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FGTS: confira o calendário do saque extraordinário e quem tem direito
A Caixa Econômica Federal começa nesta quarta-feira (20) a liberar uma nova rodada de saques extraordinários do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Serão disponibilizados até R$ 1 mil para os trabalhadores nascidos em janeiro.
O pagamento será feito conforme o mês de nascimento do trabalhador e vai até o dia 15 de junho. As liberações ocorrem sempre às quartas e aos sábados. A estimava que disponibilizará mais de R$ 30 bilhões para mais de 40 milhões de trabalhadores no país.
Podem fazer o saque do valor todos os trabalhadores com saldo nas contas ativas ou inativas do FGTS. Ainda que o trabalhador esteja desempregado ou trabalhando informalmente, ele pode retirar o dinheiro. A única exigência é que o mesmo tenha saldo vinculado ao FGTS e respeitar o teto de R$ 1.000.
Os trabalhadores podem consultar a data e o valor do saque extraordinário no aplicativo do FGTS, no site do Fundo ou nas agências da Caixa Econômica Federal. Para a consulta no site da Caixa, é preciso informar o NIS (PIS/Pasep) que consta na carteira de trabalho.
No aplicativo, é possível incluir informações cadastrais para criação de Conta Poupança Social Digital. O trabalhador também pode informar se não quiser o saque extraordinário. Neste caso, o débito não será realizado na conta do Fundo.
Se o valor já tiver sido creditado, o trabalhador pode desfazer o crédito na Conta Poupança Social Digital até 10 de novembro.
No caso da não movimentação da conta após o crédito dos valores até 15 de dezembro, os recursos serão retornados à conta do FGTS com correção e sem prejuízo ao trabalhador.
Calendário completo de saques do FGTS

Entrevista
Em entrevista exclusiva Morgana KLEIN relembra sua infância e aborda temas mais que relevantes da atualidade
Eu fui uma criança muito comportada. Bem certinha mesmo. Cabelo chanel, franjinha no lugar, obediente à minha mãe — dessas que não dão trabalho. Eu gostava de estar perto dela, de acompanhar tudo. E quando ela tentou me colocar na creche, eu não queria ir de jeito nenhum. Eu chorava. Eu queria ficar no salão com ela.
Então eu cresci ali… no meio das pessoas, puxando conversa com quem aparecia. Na época não tinha horário marcado, era por chegada, então sempre tinha alguém esperando. E eu falava MUITO. Perguntava, respondia, me metia, queria saber da vida dos outros e contar da minha também. As pessoas me davam atenção, riam, me escutavam. E eu amava aquilo.
Do lado do salão tinha um ponto de ônibus. Cidade pequena, tudo perto. Minha mãe conseguia me ver, então às vezes eu ficava ali também, conversando com quem estava esperando a circular. Perguntava pra onde ia, comentava qualquer coisa. Eu não tinha vergonha. Eu simplesmente falava.
Só fui pra escola com seis anos. Minha mãe me ensinou a ler e escrever em casa — e acho que as clientes ajudaram também, de tanto que conversavam comigo. Com meu pai, eu aprendia matemática. Então, quando cheguei na escola, eu já vinha pronta. Eu ia bem, aprendia fácil, tirava nota boa.
Mas teve um dia em que um menino falou que não adiantava nada eu ser inteligente e bonita se eu não tinha uma calça decente. E era verdade. Eu não tinha.
Eu tinha duas calças de gorgurão. Uma azul e uma preta. Sonhava em ter uma calça jeans. E acho que foi ali a primeira vez que eu senti que talvez o que eu era não fosse suficiente do jeito que estava.
Depois a vida mudou. Meus pais cresceram, as coisas melhoraram, eu tive acesso a outras coisas. Mas aquilo nunca foi sobre a calça. E eu fui entendendo isso com o tempo.
Talvez tenha sido ali que eu comecei a aprender a lidar com julgamento. Porque hoje muda o cenário, muda o tamanho, mas a lógica é a mesma. Sempre vai ter alguém tentando te reduzir. Sempre tem um hater pronto pra te desmerecer.
Eu trabalhei muitos anos com público. Tive comércio, tive casa lotérica, passei muito boleto na vida — o dia inteiro falando com gente de todo tipo. E isso te ensina rápido. Você aprende a olhar, entender, resolver, se virar. Não tem muito espaço pra enrolação.
