títulos públicos, o que resulta em taxas de juros mais baixas. A influência da Selic nas empresas se dá principalmente por meio de seus efeitos no crédito e no consumo. Um aumento na taxa básica de juros significa custos mais altos ao buscar linhas de crédito, tornando mais difícil para pequenos negócios obter empréstimos. Além disso, taxas mais altas desencorajam o consumo, impactando negativamente o fluxo de caixa das empresas devido à redução nas vendas, aliado a isso a receios de recessão deixam o crédito mais caro e escasso.
A WIT Corporate conta com um corpo de especialistas dedicados ao atendimento de empresas. Compreendemos as necessidades específicas de cada companhia, e, a partir dessa compreensão, desenvolvemos as soluções de crédito mais adequadas. Nosso foco vai além da simples busca pelo menor custo; realizamos uma análise minuciosa para criar uma modelagem de crédito personalizada, sob medida para o momento do nosso cliente.
8. Dada a situação econômica atual, como a WIT Corporate está ajudando as empresas a navegar pelo mercado de crédito em constante mudança e a tomar importantes decisões financeiras?
A WIT mantém um contínuo fluxo de informações atualizadas sobre a dinâmica do mercado, por meio de nossos especialistas. Realizamos palestras abrangendo os temas setoriais mais relevantes. Nosso compromisso é capacitar as empresas na formulação de estratégias financeiras eficazes, tanto a curto quanto a médio prazo.
Recentemente, promovemos um fórum de extrema importância, focado nas principais mudanças da Reforma Tributária. Nesse evento, proporcionamos aos nossos clientes a oportunidade de ouvir as estratégias-chave para minimizar possíveis impactos em suas companhias, consolidando assim nosso compromisso com a excelência e a antecipação das necessidades do mercado.
9. Com a inflação atual no Brasil, quais medidas a WIT Corporate tem adotado para proteger os clientes de impactos inflacionários em seus empréstimos corporativos? Qual é o cenário para 2024?
As estratégias adotadas pelas empresas para se protegerem dos impactos inflacionários são diversas e cruciais. Algumas práticas incluem a revisão criteriosa de contratos existentes, buscando incorporar cláusulas que aumentam a flexibilidade diante dos efeitos da inflação. Esse processo envolve uma análise aprofundada de índices suscetíveis a oscilações, como taxas de juros, contribuição preliminar ou entrada, e a previsão do índice contratado.
No âmbito do mercado financeiro, existem instrumentos designados para mitigar essa exposição, conhecidos como hedge. Entre eles, destacam-se os derivativos NDF (Non-Deliverable Forward), que consistem em contratos nos quais os participantes realizam operações de compra ou venda a uma taxa de câmbio a termo, com liquidação financeira na data de vencimento. Essa abordagem proporciona à tesouraria da empresa uma visão futura previsível de seus fluxos de caixa, otimizando seus resultados.
Outra ferramenta relevante é o Swap, uma operação financeira em que duas partes realizam uma troca. Em termos simples, trata-se de um contrato que pode ser firmado entre instituições para se protegerem por meio da “troca” de índices mais voláteis. Por exemplo, essa negociação pode envolver a substituição de empréstimos vinculados ao Selic por IPCA ou de oscilações cambiais. A principal motivação por trás dessas práticas é a proteção contra flutuações de moeda, índice, taxas de juros ou preço de commodities, sempre que esses fatores representem riscos para o negócio ou investimento da empresa.
Na WIT Corporate, nossos clientes podem confiar em especialistas da Mesa de Derivativos, que nos auxiliam na tomada de decisões assertivas diante do mercado. Com cotações de operações online, oferecemos soluções com os spreads mais vantajosos do mercado. Nosso objetivo é proporcionar aos nossos clientes a tranquilidade de contar com o suporte de profissionais dedicados ao mercado financeiro, permitindo que os empresários se concentrem plenamente em seus negócios.
10. Com base nas projeções econômicas para 2024, quais são os principais desafios e oportunidades que a WIT Corporate prevê no mercado de empréstimos corporativos? Como planeja atuar?
Os principais desafios e as principais oportunidades estão relacionados, justamente, ao cenário futuro das taxas de juros. Os desafios estão relacionados a superar essa incerteza imposta pelo cenário, de forma a gerar confiança nos clientes para tomar crédito e impulsionar sua empresa.
