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Cultura

Peça “A Última Carta” traz Rodrigo Hallvys em mistura de comicidade e saudosismo

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Nem só de comédia, nem só de drama. O espetáculo teatral “A Última Carta”, do estado do Rio de Janeiro, promete uma visita do espectador a si mesmo ao abordar temas cotidianos com gracejo e tom jocoso, em turnê que estreia no próximo dia 20, às 20 horas, no Teatro Universitário de Curitiba, na capital Paranaense. Os ingressos já estão a venda na plataforma Sympla, e por um valor bem acessível.

A peça traz Fonseca, uma personagem que começa um conflito a si mesma, perguntando o sentido de sua própria trajetória e quais tropeços ainda não resolveu, estimulando o público à autorreflexão sobre situações emocionais que precisam ser findadas com qualidade.

-Quantas vezes seguimos em frente sem perdoarmos alguém ou sem pedirmos perdão? Abrindo mão de seguirmos realmente em paz, sem rancor ou remorso? Tantas outras vezes não perdoamos a nós mesmos. E se hoje fosse a nossa única chance de deixarmos tudo bem? Sabendo que amanhã poderíamos não estar mais aqui? – interroga o ator Rodrigo Hallvys, que é graduado em Teatro e nos últimos anos vinha se dedicando à preparação de elencos e à literatura, sendo membro da Academia Volta-redondense de Letras.

Hallvys tem motivos de sobra para sorrir. Afastado dos palcos como ator há alguns anos, quando decidiu se dedicar à preparação de elenco e lançamento de seus livros, ele retorna como ator sob direção do próprio filho afetivo caçula, Maycon Lendel, que foi o responsável por convencê-lo a voltar a atuar. “Em 2019 decidi fazer terapia com o psicólogo Gilles Pacheco Pinho, que tocou em algumas questões sobre eu estar fora de cena. Depois meus pais e meu irmão começaram a tocar em tais assuntos também. No dia em que lançamos meu quarto livro, dois amigos, também atores, estiveram no evento e conversamos então de voltarmos os três juntos. Mas infelizmente precisamos engavetar o projeto mediante situações que eles estavam passando em particular. Em 2022 tive uma questão de saúde por estresse e aborrecimento com algumas pessoas que estavam trabalhando comigo e meu filho me convenceu a voltar a olhar para mim mesmo como ator. Assim nasceu a produção da peça”, detalha.

A obra ainda retrata a necessidade da vida precisa ser mais prática e evitarmos nos afundar em questões de saúde emocional. “Precisamos ter equilíbrio e a vida nos desafia em tal quesito. Não podemos ser frágeis demais, paralisando a nossa vida a todo momento. E também não podemos achar que daremos conta de oferecer suporte a todos a nossa volta, porque perdemos o limite. É necessário que saibamos onde o ‘sim’ que damos aos outros passa a ser o ‘não’ que damos a nós mesmos. Pois é um caminho de destruição da nossa saúde mental”, reflete o ator.

Com trilha sonora oferecida como presente ao espetáculo pelo músico Sérgio Bentes, a peça tem figurino assinado por Doracineia Feijolo e consultoria de imagem por Diego Machado, irmão do ator e fundador do Grupo Cênico Estudarte, que assina a produção e é um produto da RH Soluções Artísticas, empresa do estado do Rio de Janeiro.

SERVIÇO

A Última Carta – estreia da Turnê – 20 de outubro, às 20 horas, Teatro Universitário de Curitiba (Travessa Nestor de Castro, s/nº, Gal. Júlio Moreira, Centro, Curitiba/PR). Elenco: Rodrigo Hallvys. Direção: Maycon Lendel. Consultoria publicitária: Diego Machado. Figurino: Doracineia Feijolo. Trilha sonora original: Sérgio Bentes. Assessoria de imprensa: Emiliano Macedo/ Cenário Mídia. Realização: Grupo Cênico Estudarte. Produção: RH Soluções Artísticas. Fotografia: Divulgação/Maycon Lendel. Ingressos: website Sympla. Classificação: 12 anos. Rede social: @rhsolucoesartisticas

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Veleiro Witness, do Greenpeace, vem ao Brasil para expedição científica na bacia da Foz do Amazonas

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Chega a Belém (PA), em 28 de fevereiro, o veleiro Witness, a mais nova embarcação do Greenpeace. A presença do Witness em águas brasileiras é parte da expedição Costa Amazônica Viva, do Greenpeace Brasil, que, entre outras atividades, vai fomentar o aprofundamento de conhecimento científico sobre a costa do Amapá, e os potenciais impactos da exploração de petróleo na região.

Em um contexto de abertura de novas fronteiras de exploração de petróleo na Amazônia, em áreas extremamente sensíveis do ponto de vista socioambiental e insuficientemente conhecidas pela ciência, o objetivo da expedição científica é coletar dados sobre as correntes marítimas da região. Pesquisadores do Instituto de Pesquisa Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), responsáveis pelo estudo, lançarão derivadores (equipamentos oceanográficos que emitem sinais de localização GPS) em diferentes pontos da Bacia da Foz do Amazonas para mapear as correntes de superfície no litoral do Amapá.

A expedição permitirá, entre outros objetivos, a obtenção de mais informações sobre a dinâmica das águas costeiras e oceânicas na bacia da Foz do Amazonas, que sofrem influência direta da descarga de águas do rio Amazonas.

O estudo busca contribuir para um entendimento mais acurado sobre a trajetória de eventuais vazamentos de petróleo, já que não há um consenso científico sobre tais dinâmicas. Pelo contrário, há um dissenso fundamental: as modelagens de dispersão de óleo apresentadas pela Petrobras, que indicavam que ele não chegaria até a costa foram recebidas com ceticismo por oceanógrafos de renomadas instituições do país.