E, ao mesmo tempo, eu sempre tive essa vontade de falar, de aparecer, de ser conhecida. Mas não de qualquer jeito. Eu queria ser sendo eu. E isso, na prática, dá mais trabalho do que parece.
Hoje eu moro na roça. Tenho uma vida simples em muitos aspectos. O silêncio aqui é gostoso, mas às vezes também incomoda. Porque ele te deixa muito consigo mesma. Não tem distração o tempo inteiro. E eu gosto da cidade grande também — gosto do movimento, gosto de estar onde as coisas acontecem. Acho que fico nesse meio, sabe? Entre uma coisa e outra.
Eu sou mãe do Pedro e da Eva, sou esposa do Tony. Essa sou eu — e isso é o que importa pra mim.
Eu gosto de falar, gosto de me posicionar, gosto de participar das coisas. E isso acabou alcançando mais gente do que eu imaginava, mesmo eu estando longe dos grandes centros.
E, olhando hoje, com tanta coisa sendo dita sobre o que é ser mulher, com tantos significados sendo colocados o tempo todo, eu acho que o mais difícil — e ao mesmo tempo o mais valioso — é conseguir se manter inteira. Se encontrar dentro da própria família, dentro do que você acredita, dentro do que você está construindo… e crescer sem se desconectar disso.
Saber onde você está, no que você acredita, cuidar da sua família, da sua casa, e ao mesmo tempo ir construindo outras coisas… um pouco aqui, um pouco ali. Porque a vida não vem separada em partes. Os filhos crescem, você se ajusta, se dedica mais em um momento, depois em outro… e vai dando tempo. Quando é de verdade, dá.
E, na dúvida…
brega é se perder de si só pra caber.
Mathaus Sanchez
Club MDN por Paola Andreucci
Sobre o Club Mulher de Negócios (MDN)
O Club Mulher de Negócios nasceu em 2024 com um propósito muito claro: desenvolver
mulheres ambiciosas e acelerar negócios valiosos.
Mais do que um networking tradicional, o MDN é um ecossistema estratégico que une
mentalidade, posicionamento, marketing e conexões de alto nível, criando um
ambiente onde o crescimento deixa de ser solitário e passa a ser acelerado.
Hoje, o club reúne empresárias em Florianópolis que estão decididas a construir riqueza sem
exaustão.
💡 Diferencial do movimento:O MDN se posiciona de forma clara contra três padrões comuns no empreendedorismo:
● Dependência de indicação (falta de previsibilidade)
● Dependência exclusiva de mídia paga (falta de autonomia)
● Crescimento solitário (lento e emocionalmente desgastante)
A filosofia do club é direta:
“Você não enriquece trabalhando mais, mas sim trabalhando de forma mais
inteligente, com as pessoas certas.”
Por isso, o ambiente é construído com base em três valores:
● Anti-vitimismo
● Anti-escassez
● Anti-amadorismo
🤝 A força da ambiência
Um dos principais diferenciais do MDN são os encontros presenciais.
Eventos imersivos, experiências premium e networking guiado criam um ambiente onde:
● parcerias surgem com naturalidade
● clientes são gerados dentro do próprio ecossistema
● negócios fluem com mais velocidade
A proposta é clara:
a sua próxima cliente, sócia ou oportunidade pode estar sentada ao seu lado
Arte
Jardel Frare – A arte de transformar celebrações em experiências únicas
Com olhar apurado, sensibilidade estética e domínio técnico construído ao longo de 15 anos de experiência, Jardel se destaca como cerimonialista e produtor de eventos, transformando celebrações em experiências memoráveis. Especialista em casamentos, atua de forma completa — do planejamento à execução — cuidando de cada detalhe com precisão, elegância e personalidade.
Reconhecido por sua habilidade em traduzir sonhos em cenários sofisticados, Jardel alia criatividade, organização e um forte senso de responsabilidade, garantindo que cada evento aconteça com fluidez, excelência e emoção. Seu trabalho vai além da produção: é sobre criar atmosferas, contar histórias e proporcionar momentos únicos que permanecem na memória de todos os envolvidos.
Versátil, também atua na produção de eventos sociais e corporativos, sempre imprimindo identidade, estilo e alto padrão em cada projeto que assina.
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