Por outro lado, as oportunidades estão relacionadas a um cenário mais brando e de recuperação econômica. Naturalmente, caso isso ocorra, os clientes se tornarão mais favoráveis a tomar crédito. Acreditamos que a economia como um todo se recupere, gerando crescimento no PIB e nas empresas.
11. As empresas que buscam empréstimos corporativos estão preocupadas com a estabilidade econômica de longo prazo. Como a WIT Corporate aborda essas preocupações e fornece segurança aos clientes?
Uma das formas que utilizamos para fornecer segurança aos clientes é passar uma visão técnica e fundamentada em dados. De modo geral, essa euforia/insegurança é, geralmente, uma consequência de um grande volume de informações mal interpretadas. Assim, um dos pilares dos contatos realizados por nossos Gerentes Comerciais é passar conceitos técnicos e que retratem, da forma mais próxima possível, a realidade do cenário econômico brasileiro e internacional.
12. Como a WIT Corporate incorpora as projeções econômicas em seus processos de análise de risco ao conceder empréstimos corporativos? Quais métricas ou indicadores econômicos importantes são considerados? Como mitigar os riscos?
As projeções econômicas são importantes fatores no processo de análise de crédito, porém, as utilizamos como uma espécie de termômetro para sentirmos a aptidão dos clientes em tomar crédito ou não, considerando que tais indicadores estão relacionados ao custo de crédito. A análise de risco é mais relacionada aos indicadores financeiros da empresa em si, calculados com base nas suas demonstrações financeiras e outras informações que variam de acordo com o segmento de atuação e com a modalidade de crédito solicitada. São considerados indicadores de alavancagem, liquidez e rentabilidade, por exemplo.
A mitigação dos riscos, por sua vez, possui relação direta com a análise/cálculo desses índices anteriormente citados. Uma boa análise de risco envolve a boa compreensão da operação, partindo dos indicadores.
13. Com as incertezas econômicas, muitas empresas podem hesitar em buscar financiamento. Quais iniciativas a WIT Corporate está tomando para encorajar e apoiar a tomada de crédito por empresas? Qual é a expectativa do mercado para o próximo ano?
Bem semelhante à resposta anterior, as iniciativas para encorajar os clientes são pautadas em uma apresentação concreta e fundamentada do cenário econômico. As expectativas para o mercado, embora incertas, são, majoritariamente, otimistas, considerando que grande parte dos investidores espera uma redução na Selic, que impactará positivamente todos os setores econômicos, inclusive o de concessão de crédito.
14. Como a WIT Corporate se mantém atualizada com as mudanças nas políticas econômicas e regulamentações governamentais que podem afetar o mercado de crédito corporativo?
Uma das formas que a Corporate utiliza para se manter atualizada com as mudanças nas políticas econômicas e regulamentações governamentais é acompanhar as divulgações realizadas por esses órgãos. A CVM é uma importante fonte de informações para nós, além dos comunicados que nossos parceiros nos oferecem sobre tais alterações nas modalidades de crédito que oferecemos.
15. Quais são as principais tendências e inovações que a WIT Corporate está explorando para oferecer soluções de crédito mais flexíveis e adaptadas ao cenário econômico atual e futuro?
As operações no mercado de capitais, envolvendo Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Notas Comerciais e Certificados de Recebíveis (CR), oferecem uma oportunidade significativa para empresas dos segmentos Middle e Corporate realizarem captações mais substanciais, alinhadas com uma modelagem adequada aos seus negócios. Com a perspectiva de redução da taxa Selic, os investidores e fundos demonstram um aumento de interesse por esses tipos de transações devido à alta rentabilidade associada.
Projetando para 2024, espera-se um aumento significativo nas emissões, tanto no setor do agronegócio quanto no mercado imobiliário. Agora para suprir necessidades de caixa de maneira mais imediata, a antecipação de recebíveis por meio de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) torna-se cada vez mais atraente. Esta abordagem apresenta vantagens, incluindo isenção de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Em 2024, a expectativa de uma nova regulamentação, relacionada à Resolução CVM 175, ampliará o acesso do público em geral, incluindo investidores de varejo no Brasil, aos FIDCs.
