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Com quase 100 unidades, Kings Sneakers celebra 15 anos com planos de crescimento em evento

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Igor Morais fundou a empresa sem investimento

A Kings Sneakers não para de crescer. Com quase 100 lojas abertas em todo o Brasil, a rede de franquias, a maior do segmento streetwear, celebra 15 anos. Para marcar a data, acontecerá o Kings Day.

No evento, que acontece nesta quinta-feira, 10, em São Paulo, terá apresentação apresentação das coleções do primeiro semestre, teremos convidados especiais, influenciadores e etc.

Entre os planos da Kings está a expansão, principalmente, fora da região Sudeste.

“Temos uma grande concentração no Sudeste do Brasil. Visamos alcançar mais regiões atingindo todos os estados brasileiros. Como já somos a maior rede de streetwear do Brasil, o intuito é consolidar esse título”, disse Igor Morais, CEO da marca.

Igor quer que a empresa dobre o número de lojas até 2025. Ele tem planos de levar a Kings até para fora do Brasil.

“Visando a expansão e alcançar o número da marca de 200 lojas até 2025, alcançando assim todas as regiões do país, entre elas a abertura de lojas “conceito” no formato flagship, e até mesmo a abertura de lojas internacionais”, planeja Igor.

Uma das estratégias para o crescimento da marca é o trabalho de divulgação através de influenciadores.

“Do micro ao macro, visando atingir públicos diferentes e consolidando a marca nas redes sociais estando nos maiores perfis de influenciadores do Instagram, TikTok e Kawai”.

Nas unidades da Kings, é possível encontrar gorros, camisetas, bonés, tênis, sneakers e diversos outros itens das principais marcas do mundo e da própria Kings. A marca própria é tão forte que é vendida até em outras lojas.

“Visando atender todos os públicos, a Loja Kings possui marca própria, que é revendida em todas as lojas, com produtos de valores acessíveis e atuais que acompanham as tendências do mercado”, finaliza Morais.

Quem vê todo o sucesso da empresa, não imagina que a trajetória do fundador não foi fácil. Ele começou o seu negócio por acaso e sem investimento. Igor trabalhava em uma loja de discos na Galeria do Rock em que os donos iam entregar o ponto.

E em 2002, assumiu o negócio sem investir nada e vendeu discos e CDs por algum tempo. Resolveu então, ampliar seu pequeno negócio vendendo tênis em pequena quantidade, pois não tinha muito capital.

O empresário comprava tênis no outlet da Nike e sem nenhuma autorização revendia os tênis em sua loja, até que um dia, um funcionário da marca o alertou dos problemas que ele poderia ter em revender os produtos. Então propôs que a loja se tornasse uma revendedora oficial da marca.

E em 2006, sua loja tornou-se oficialmente uma representante vendendo a linha de sneakers da marca que são tênis não voltados à prática de esportes.

Após essa parceria, surgiram novas marcas e, em 2007, a loja tornou-se a Kings Sneakers, que atualmente revende tênis, roupas e acessórios de mais de 40 grifes inclusive de marca própria, que são os produtos mais vendidos da loja.

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Entrevista

Em entrevista exclusiva Morgana KLEIN relembra sua infância e aborda temas mais que relevantes da atualidade

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Eu fui uma criança muito comportada. Bem certinha mesmo. Cabelo chanel, franjinha no lugar, obediente à minha mãe — dessas que não dão trabalho. Eu gostava de estar perto dela, de acompanhar tudo. E quando ela tentou me colocar na creche, eu não queria ir de jeito nenhum. Eu chorava. Eu queria ficar no salão com ela.

Então eu cresci ali… no meio das pessoas, puxando conversa com quem aparecia. Na época não tinha horário marcado, era por chegada, então sempre tinha alguém esperando. E eu falava MUITO. Perguntava, respondia, me metia, queria saber da vida dos outros e contar da minha também. As pessoas me davam atenção, riam, me escutavam. E eu amava aquilo.

Do lado do salão tinha um ponto de ônibus. Cidade pequena, tudo perto. Minha mãe conseguia me ver, então às vezes eu ficava ali também, conversando com quem estava esperando a circular. Perguntava pra onde ia, comentava qualquer coisa. Eu não tinha vergonha. Eu simplesmente falava.

Só fui pra escola com seis anos. Minha mãe me ensinou a ler e escrever em casa — e acho que as clientes ajudaram também, de tanto que conversavam comigo. Com meu pai, eu aprendia matemática. Então, quando cheguei na escola, eu já vinha pronta. Eu ia bem, aprendia fácil, tirava nota boa.

Mas teve um dia em que um menino falou que não adiantava nada eu ser inteligente e bonita se eu não tinha uma calça decente. E era verdade. Eu não tinha.

Eu tinha duas calças de gorgurão. Uma azul e uma preta. Sonhava em ter uma calça jeans. E acho que foi ali a primeira vez que eu senti que talvez o que eu era não fosse suficiente do jeito que estava.