Ainda há incertezas em relação ao risco do petróleo derramado atingir a costa amazônica, os manguezais, os rios, terras indígenas, açaizais e lavouras da região. Esses dados também são centrais para que a empresa apresente ações de prevenção e mitigação de impactos do óleo.

A modelagem da Petrobras contraria, ainda, relatos de comunidades indígenas e pescadores da região, que não tiveram suas vozes ouvidas, e afirmam reiteradamente que diversos objetos caídos em alto-mar já chegaram à costa do Amapá, aos rios e mangues do Oiapoque.

Além do mapeamento das correntes marinhas superficiais, que vem inclusive da oitiva desses relatos das comunidades locais, a expedição trará a percepção de povos indígenas e outros atores do território sobre a questão do petróleo na região, além de documentar os ambientes costeiros e Unidades de Conservação, mostrando a importância socioambiental da costa amazônica.

Com a expedição, o Greenpeace pretende fomentar o debate público em relação aos potenciais impactos do petróleo na região, cobrar responsabilidade das entidades de Estado (e o próprio governo) para que os povos do território e a ciência sejam escutados e que se respeite o Princípio da Precaução – que prevê a não implementação de projetos sem que haja consenso científico em relação à região e os potenciais impactos das atividades.

O Witness possui 22,5 metros de comprimento e, devido à elevação da quilha e do leme, é capaz de navegar em águas rasas e inacessíveis a barcos maiores. Adaptações tecnológicas promovidas na embarcação em 2022 visam tornar o veleiro mais ecológico e incluem células solares, turbinas eólicas e um sistema otimizado de gerenciamento de energia.

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Estrela Do Terceiro Milênio É Campeã De 2024 Do Grupo De Acesso 1

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No Jubileu de Prata da escola, ano de comemoração dos 25 anos de fundação, a Milênio trouxe novamente o caneco para o Grajaú e garante a vaga para o grupo Especial em 2025.

Com o tema “Vovó Cici conta e o Grajaú canta: o mito da criação”, desenvolvido pelo carnavalesco Murilo Lobo, a agremiação apresentou na passarela do samba o enredo afro-religioso inspirado como a griô Cici de Oxalá conta para as crianças como os orixás criaram o mundo em que vivemos, através da mitologia iorubana. De forma lúdica, alegre e muito colorida, a Milênio passou leve e pulsante na Avenida ao ritmo da bateria Pegada da Coruja, conduzida pelo mestre Vitor Velloso.

“Fizemos um trabalho intenso e muito focado para retornar ao Especial. Optamos por um enredo emocionante e vovó Cici é muito encantadora e conquistou nossa comunidade e o mundo do Carnaval. Estamos felizes demais e o Grajaú também. Agora para o ano que vem contamos com todo povo do Grajaú para chegarmos pesado no Especial. Lembrando que nossas fantasias são gratuitas para alas e composições de alegorias e ensaios”, conta Silvão Leite, presidente e fundador da escola. Esse ano o projeto de Carnaval contou com a Lei de Incentivo à Cultura Pronac 231927.

Além da comunidade que empolgou o público, destaque para samba-enredo, trilha sonora interpretado por Grazzi Brazil e Darlan Alves que empolgaram o Anhembi e convidaram o público a cantar com os componentes durante o desfile. Esse é o 7° título da história da agremiação. Quem não viu o desfile pode rever pelo YouTube da LigaSP no link: https://www.youtube.com/watch?v=shLLEMMelyo&t=6s

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Quem é Vandeuarley? O secretário de finanças integradas do Clube Nacional de Artistas do Brasil, que está ganhando destaque

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Vandeuarlei de Jesus Cardoso, mais conhecido como Vandeuarley, nasceu em 25 de setembro de 2002, em Tanque Novo, Bahia. Este talentoso artista musical, rapper, ator e compositor brasileiro tem conquistado os holofotes desde muito jovem. Hoje, ele se destaca como secretário de finanças integradas do Clube Nacional de Artistas do Brasil, trazendo uma abordagem inovadora para estabilizar as finanças da organização.

Sua trajetória começou aos 15 anos, e aos dezoito, já se destacava no cenário artístico. A parceria com Arlyson Gomes, seu amigo e colega no Clube Nacional de Artistas, impulsionou sua popularidade, marcando uma fase de grande sucesso em sua carreira. Entre seus hits estão “Deixa Eu Cantar” (2019), “Como a Motoca Fazem?” (2020) e “Simone” (2021), consolidando-o como um dos artistas mais reconhecidos de Tanque Novo, Bahia.

Vandeuarley não se limita apenas à música. Ele também é reconhecido por suas atuações teatrais e pela capacidade de envolver o público em suas performances. Além disso, sua presença nas redes sociais, especialmente no Instagram, tem gerado uma base de fãs dedicada e crescente.

Formado pelo Colégio Estadual de Tanque Novo e pelo Instituto Saber Consciente, Vandeuarley traz consigo não apenas talento, mas também uma visão estratégica para a gestão financeira do Clube Nacional de Artistas. Sua proposta de um sistema colaborativo de arrecadação de taxas demonstra seu compromisso em levar a organização a novos patamares de sucesso e estabilidade financeira. Com Vandeuarley à frente das finanças, a gestão de Arlyson Gomes alcança um novo nível de excelência e eficiência dentro do clube, solidificando ainda mais sua posição como um dos principais pilares do cenário artístico brasileiro.

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