A iminente concorrência entre os FIDCs decorrente dessa regulamentação proporcionará benefícios tangíveis aos clientes em preços e fluxo operacional. Uma modalidade particularmente atrativa é o Home Equity, destacando-se entre suas maiores vantagens a flexibilidade nos prazos de pagamento. Ao contrário de outras formas de empréstimo, o home equity possibilita prazos de até 20 anos para a quitação do empréstimo. Essa característica proporciona uma folga significativa no orçamento, reduzindo a pressão financeira, desde que se mantenha a garantia imobiliária, seja própria ou de terceiros.
16. Como a WIT Corporate está trabalhando para equilibrar o oferecimento de empréstimos acessíveis com a necessidade de mitigar riscos em um ambiente econômico instável e desafiador?
Entender as necessidades de nossos clientes e estar alinhados com seus objetivos é essencial para fornecer a melhor solução financeira possível. Analisamos cuidadosamente a capacidade de tomada de crédito, permitindo que uma empresa precise gerar caixa para manter sua saúde financeira.
Ao realizar uma análise detalhada dos demonstrativos financeiros, concentramo-nos em indicadores-chave para avaliar a situação da empresa. Estes incluem a rentabilidade sobre o patrimônio líquido, indicadores de liquidez corrente, nível de individualização, retorno sobre o investimento e margem líquida de exercício. Esta abordagem abrangente nos permite oferecer soluções financeiras personalizadas e específicas, homologadas com as metas e necessidades específicas de cada cliente.
17. Quais são as expectativas da WIT Corporate em relação à demanda de crédito corporativo em 2024, com base nas projeções econômicas?
Febraban manteve sua projeção de crescimento do crédito no Brasil em 7,6% para este ano, em comparação a 2022. No entanto, demonstrou um otimismo crescente para 2024, elevando a expectativa para 8,1%, superando os 7,9% inicialmente previstos. Essa revisão para cima na projeção da carteira direcionada, na qual os recursos têm destinação específica, contribui para perspectivas mais robustas no próximo ano. A previsão de expansão na carteira de crédito das instituições financeiras é promissora, mas acreditamos que um ponto crucial a ser destacado refere-se às garantias que passam cada vez mais serem exigidas pelas Instituições Financeiras com o objetivo de mitigar o risco. Note que as instituições estão cada vez mais especializadas em ampliar as soluções de crédito, buscando percentuais mais elevados de garantias fortes, como imobiliária e colaterais.
18. Como a volatilidade do câmbio (dólar) afeta as empresas que buscam empréstimos para expansão internacional? A WIT Corporate oferece soluções específicas para esse cenário?
No contexto internacional, o ano de 2024 se delineia como um período de crescimento mais moderado, impulsionado por uma política monetária mais restritiva tanto nos Estados Unidos quanto na China. Destaca-se que o setor imobiliário chinês exigirá um período de recuperação. Para o próximo ano, antecipamos um ambiente externo mais contido. As projeções do FMI refletem um avanço mais moderado, o que contribuirá para um tom de desaceleração mais pronunciado em nosso cenário também.
O panorama de elevação das taxas de juros e o aumento dos preços são previstos para manter o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) enquanto o seu potencial na maioria das grandes economias em 2024, impactando a capacidade de quitação de dívidas. Isso resultará em uma restrição no acesso ao crédito, tornando-o consequentemente mais caro. Para as empresas brasileiras envolvidas em operações de importação ou exportação, é vantajoso explorar opções de linhas de crédito mais acessíveis, como o Finimp (Financiamento ao Importador) ou o ACE (Antecipação de Contrato para Exportação). Essas alternativas não apenas prometem benefícios financeiros, como custos reduzidos, mas também isentam a incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Sobre a WIT – Wealth, Investments & Trust
A WIT – Wealth, Investments & Trust – é assessoria, planejamento e execução para cuidar do patrimônio de pessoas, grupos familiares e empresas, de forma integral e sincronizada, apoiada por uma sofisticada estrutura de especialistas e de empresas que atuam de forma independente, porém complementar.