Depois a vida mudou. Meus pais cresceram, as coisas melhoraram, eu tive acesso a outras coisas. Mas aquilo nunca foi sobre a calça. E eu fui entendendo isso com o tempo.

Talvez tenha sido ali que eu comecei a aprender a lidar com julgamento. Porque hoje muda o cenário, muda o tamanho, mas a lógica é a mesma. Sempre vai ter alguém tentando te reduzir. Sempre tem um hater pronto pra te desmerecer.

Eu trabalhei muitos anos com público. Tive comércio, tive casa lotérica, passei muito boleto na vida — o dia inteiro falando com gente de todo tipo. E isso te ensina rápido. Você aprende a olhar, entender, resolver, se virar. Não tem muito espaço pra enrolação.

E, ao mesmo tempo, eu sempre tive essa vontade de falar, de aparecer, de ser conhecida. Mas não de qualquer jeito. Eu queria ser sendo eu. E isso, na prática, dá mais trabalho do que parece.

Hoje eu moro na roça. Tenho uma vida simples em muitos aspectos. O silêncio aqui é gostoso, mas às vezes também incomoda. Porque ele te deixa muito consigo mesma. Não tem distração o tempo inteiro. E eu gosto da cidade grande também — gosto do movimento, gosto de estar onde as coisas acontecem. Acho que fico nesse meio, sabe? Entre uma coisa e outra.

Eu sou mãe do Pedro e da Eva, sou esposa do Tony. Essa sou eu — e isso é o que importa pra mim.

Eu gosto de falar, gosto de me posicionar, gosto de participar das coisas. E isso acabou alcançando mais gente do que eu imaginava, mesmo eu estando longe dos grandes centros.

E, olhando hoje, com tanta coisa sendo dita sobre o que é ser mulher, com tantos significados sendo colocados o tempo todo, eu acho que o mais difícil — e ao mesmo tempo o mais valioso — é conseguir se manter inteira. Se encontrar dentro da própria família, dentro do que você acredita, dentro do que você está construindo… e crescer sem se desconectar disso.

Saber onde você está, no que você acredita, cuidar da sua família, da sua casa, e ao mesmo tempo ir construindo outras coisas… um pouco aqui, um pouco ali. Porque a vida não vem separada em partes. Os filhos crescem, você se ajusta, se dedica mais em um momento, depois em outro… e vai dando tempo. Quando é de verdade, dá.

E, na dúvida…
brega é se perder de si só pra caber.

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Mathaus Sanchez

Club MDN por Paola Andreucci

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Sobre o Club Mulher de Negócios (MDN)

O Club Mulher de Negócios nasceu em 2024 com um propósito muito claro: desenvolver
mulheres ambiciosas e acelerar negócios valiosos.
Mais do que um networking tradicional, o MDN é um ecossistema estratégico que une
mentalidade, posicionamento, marketing e conexões de alto nível, criando um
ambiente onde o crescimento deixa de ser solitário e passa a ser acelerado.
Hoje, o club reúne empresárias em Florianópolis que estão decididas a construir riqueza sem
exaustão.

💡 Diferencial do movimento:O MDN se posiciona de forma clara contra três padrões comuns no empreendedorismo:

● Dependência de indicação (falta de previsibilidade)
● Dependência exclusiva de mídia paga (falta de autonomia)
● Crescimento solitário (lento e emocionalmente desgastante)
A filosofia do club é direta:
“Você não enriquece trabalhando mais, mas sim trabalhando de forma mais
inteligente, com as pessoas certas.”

Por isso, o ambiente é construído com base em três valores:
● Anti-vitimismo
● Anti-escassez
● Anti-amadorismo

🤝 A força da ambiência
Um dos principais diferenciais do MDN são os encontros presenciais.
Eventos imersivos, experiências premium e networking guiado criam um ambiente onde:
● parcerias surgem com naturalidade
● clientes são gerados dentro do próprio ecossistema
● negócios fluem com mais velocidade

A proposta é clara:
a sua próxima cliente, sócia ou oportunidade pode estar sentada ao seu lado

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Arte

Jardel Frare – A arte de transformar celebrações em experiências únicas

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Com olhar apurado, sensibilidade estética e domínio técnico construído ao longo de 15 anos de experiência, Jardel se destaca como cerimonialista e produtor de eventos, transformando celebrações em experiências memoráveis. Especialista em casamentos, atua de forma completa — do planejamento à execução — cuidando de cada detalhe com precisão, elegância e personalidade.

Reconhecido por sua habilidade em traduzir sonhos em cenários sofisticados, Jardel alia criatividade, organização e um forte senso de responsabilidade, garantindo que cada evento aconteça com fluidez, excelência e emoção. Seu trabalho vai além da produção: é sobre criar atmosferas, contar histórias e proporcionar momentos únicos que permanecem na memória de todos os envolvidos.

Versátil, também atua na produção de eventos sociais e corporativos, sempre imprimindo identidade, estilo e alto padrão em cada projeto que assina.

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