O multi family office atua nas áreas de assessoria de investimentos; fundos exclusivos; câmbio e remessas internacionais; serviços financeiros (principais linhas de crédito) e emissão de dívidas em mercado de capitais; seguros e benefícios; ativos imobiliários e consultoria patrimonial. Atualmente, a empresa está presente em nas capitais de São Paulo e Paraná, em Curitiba, e em cidades do interior paulista: Campinas, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista, Araçatuba, Votuporanga, Jundiaí e Itu.
Cultura
Projeto paranaense leva acesso à internet para comunidades excluídas do mapa digital.
Política inovadora troca ICMS por instalação de torres de transmissão e conecta mais de 300 mil pessoas em um ano.
Vencedor do Prêmio Espírito Público, na categoria Gestão e Transformação Digital, o Programa de Conectividade Rural do Paraná enfrentou uma das principais lacunas do desenvolvimento no estado: a exclusão digital em áreas remotas. Com 98% do território paranaense situado em zona rural, um levantamento realizado em 2023 identificou cerca de 920 localidades sem qualquer acesso à telefonia ou internet, atingindo vilas, assentamentos, comunidades quilombolas e pequenos povoados fora do radar das grandes operadoras, que não viam retorno financeiro para investir.
Sem acesso, agricultores enfrentavam dificuldades para receber crédito; jovens precisavam caminhar quilômetros para conseguir sinal e estudar; famílias ficavam sem falar com os filhos que migraram para as cidades. O projeto nasceu nesse cenário em 2023, e rapidamente se consolidou como política do estado. Em um ano, a cobertura rural saltou de 51,45% para 61,17%, beneficiando diretamente mais de 300 mil pessoas.
Hoje, envolve 17 órgãos do governo e adotou metodologias modernas de gestão, como Business Intelligence (BI), Análise Hierárquica de Processos (AHP) e design thinking, para priorizar áreas de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e com predominância de agricultura familiar, rios, matas e alta vulnerabilidade social.
Para o engenheiro agrônomo Julio Cesar de Oliveira, coordenador de Políticas Públicas de Inovação do Paraná, o acesso à internet deixou de ser um diferencial para se tornar um direito básico. “Hoje, a internet é como água e oxigênio: é vida, é um direito. Levamos conectividade com o objetivo de garantir cidadania.”
A grande inovação do projeto foi criar mecanismos inéditos de fomento e de financiamento. Em vez de depender de orçamento público, o Paraná criou um regime especial de compensação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que atraiu investimentos privados. Assim, créditos de impostos foram convertidos em infraestrutura feita por investimentos privados.
A estratégia deu certo: a TIM já se comprometeu a instalar 116 torres de transmissão; a Claro, 382; e a Vivo outras 411 torres. No total, serão quase 900 novas estruturas até 2027, sem gasto direto do Tesouro estadual. Dessas, cerca de 500 torres já estão em funcionamento.
Júlio apelida essa estratégia de “corrida do bem”. “Brinco com as operadoras: ‘Vocês vão deixar a concorrente ser a primeira do estado?’ Essa competição saudável acelera a instalação das torres. Quem ganha é o cidadão do campo”, afirma.
Modelo que inspira outros estados
Além dos ganhos sociais, o impacto econômico também é relevante. De acordo com o coordenador do projeto, estudos do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) estimam que apenas os acordos com duas operadoras de telefonia – a TIM e a Claro – gerarão R$ 2 bilhões em retorno para o estado do Paraná, além de cerca de 40 mil empregos formais e informais e arrecadação de R$ 213 milhões em ICMS.
O projeto ainda está em andamento. Até 2026, a expectativa é que todas as localidades rurais do Paraná estejam conectadas. A estratégia já desperta interesse de outros estados, como Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Tocantins e Piauí, que buscam entender a experiência paranaense.
Agrônomo e também teólogo, Júlio fala do projeto com a paixão de quem enxerga nele quase uma missão pessoal. “Cada torre que se ergue é como se fosse uma vitória. Eu vibro, porque sei que ali a gente está levando vida, dignidade, igualdade. Internet no campo não é luxo. É oxigênio.”
FONTE: Julio César e Lincoln
Celebridades
Acupuntura e seus benefícios, Dr. Volnei Barboza.
As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi
Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.
Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.
O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.
É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).
Sensação de qi
De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]
Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.
As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]
Práticas relacionadas
Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.
A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).
Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.
Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).
Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.
Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas. Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.
Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos. Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.
Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.
Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.
A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.
A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.
Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).
Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]
FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/
Celebridades
Exclusiva com o empresário Altemir Marini, à frente de empreendimentos de grande relevância, como o Hard Rock Cafe Itapema.
– Você sempre gostou de empreender?
Sim. Acredito que está na essência. Já passamos por alguns negócios e, atualmente, temos um grupo de empresas, incluindo a MayBelly Incorporadora, que é referência no mercado imobiliário da região, a Vidrofort, o Píer Oporto e o Hard Rock Cafe Itapema. Quando cheguei a Itapema, há 36 anos, existia um sonho e a vontade de fazer diferente. Com muito trabalho e enfrentando muitos desafios fomos empreendendo e conquistando e, hoje, mais do que uma história, conseguimos construir um legado. Então, mais do que gostar de empreender, acredito que está na veia, no sangue, na alma e, principalmente, no coração.
– O que você acredita que qualquer empreendimento precisa ter, para fazer sucesso?
Não perder a essência de onde e de quando tudo começou, precisa ter transparência, ética, honestidade, seriedade, comprometimento e, óbvio, muito trabalho. Porque o sucesso é consequência, mas o alicerce está nestes princípios que citei e na vontade de entregar o melhor sempre e, para isso, é necessário muito trabalho.

– O que não pode faltar em qualquer restaurante?
Além da comida, claro, um atendimento de excelência, onde o cliente não apenas viva uma experiência, mas se sinta em casa.
– Como é ser proprietário de um dos points mais badalados do Brasil?
É uma honra e um desafio. O Hard Rock é uma marca global, onde ela chega, ela transforma. E sabíamos disso desde a primeira conversa com o grupo. Então, fazer parte disso, ter trazido uma marca tão impactante para o litoral norte catarinense é um orgulho, mas também é desafiador. Afinal, a marca tem valores e princípios que a norteiam e que são o fundamento do sucesso e da história do Hard Rock e que precisamos seguir e perpetuar. Mas, além disso, enquanto sócios, somos presentes na operação, acompanhando todas as etapas diariamente, porque entendemos que mais do que não basta ser um point badalado, ter tantas pessoas de tantas partes do Brasil e do mundo querendo conhecer esta unidade única, o que queremos é que cada cliente entre aqui e tenha uma experiência indescritível e que saia daqui entendendo e sentindo o porquê o Hard Rock é este fenômeno mundial.

– Qual o diferencial do Hard Rock Itapema com os demais?
O Hard Rock Cafe Itapema já nasceu diferente. É a única unidade da marca dentro da água e com vista 360 graus para o mar. É praticamente como estar em um cruzeiro atracado. Ou seja, uma marca icônica, conhecida e reconhecida globalmente, em um lugar paradisíaco proporciona uma experiência única e inesquecível.

– Você imaginou que o Hard Itapema faria tanto sucesso?
Desde que anunciamos a vinda do Hard Rock Cafe para Itapema, uma grande expectativa tomou conta de toda a região. Então, imaginávamos que seria um sucesso, mas ainda assim superou todas as nossas previsões. Apenas nos primeiros dois meses de funcionamento, mais de 70 mil pessoas passaram pelo HRC Itapema, um número expressivo que demonstra que a unidade de Itapema já nasceu sendo um verdadeiro sucesso.

– Qual o segredo do sucesso pra você?
Trabalho, seriedade, honestidade e, acima de tudo, jamais perder a essência que, no nosso caso, são a humildade e a transparência. Com estes princípios, e com a sabedoria de que o resultado faz parte de um processo de muita luta, de suor, de sacrifícios e de comprometimento, o sucesso é consequência.
– Quais os pratos que fazem mais sucesso (+ vendidos) drinks e outros?
Costelinha, wings, chopp, strawberry basil limonade.

– Quais os planos para 2026?
O Hard Rock Cafe Itapema inaugurou em dezembro de 2025, ou seja, completamos três meses de operação. Mas já temos novidades previstas para este ano como a abertura do terceiro pavimento da casa e do quarto que é o rooftop. Mais dois espaços que certamente tornarão a experiência aqui ainda mais icônica.
FONTE: Mathaus Sanchez
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